Amazon:
A Spiritual, Human, and Urgent Call
The Amazon calls us. Not just as a topic that appears in the news, nor as a debate among specialists, but as a question that touches each one of us directly:
Is there something you or I can do?
When we look at what is happening in the largest rainforest in the world, we realize that the problem goes beyond the environmental sphere and reaches human, social, and spiritual dimensions. It is a call to care, to awareness, and to responsibility — an echo that vibrates in the heart of those who understand that creation is a divine gift that must be protected.
The Amazon is not just nature — it is life, mission, and spirituality
When we think about the impacts the Amazon faces — stronger droughts, fires that spread with frightening ease, strange changes in rainfall patterns, diseases appearing more intensely, and even the weakening of traditional activities of peoples who have always lived in harmony with the forest — we realize it is not just an environmental problem.
It is human. It is social. It is spiritual.
We have the responsibility to care not only for people but also for the world God entrusted to us. This echoes what is written in Genesis 2:15, when God placed humanity in the garden “to work it and keep it.”
Nature as God’s book
Nature is a book where the Creator writes His teachings, and when we mistreat it, it is as if we tear entire pages of this revelation.
Each tree that falls, each river that loses its purity, each life that disappears from the forest represents a loss that goes beyond the physical — it affects the emotional, the spiritual, the soul of those who live in and depend on the Amazon.
This truth connects with Psalm 24:1, which declares: “The earth is the Lord’s, and everything in it.”
If everything belongs to God, caring for creation is an act of faithfulness.
Creation is groaning — and so are we
Climate changes have already reached our doorstep. Temperatures that were once rare become common. Rain that used to be predictable now arrives too late or too intensely. Fire finds more space. Indigenous and riverside peoples feel in their bodies what many only read about in reports.
This reminds us of the warning in Romans 8:22: “For we know that the whole creation groans and labors with birth pangs together until now.”
Nature cries out for help. And deep down, we cry out too.
Neglect brings wounds — and they are already open
We must protect those whom God placed under our care, and this includes the environment that sustains their lives. When we neglect this mission, we reap painful results:
- diseases multiply
- food becomes more expensive
- rivers dry up
- populations become sick in body and soul
As Proverbs 12:10 reinforces: “The righteous care for the needs of their animals.”
Divine care includes every form of life — not only human life.
The protection of indigenous lands is also a spiritual act
Protecting indigenous lands and conservation areas is one of the most effective ways to keep destruction from advancing. And this is not just politics — it is spiritual.
Because when we defend those who care for the forest, we participate in a larger plan:
God’s plan for the preservation of life.

This harmonizes with Isaiah 58:12, which speaks of restoring ruins and rebuilding paths so that others may walk upon them.
What can I do from here? More than you imagine
Take a deep breath with me and think: What can I do, even from here?
Small actions moved by sincere purpose have enormous impact in God’s Kingdom:
- pray for the Amazon
- support those who fight for its protection
- share accurate information
- reject destructive narratives
- allow the Holy Spirit to transform our perception of creation
As James 4:17 says: “Therefore, to him who knows to do good and does not do it, to him it is sin.”
It’s not only about ability — it’s about responsibility.
The signs are clear — and cannot be ignored
For years we were warned about the dangers of ignoring the signs that God places before us. And today these signs are wide open:
- forest burning
- climate changing
- peoples suffering
These are invitations to reflection, repentance, and God-guided action.
Jesus said in Matthew 24:32: “Now learn a parable of the fig tree…”
The signs of the times are before us — we only need to look carefully.
In the midst of crisis, God offers a path
Even in the face of the greatest crises, God always offers a way. Always.
As written in Psalm 46:1: “God is our refuge and strength, a very present help in trouble.”
He does not abandon His people.
He does not abandon His creation.
When we protect what God loves, He pours out understanding, peace, and direction.
Do not wait to become great to act.
Start small. Start today. Start with the right heart.
And remember what Galatians 6:9 says: “Let us not grow weary in doing good.”
A simple — and transformative — spiritual practice
Here is a powerful suggestion for your spiritual life: Set aside a few minutes each day to simply observe nature — a tree, a garden, the sky, the wind.
Ask God:
“Lord, what is creation trying to teach me today?”
This practice opens doors to deep revelations and restores the spiritual connection many have lost without noticing.
And now… let God speak to you
From everything you’ve read, I leave you with one final question:
What is God speaking directly to your heart about how you can better care for the life around you?
Write. Reflect. Pray.
And allow the Holy Spirit to lead you to the next step.
Amazônia:
Um Chamado Espiritual, Humano e Urgente
A Amazônia nos convoca.
Não apenas como um tema que aparece nas notícias, nem como um debate entre especialistas, mas como uma pergunta que toca diretamente cada um de nós:
Existe algo que eu ou você podemos fazer?
Quando olhamos para o que está acontecendo na maior floresta tropical do mundo, percebemos que o problema ultrapassa a esfera ambiental e alcança dimensões humanas, sociais e espirituais. É um chamado ao cuidado, à consciência e à responsabilidade — um eco que vibra no coração de quem entende que a criação é um presente divino que precisa ser guardado.
A Amazônia não é apenas natureza — é vida, é missão, é espiritualidade
Quando pensamos nos impactos que a Amazônia enfrenta — secas mais fortes, incêndios que se espalham com facilidade assustadora, mudanças estranhas no ritmo das chuvas, doenças que surgem com mais intensidade e até o enfraquecimento das atividades tradicionais de povos que sempre viveram em harmonia com a floresta — percebemos que não é apenas um problema ambiental.
É humano. É social. É espiritual.
Temos nossa responsabilidade de cuidar não apenas das pessoas, mas também do mundo que Deus nos confiou. Isso ecoa o que está escrito em Gênesis 2:15, quando Deus colocou o ser humano no jardim “para o cultivar e o guardar”.
A natureza como livro de Deus
A natureza é um livro onde o Criador escreve Seus ensinos, e quando a maltratamos, é como se rasgássemos páginas inteiras dessa revelação.
Cada árvore que cai, cada rio que perde sua pureza, cada vida que desaparece na floresta representa uma perda que ultrapassa o físico — afeta o emocional, o espiritual, a alma de quem vive e depende da Amazônia.
Essa verdade se conecta com Salmos 24:1, que declara: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude.”
Se tudo pertence a Deus, cuidar da criação é um ato de fidelidade.
A criação está gemendo — e nós também
As mudanças do clima já bateram à porta. Temperaturas que antes eram raras se tornam comuns. Chuva que antes era previsível agora chega atrasada ou exagerada. O fogo encontra mais espaço. Povos indígenas e ribeirinhos sentem no corpo aquilo que muitos só leem em relatórios.
Isso nos lembra o alerta de Romanos 8:22: “Toda a criação geme e suporta angústias até agora.”
A natureza clama por socorro. E, no fundo, nós também clamamos.
A negligência traz feridas — e elas já estão abertas
Devemos proteger aqueles que Deus colocou sob nosso cuidado, e isso inclui o ambiente que sustenta a vida deles. Quando negligenciamos essa missão, colhemos resultados dolorosos:
- doenças se multiplicam
- alimentos encarecem
- rios secam
- populações adoecem no corpo e na alma
Como reforça Provérbios 12:10: “O justo cuida bem dos seus animais.”
O cuidado divino inclui toda forma de vida — não apenas a humana.
A proteção das terras indígenas é também um ato espiritual
A proteção das terras indígenas e das áreas de conservação é uma das formas mais eficazes de impedir que a destruição avance. E isso não é apenas política — é espiritual.
Porque quando defendemos quem cuida da floresta, participamos de um plano maior:
o plano de Deus para preservação da vida.

Isso se harmoniza com Isaías 58:12, que fala sobre restaurar brechas e reconstruir caminhos para que outros possam andar neles.
O que eu posso fazer daqui? Mais do que você imagina
Respire fundo comigo e pense: O que eu posso fazer, mesmo daqui?
Pequenas ações movidas por propósito sincero têm impacto enorme no Reino de Deus:
- orar pela Amazônia
- apoiar quem luta por sua proteção
- compartilhar informação correta
- rejeitar discursos de destruição
- permitir que o Espírito Santo transforme a nossa percepção da criação
Como diz Tiago 4:17: “Aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.”
Não é apenas sobre capacidade — é sobre responsabilidade.
Os sinais estão claros — e não podem ser ignorados
Por anos fomos alertados sobre os perigos de ignorar os sinais que Deus coloca diante de nós.
E hoje esses sinais estão escancarados:
- floresta queimando
- clima mudando
- povos sofrendo
Esses são convites à reflexão, ao arrependimento, à ação guiada por Deus.
Jesus disse em Mateus 24:32: “Aprendei, pois, a parábola da figueira…”
Os sinais dos tempos estão diante de nós — basta olhar com atenção.
Muito em crise, Deus oferece um caminho
Mesmo diante das maiores crises, Deus sempre oferece um caminho.
Sempre.
Como está escrito em Salmos 46:1: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”
Ele não abandona Seu povo.
Ele não abandona Sua criação.
Quando protegemos aquilo que Deus ama, Ele derrama entendimento, paz e direção.
Não espere ser grande para agir.
Comece pequeno. Comece hoje. Comece com o coração certo.
E lembre-se do que diz Gálatas 6:9: “Não nos cansemos de fazer o bem.”
Uma prática espiritual simples — e transformadora
Aqui vai um conselho poderoso para sua vida espiritual:
Reserve alguns minutos do dia para simplesmente observar a natureza — uma árvore, um jardim, o céu, o vento.
Peça a Deus:
“Senhor, o que a criação está tentando me ensinar hoje?”
Essa prática abre portas para revelações profundas e restaura a conexão espiritual que muitos perderam sem perceber.
E agora… deixe Deus falar com você
De tudo isso que você leu, eu te faço uma pergunta final:
O que Deus está falando diretamente ao seu coração sobre como você pode cuidar mais da vida ao seu redor?
Escreva. Reflita. Ore.
E permita que o Espírito Santo te conduza ao próximo passo.
Reflexões sobre sinais no dia a dia

Há momentos na vida em que o silêncio parece ocupar todos os espaços, como se Deus tivesse recolhido Sua voz e deixado apenas o eco das nossas próprias inquietações. É aquele silêncio pesado, denso, que faz a alma buscar respostas onde não existem e nos deixa como quem caminha por um vale nebuloso sem saber onde colocar os pés. Mas esse silêncio — por mais desconfortável que seja — não é ausência. É convite.
Assim como Elias ouviu Deus não no vento forte, nem no terremoto, nem no fogo, mas “num suave sussurro” (1 Reis 19:12), também nós somos chamados a perceber aquilo que só o coração desacelerado é capaz de captar. E quando abrimos espaço para além das urgências, percebemos uma verdade antiga, delicada e constante: Deus fala através da criação.
Não é uma voz audível, nem um discurso articulado. Ele fala por sinais, por gestos da vida, por movimentos sutis que atravessam o cotidiano. Fala através do simples, do comum, do ordinário, porque sabe que nossos olhos cansados precisam de beleza para reencontrar a fé. A natureza, tão presente e tantas vezes ignorada, torna-se ponte, mensagem, altar. Ela revela o que sempre esteve diante de nós:
“Os céus declaram a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de Suas mãos.” (Salmos 19:1).
E não apenas isso: “Porque os atributos invisíveis de Deus… claramente se reconhecem, desde a criação do mundo” (Romanos 1:20). O divino está escondido nos detalhes, nas minúcias carregadas de propósito.
A criação como sermão diário
Cada amanhecer é mais que o fim da noite — é um sermão silencioso.
É Deus pintando o horizonte com esperança, dizendo sem palavras que “as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã” (Lamentações 3:22–23).
A brisa que toca o rosto é um abraço invisível.
A luz que atravessa as nuvens é um chamado.
O canto dos pássaros é um aviso de que a vida continua.
O mar que respira sem cessar é metáfora viva da fidelidade que não falha.
O som das folhas, o cheiro da chuva, o ciclo das estações — tudo forma frases que só quem desacelera consegue traduzir.
Porque “toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto” (Tiago 1:17), inclusive essa graça sutil que Deus derrama nos detalhes da criação.
Quando a vida é corrida demais para perceber
Nos dias acelerados, quando a ansiedade aperta e a agenda devora, raramente notamos esses sinais. Vivemos como se cada minuto fosse mais urgente que o anterior, e nesse ritmo frenético a alma perde sensibilidade. Perdemos o tato espiritual, a nitidez do olhar, a capacidade de perceber Deus nas pequenas coisas.
Mas Ele não se limita ao nosso ritmo.
Ele fala na continuidade da vida, na precisão das estações, na força escondida em uma semente que rompe a terra para alcançar a luz. Jesus apontou esse princípio:
“O Reino de Deus é como um homem que lança semente… e ela cresce sem que ele saiba como.” (Marcos 4:26–27)
Até o simples lírio — ignorado pela pressa — guarda lições eternas:
“Olhai os lírios do campo…” (Mateus 6:28)
A flor ensina confiança.
A árvore ensina resistência.
O inverno ensina paciência.
A primavera ensina renovo.
Tudo fala, tudo aponta, tudo declara.
Deus já está respondendo — só precisamos perceber
Buscamos respostas em lugares distantes, mas muitas vezes Deus já está respondendo ao nosso redor. Uma porta que se abre, uma paz inesperada, uma palavra que toca exatamente o ponto da dor, um encontro que chega na hora exata — raramente são coincidências. São manifestações delicadas do cuidado divino.
“Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir” (Salmos 32:8) não é apenas promessa, é ação diária.
“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados” (Mateus 10:30) — Ele conhece cada detalhe.
“Eu te fortalecerei e te ajudarei” (Isaías 41:10) — Ele cuida mesmo quando não percebemos.
A fé cresce quando deixamos de esperar manifestações extraordinárias e aprendemos a reconhecer Deus nas entrelinhas da vida.
“Fé é o firme fundamento das coisas que se esperam” (Hebreus 11:1).
A criação desperta coisas que esquecemos
Quando contemplamos a precisão com que tudo foi criado — o desenho de uma folha, o brilho distante das estrelas, o fluxo incansável dos rios — somos lembrados de que nossa vida também não é acidental.
“Tu me teceste no ventre da minha mãe” (Salmos 139:13).
“Antes que eu te formasse, Eu te conheci” (Jeremias 1:5).
Assim como a flor desabrocha no tempo exato, também existe um propósito se desdobrando em nós — ainda que não o percebamos. Por isso a Escritura nos exorta:
“Confia no Senhor de todo o teu coração… e Ele endireitará as tuas veredas.” (Provérbios 3:5–6)
Quando o olhar se torna mais sensível, tudo muda de cor.
O céu vira oração.
O vento vira resposta.
O pôr do sol vira sabedoria.
O mar vira lembrança de que Deus permanece.
E então finalmente entendemos Jesus quando disse:
“O vento sopra onde quer…” (João 3:8)
Assim Ele fala — suave, livre, inesperado.
A natureza cura o interior
A natureza nos ajuda a retornar ao centro de nós mesmos.
Ela nos reequilibra.
Ela nos desacelera.
Ela nos convida ao descanso.
“Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (Salmos 46:10) é um convite que ecoa na brisa, na manhã fresca, no canto dos pássaros.
E Paulo descreve esse anseio cósmico:
“A criação aguarda… a revelação dos filhos de Deus.” (Romanos 8:19)
No meio de um mundo barulhento, confuso e saturado, a criação se torna o lugar onde a alma respira, onde a mente reencontra clareza, onde o espírito lembra quem Deus é.
Por que Deus fala assim?
Porque Ele conhece nossa fragilidade.
Ele sabe que precisamos de sinais visíveis, concretos, palpáveis.
Sabe que nosso coração cansado precisa de beleza para reacender a fé.
Por isso, todos os dias Ele repete mensagens em cores, sons, movimentos e sensações. Cada amanhecer é um versículo vivo. Cada estação é um capítulo novo. Cada detalhe natural é Deus dizendo:
“Eu estou aqui.”
“Estarei convosco todos os dias” (Mateus 28:20).
“Porque nele vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17:28).
Uma fé que floresce no simples
Quem aprende a viver assim vive com mais leveza.
Não precisa esperar grandes milagres — porque vê milagres na constância da vida.
Não precisa que Deus fale alto — porque reconhece o sussurro.
Não precisa de explicações — porque encontra sentido no simples.
E é nesse lugar silencioso e profundo que a fé cria raízes verdadeiras.
A criação é o lembrete diário de que Deus está perto, atento e ativo.
Quem observa com olhos espirituais encontra sinais precisos, convites ao descanso, ao cuidado, à confiança.
Porque a verdade é simples e poderosa:
Deus nunca deixou de falar.
Nós é que, finalmente, estamos prontos para ouvir.
My First Love With Jesus – (tradução)
Dannybia
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Mensagens do Cantor Cristão
Introdução:
“Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor. (Salmos 40:1-3).
O Senhor colocou um novo cântico na minha boca e também tocou no meu coração para eu providenciar algumas mensagens baseadas nos belos hinos do Cantor Cristão. O intuito dessas mensagens é para que possamos voltar ao “primeiro amor”. “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor”. (Apocalipse 2:4).
Incomensuráveis bênçãos e maravilhas de Deus, nós os cristãos, temos recebido a todo instante e isso nós podemos presenciar em nosso meio. Na vida dos irmãos, na vida da igreja como um todo. Mas para enxergar isso é preciso que saibamos que quando achamos que recebemos uma benção, Deus já nos abençoou várias vezes. “Muitas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar”. (Salmos 40:5).
Uma das bênçãos que Deus nos deu e que jamais podemos abandonar é o nosso amado Cantor Cristão. Eu acredito que os hinos do Cantor Cristão nos trás maravilhosas e gratificantes mensagens, e certamente foram escritas e deixadas a nós, por homens inspirados pelo Espírito Santo de Deus, em seus momentos de angústias e tribulações; e também em momentos dos quais precisavam tomar decisões que dependiam só e unicamente da vontade de Deus.
Wilfield, por exemplo, procurava ser um evangelista, queria ser completamente do Senhor, apesar de toda hesitação que há em todo ser humano (Moisés, Abraão) então, Wilfield falou com o Senhor em oração e criou o hino “tudo entregarei – I surrender all”. Temos muitas batalhas a enfrentar, uma delas é a evangelização. São poucos os irmãos que estão dispostos a entregar tudo por Jesus.
Não se trata de um substituto da Palavra de Deus, mas é sim, sem dúvida alguma, um complemento que nos fala do verdadeiro amor de Cristo, dos verdadeiros cristãos, das nossas falhas, do modo como devemos proceder estando na posição de “servos livres” do Senhor, de como podemos ser santos. São hinos extraídos e baseados na Palavra de Deus.
Sei que, infelizmente, muitas igrejas nos dias de hoje estão abandonando esse tesouro que nos foi deixado e, substituindo-o por músicas de alguns irmãos, letras próprias ou até mesmo em forma de corinhos. Sei que é triste e acredito que muitos pensam da mesma forma. Só de saber que alguns dos nossos netos sequer conhecerão o Cantor Cristão se algumas igrejas continuarem nessa direção, ou seja, se afastando das verdadeiras raízes.
Tenho a esperança que muitos quando vierem a ler essas mensagens poderão analisar suas vidas; e com a ajuda do Senhor se auto-analisarem como tenho procurado fazer, e, com isso perceberem o que têm feito para Deus, sé é condizente com o que estamos cantando.
Será que temos feito da maneira correta? Todos poderão se atentar aos atos praticados perante o Senhor, e, logicamente se quiserem terão todos os meios para se corrigirem e começarem a praticar o que realmente é agradável aos olhos de Deus, a verdadeira santidade e amor.
Existem muitas pessoas, até mesmo alguns que se dizem cristãos e verdadeiros convertidos, os quais cantam hinos de louvor ao Senhor e sequer pararam para prestar atenção à letra que está cantando. Isso se chama hipocrisia. Deus não se agrada desse tipo de pessoas. Deus quer receber louvores que chegam ao Seu trono com cheiro suave e, não como abominação. “Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos”. (Salmos 95:2).
E o meu desejo é que se uma dessas mensagens tocar seu coração, não o endureça, talvez ele esteja te enganando, pois através do livro do profeta Jeremias 17:9, já fomos alertados. “Porque ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas da sua mão. Se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, assim como na provocação e como no dia da tentação no deserto”. (Salmos 95:7-8).
“Além dos hinos abaixo eu compus também algumas letras, e traduzi outras do Inglês para o Português, e, no momento apenas alguns estão disponível
aqui na Danny’s Home Page, e para conhecê-los vá até Hinos Evangélicos:
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História Pós-diluviana – Origem das Nações

Após o Dilúvio (2.072 a.C), os descendentes de Sem – 2.172 a.C. (filho de Noé) povoaram as regiões asiáticas, desde as praias do Mediterrâneo até o oceano Índico, ocupando a maior parte do território entre Jafé e Cão. Foi dentre eles que Deus escolheu o seu povo, cuja história constitui o tema central das Sagradas Escrituras.
Os descendentes de Cão – 2.172 a.C. (filho de Noé) foram notavelmente poderosos no princípio da história do mundo antigo. Constituíam a base dos povos que mais relações travaram com os hebreus, seja como amigos, seja como inimigos. Eles se estabeleceram na África, no litoral Mediterrâneo da Arábia e na Mesopotâmia.
Os descendentes de Jafé – 2.172 a.C. (filho de Noé) formaram os povos indo-europeus, ou arianos. Embora não tivessem sobressaído na história antiga, tornaram-se nas raças dominantes do mundo moderno.
Mas ainda houve um fato digno de menção antes de Abraão (1.780 a.C) ou de seu chamado por Deus com 75 anos de idade (1.705 a.C). Decorridos 120 anos depois do Dilúvio, os habitantes de Sinar, se orgulharam e queriam chegar ao céu então começaram a construir uma torre, para, talvez, formalizarem algum culto idólatra, essa era a Torre de Babel ( Gênesis 11 ), mas Deus condenou sua arrogância e confundiu-lhes a língua que falavam e os dispersou em várias regiões. Daí em diante, a torre passou a ser conhecida como Babel, que, em hebraico, significa “confusão”. ( Gênesis 11:1-7, cf. 9:11 ). Isso nos dá a entender, talvez, ser este o motivo de se falar tantas diferentes línguas pelo mundo. É bem provável que a torre de Belus, na cidade de Babilônia, haja sido a culminação de Babel. Constituía-se ela numa pirâmide quadrada de oito pisos, cuja base media mais de um quilômetro de circunferência. ( Gênesis 10:10; Gênesis 11:9 ).
12 Gerações Pós-Diluvianas – Filhos de Noé
| Noé 2.672 a.C. a 1.772 a.C. “Gênesis 5:29” | ||||
| Sem 2.172 a.C. (Rocha) “Gn. 5:32; 6:10” | Cão 2.172 a.C. (Quente) “Gn. 5:32; 6:10; 7:13; 9:18,22” | Jafé 2.172 a.C. (Beleza) “Gn. 5:32; 6:10” | ||
| Elão Assur Arfaxade (Arfaxad) Lude Arã (Arão-Aram) “Gn. 10:22; I Cr. 1:17” |
“Povos da Arábia, de Canaã, do Egito e da Etiópia são em grande parte descendentes de Cão “Gn. 10:6-14” Cuche (Cuxe, Cuse) Mizraim Pute Canaã “Gn. 10:6” |
Gomer Magogue Madai Javã Tubal Meseque Tiras “Gn. 10:2” |
||
| Elão | Assur | Lude | Cuxe (Cuche – Cuse) “Gn. 10:6-8” | Mizraim |
| Também cidade “Gn. 14:1,9” | “Cuxe, também a terra circundada pelo rio Gion “Gn. 2:13” Seba Havilá Sabtá Raamá (Raema) Sabtecá “Gn. 10:7”“ Ninrode “Gn. 10:8” |
Ludim (ladeus) Anamim (anameus) Leabim (leabeus) Naftuim “Gn. 10:13” (naftueus) Patrusim (patruseus) Caslusim (casleus) de onde surgiram os filisteus. Caftorim “Gn. 10:14” (caftoreus) |
||
| Arfaxade 2.070 a.C. “Gn. 10:12, 22” | Arã (Aram-Arão) | Pute | Canaã “Gn. 10:6” | Gomer |
| Selá (Salá) “Gn. 10:24; 11:12 e I Cr. 1:18” | Uz Hul Geter Más |
“Canaã, também cidade “Ex. 23:31; Js. 1:4; Sf. 2:5; Mt. 15:22” recebeu este nome em honra ao filho de Noé “Ex. 15:15” Sidom Hete (heteus) “Gn. 10:15” |
Asquenáz Rifate Togarma “Gn. 10:3” |
|
| Selá 2.035 a.C. (Arremesso) | Magogue | Madai | Javã | Tubal |
| Eber (Héber) “Gn. 10:24 e I Cr. 1:18” | Elisá Társis Quitim Dodanim “Gn. 10:4” |
|||
| Eber (Heber) 2.005 a.C. | Mesegue | Tiras | Sebá | Havilá |
| Pelegue (Faleque – Faleg) Joctã (Joctão) “Gn. 10:25 e I Cr. 1:19” |
||||
| Pelegue 1.971 a.C “Gn. 10:25 – I Cr. 1:19” | Joctã (Joctão) (Pequeno) “Gn. 10:26” | Sabtá | Raamá – (Raema) | Sabtecá |
| Reú (Regaú) “Gn. 11:18” | “Foi através de seus 13 filhos “Gn. 10:26-29” que foram fundadas muitas tribos árabes existentes na Arábia do Sul” Almodade (Almodá) Selefe Hazarmavete (Hazarmavé) Jerá (Jara) “Gn. 10:26”“ Hadorão Husal (Usal) Diclá (Diclá) “Gn. 10:27”“ Ebade (Obal) Abimael Seba “Gn. 10:28” Ofir Havilá Jobabe “Gn. 10:29 e I Cr. 1:20-23” |
Sebá Dedã “Gn. 10:7” |
||
| Ninrode | Ludim | Anamim | Leabim | |
| Naftuim | Patrusim | Caslusim | Caftorim | |
| Uz | Hul | Geter | Más | |
| Sidom | Hete | Asquenaz | Rifate | |
| “Destes surgiram os: jebuseus, amorreus, gigaseus, heveus, arqueus, sineus, arvadeus, zemareus e hamateus; de onde surgiram os povos cananeus” “Gn. 10:15” |
||||
| Togorma | Elisá | Társis | Quitim | |
| Réu 1.941 a.C. “Gn. 11:18” | Dodanim | Almodá (Imenso) | Selefe | Hazarmavé |
| Serugue (Serug) “Gn. 11:20” | ||||
| Serugue 1.909 a.C. “Gn. 11:20” | Jerá (Jara) | Hadorão | Husal (Usal) | Diclá (Didá) |
| Naor (Nacor) “Gn.11:23” | ||||
| Naor 1.879 a.C. | Obal (Ebade) | Abimael | Sebá | Ofir |
| Tera (Terá – Tare – Taré) “Gn.11:24” Filho de Joctã “Gn. 10:28” |
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| Tera 1.850 a.C. “Gn. 11:24; Josué 24:2” | Havilá | Jobabe | Sebá | Dedã |
| Abrão (Abraão) Naor Harã “Gn. 11:26” |
“Filho de Raamá “Gn. 10:7” | “Filho de Raamá “Gn. 10:7” | ||
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