My First Love With Jesus – (tradução)
Dannybia
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História Pós-diluviana – Origem das Nações

Após o Dilúvio (2.072 a.C), os descendentes de Sem – 2.172 a.C. (filho de Noé) povoaram as regiões asiáticas, desde as praias do Mediterrâneo até o oceano Índico, ocupando a maior parte do território entre Jafé e Cão. Foi dentre eles que Deus escolheu o seu povo, cuja história constitui o tema central das Sagradas Escrituras.
Os descendentes de Cão – 2.172 a.C. (filho de Noé) foram notavelmente poderosos no princípio da história do mundo antigo. Constituíam a base dos povos que mais relações travaram com os hebreus, seja como amigos, seja como inimigos. Eles se estabeleceram na África, no litoral Mediterrâneo da Arábia e na Mesopotâmia.
Os descendentes de Jafé – 2.172 a.C. (filho de Noé) formaram os povos indo-europeus, ou arianos. Embora não tivessem sobressaído na história antiga, tornaram-se nas raças dominantes do mundo moderno.
Mas ainda houve um fato digno de menção antes de Abraão (1.780 a.C) ou de seu chamado por Deus com 75 anos de idade (1.705 a.C). Decorridos 120 anos depois do Dilúvio, os habitantes de Sinar, se orgulharam e queriam chegar ao céu então começaram a construir uma torre, para, talvez, formalizarem algum culto idólatra, essa era a Torre de Babel ( Gênesis 11 ), mas Deus condenou sua arrogância e confundiu-lhes a língua que falavam e os dispersou em várias regiões. Daí em diante, a torre passou a ser conhecida como Babel, que, em hebraico, significa “confusão”. ( Gênesis 11:1-7, cf. 9:11 ). Isso nos dá a entender, talvez, ser este o motivo de se falar tantas diferentes línguas pelo mundo. É bem provável que a torre de Belus, na cidade de Babilônia, haja sido a culminação de Babel. Constituía-se ela numa pirâmide quadrada de oito pisos, cuja base media mais de um quilômetro de circunferência. ( Gênesis 10:10; Gênesis 11:9 ).
12 Gerações Pós-Diluvianas – Filhos de Noé
| Noé 2.672 a.C. a 1.772 a.C. “Gênesis 5:29” | ||||
| Sem 2.172 a.C. (Rocha) “Gn. 5:32; 6:10” | Cão 2.172 a.C. (Quente) “Gn. 5:32; 6:10; 7:13; 9:18,22” | Jafé 2.172 a.C. (Beleza) “Gn. 5:32; 6:10” | ||
| Elão Assur Arfaxade (Arfaxad) Lude Arã (Arão-Aram) “Gn. 10:22; I Cr. 1:17” |
“Povos da Arábia, de Canaã, do Egito e da Etiópia são em grande parte descendentes de Cão “Gn. 10:6-14” Cuche (Cuxe, Cuse) Mizraim Pute Canaã “Gn. 10:6” |
Gomer Magogue Madai Javã Tubal Meseque Tiras “Gn. 10:2” |
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| Elão | Assur | Lude | Cuxe (Cuche – Cuse) “Gn. 10:6-8” | Mizraim |
| Também cidade “Gn. 14:1,9” | “Cuxe, também a terra circundada pelo rio Gion “Gn. 2:13” Seba Havilá Sabtá Raamá (Raema) Sabtecá “Gn. 10:7”“ Ninrode “Gn. 10:8” |
Ludim (ladeus) Anamim (anameus) Leabim (leabeus) Naftuim “Gn. 10:13” (naftueus) Patrusim (patruseus) Caslusim (casleus) de onde surgiram os filisteus. Caftorim “Gn. 10:14” (caftoreus) |
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| Arfaxade 2.070 a.C. “Gn. 10:12, 22” | Arã (Aram-Arão) | Pute | Canaã “Gn. 10:6” | Gomer |
| Selá (Salá) “Gn. 10:24; 11:12 e I Cr. 1:18” | Uz Hul Geter Más |
“Canaã, também cidade “Ex. 23:31; Js. 1:4; Sf. 2:5; Mt. 15:22” recebeu este nome em honra ao filho de Noé “Ex. 15:15” Sidom Hete (heteus) “Gn. 10:15” |
Asquenáz Rifate Togarma “Gn. 10:3” |
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| Selá 2.035 a.C. (Arremesso) | Magogue | Madai | Javã | Tubal |
| Eber (Héber) “Gn. 10:24 e I Cr. 1:18” | Elisá Társis Quitim Dodanim “Gn. 10:4” |
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| Eber (Heber) 2.005 a.C. | Mesegue | Tiras | Sebá | Havilá |
| Pelegue (Faleque – Faleg) Joctã (Joctão) “Gn. 10:25 e I Cr. 1:19” |
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| Pelegue 1.971 a.C “Gn. 10:25 – I Cr. 1:19” | Joctã (Joctão) (Pequeno) “Gn. 10:26” | Sabtá | Raamá – (Raema) | Sabtecá |
| Reú (Regaú) “Gn. 11:18” | “Foi através de seus 13 filhos “Gn. 10:26-29” que foram fundadas muitas tribos árabes existentes na Arábia do Sul” Almodade (Almodá) Selefe Hazarmavete (Hazarmavé) Jerá (Jara) “Gn. 10:26”“ Hadorão Husal (Usal) Diclá (Diclá) “Gn. 10:27”“ Ebade (Obal) Abimael Seba “Gn. 10:28” Ofir Havilá Jobabe “Gn. 10:29 e I Cr. 1:20-23” |
Sebá Dedã “Gn. 10:7” |
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| Ninrode | Ludim | Anamim | Leabim | |
| Naftuim | Patrusim | Caslusim | Caftorim | |
| Uz | Hul | Geter | Más | |
| Sidom | Hete | Asquenaz | Rifate | |
| “Destes surgiram os: jebuseus, amorreus, gigaseus, heveus, arqueus, sineus, arvadeus, zemareus e hamateus; de onde surgiram os povos cananeus” “Gn. 10:15” |
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| Togorma | Elisá | Társis | Quitim | |
| Réu 1.941 a.C. “Gn. 11:18” | Dodanim | Almodá (Imenso) | Selefe | Hazarmavé |
| Serugue (Serug) “Gn. 11:20” | ||||
| Serugue 1.909 a.C. “Gn. 11:20” | Jerá (Jara) | Hadorão | Husal (Usal) | Diclá (Didá) |
| Naor (Nacor) “Gn.11:23” | ||||
| Naor 1.879 a.C. | Obal (Ebade) | Abimael | Sebá | Ofir |
| Tera (Terá – Tare – Taré) “Gn.11:24” Filho de Joctã “Gn. 10:28” |
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| Tera 1.850 a.C. “Gn. 11:24; Josué 24:2” | Havilá | Jobabe | Sebá | Dedã |
| Abrão (Abraão) Naor Harã “Gn. 11:26” |
“Filho de Raamá “Gn. 10:7” | “Filho de Raamá “Gn. 10:7” | ||
História Pré-diluviana
É interessante e necessário que observemos a longevidade dos homens pré-diluvianos, visto que suas idades relacionam-se conforme segue:
Adão, 930 anos; Sete, 912; Enos, 905; Cainã, 910; Maalelel, 895; Jarede, 962; Enoque, 365; Metusalém, 969; Lameque, 777; Noé, 950.
Podemos, sem dúvida, explicar essa longevidade com a teoria de que o pecado, que sempre existiu, apenas recentemente começava a exercer sua maléfica influência na raça humana, que descendera de uma natureza originalmente imortal. Alguns pensam que esses nomes são de épocas dinâmicas, em vez de indivíduos. Outros julgam que, naquele tempo, os meses eram considerados anos. Mas nada disso procede.
A cronologia em Gênesis indica que houve 1.656 anos entre a Criação do homem e o Dilúvio. Embora tenha Deus revelado a Moisés (1.140 a.C.) como Ele criou todas as coisas e, Moisés por sua vez descreveu tudo na Bíblia. Ainda que nós, os cristãos, façamos as somas das idades das pessoas na lista das 10 gerações apresentadas na Bíblia, obteremos um número pequeno demais para os anos da história, isto pode se dar pelo fato de, como podemos ver na própria genealogia de Jesus em Mateus 1, terem saltado nomes. Desde modo, muitos estudiosos acham que não há como obtermos, com segurança, tais datas. Mas a fórmula “viveu… anos e gerou” – vai de encontro a essa teoria.
Hoje em 2018, estamos à 5.679 anos da criação do 1º ser humano por Deus, Adão (3.728 a.C. – 2.798 a.C.).
10 Gerações Pré-Diluvianas – Filhos do Pó
| 1ª | Pó (criação) | ||
| Adão (vermelho) Gn. 1:26 | |||
| 2ª | Adão (vermelho) | Eva (vida) | |
| Adão: Gn. 1:26; Gn. 2:7; Gn. 4:1, 25; Gn. 5:2; Lc. 3:38; Ef. 4:24; Cl. 3:9; At.17:26; I Co. 15:21-22, 45; Rm. 5:12,21; I Tm. 2:13-14 | |||
| Eva: Gn. 3:20; Gn. 4:1; Mc. 1:1; II Co. 11:3; I Tm. 2:13 | |||
| Cain Abel (transitório) Sete (designado) |
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| 3ª | Caim | Abel (transitório) | Sete 3.598 a.C. (designado) |
| Caim: Gn. 4:1, Gn. 17, Gn. 25; Js. 15:57 Hb. 11:4; Hb. 12:18-25; Jd. 11; I Jo 3:12 | |||
| Abel: Gn. 4:2; Gn. 50:11; Nm. 33:49; Jz. 7:22; 11:33; I Sm. 6:18; II Sm. 20:14-15, 18; I Rs. 4:12; 15:20; 19:16; II Rs. 15:29; II Cr. 16:4; Mt. 23:35; Lc. 11:51; Hb. 11:4; Hb. 12:24 | |||
| Sete: Gn. 4:25-26; Gn. 5:3, 7 Nm. 24:17; I Cr. 1:1; Lc. 3:38 | |||
| Enoque iniciado | Enos Gn. 4:26; Lc. 3:38 mortal | ||
| Enoque: Gn. 4:17; Gn. 5:21; Gn. 25:4; Gn. 46:9; Jd. 14; Hb. 11:5 | |||
| 4ª | Enoque Gn. 4:17 também cidade | Enos 3.493 a.C. Gn. 4:26 | |
| Irade | Cainã (Quenã) possuidor | ||
| 5ª | Irade Gn. 4:18 | Cainã 3.403 a.C. Gn. 5:9 | |
| Meüjael | Maalaleel (Maleleel – Maalalel) | ||
| 6ª | Meüjael Gn. 4:18 | Maalaleel 3.333 a.C. Gn. 5:12 | |
| Metusael | Jarede (Jared) | ||
| 7ª | Metusael Gn. 4:18 | Jarede 3.268 a.C. Gn. 5:15 | |
| Lameque | Enoque (Henoc) | ||
| 8ª | Lameque ( Ada ) Gn. 4:18-19 | Lameque ( Zilpa Zila – Zilá ) Gn.4:18-19 | Enoque 3.106 a.C. Gn. 5:18 |
| Jabal Jubal Gn. 4:20-21 |
Tubal-Caim (Tubalcaim) Naamá (irmã) Gn. 4:22 |
Metusalém (Matusalém) | |
| 9ª | Jabal Jubal | Tubal-Caim Naamá | Matusalém 3.041 a.C homem armado Gn. 5:21 |
| Lameque (Lamec) | |||
| 10ª | Lameque 2.854 a.C. Gn. 5:25 | ||
| Noé 2.672 a.C. Gn. 5:29 | |||
Como já vimos acima a data concreta para o Dilúvio seria o ano 1.656 desde a Criação. Mas ainda assim vamos seguir a linha da família de Adão até o Dilúvio para termos certeza e, para isto vamos nos utilizar de muitas passagens Bíblicas incluindo de Gênesis 4:17-22, mas principalmente as cronologias que encontramos em Gênesis 5 a 7:11, vejamos:
Pela Bíblia não encontramos descendentes de Abel quando antes ou depois de ser assassinado, portanto, começaremos a genealogia pela família de Caim, embora, nesse caso específico, não nos ofereça datas específicas.
Conheceu Caim a sua mulher, a qual concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade, e lhe deu o nome do filho, Enoque. ( Gênesis 4:17 )
A Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meüjael, e Meüjael gerou a Metusael, e Metusael gerou a Lameque. ( Gênesis 4:18 )
Lameque tomou para si duas mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila. ( Gênesis 4:19 )
E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado. ( Gênesis 4:20 )
O nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta. ( Gênesis 4:21 )
A Zila também nasceu um filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naama. ( Gênesis 4:22 )
Adão estava com 130 anos quando do nascimento de Sete ( Gênesis 5:3 ) e viveu mais 800 anos após seu nascimento ( Gênesis 5:4 ).
A Sete, com 105 anos anos nasceu Enos depois viveu mais 807 anos ( Gênesis 5:6-7 ).
Enos estava com 90 anos quando nasceu o filho Cainã e depois disso ele viveu 815 anos ( Gênesis 4:26a ) ( Gênesis 5:9-10 ).
Cainã estava com 70 anos quando nasceu Maalaleel, e ele ainda viveu mais 840 anos ( Gênesis 5:12-13 ).
Maalaleel tinha 65 anos quando Jarede nasceu, e ele viveu mais 830 anos ( Gênesis 5:15-16 ).
Jarede estava com 162 anos quando gerou a Enoque e viveu após seu nascimento mais 800 anos ( Gênesis 5:18-19 ).
Quando Enoque estava com 65 anos nasceu Matusalém e depois viveu ele ainda mais 300 anos ( Gênesis 5:21-24 ).
Matusalém estava com 187 anos quando Lameque nasceu, e depois disso viveu ainda mais 782 anos ( Gênesis 5:25-26 ).
Lameque, por sua vez estava com 182 anos quando Noé nasceu e viveu ainda 595 anos ( Gênesis 5:28-31 ).
Noé tinha 500 anos quando gerou os trigêmeos, Sem, Cão e Jafé – 2.172 a.C. ( Gênesis 5:32 ); ( Gênesis 6:10 ).
No ano 600 de Noé foi que Deus enviou o Dilúvio a terra ( Gênesis 7:6 ) e, após o Dilúvio Noé ainda viveu 350 anos e morreu com a idade de 950 anos ( Gênesis 9:28-29 ).
Ora, se somarmos as idades de cada um desses homens, ou seja, de Adão a Noé, obtemos um total de 1.656 anos até o Dilúvio. Se tomarmos o ano 600, quando Deus enviou o Dilúvio à terra e diminuirmos da soma das idades que encontramos (1.656-600) obtemos 1.056 anos, que pela lógica podemos dizer que Noé nasceu 1.056 anos após a Criação, ou seja 2.672 a.C.
Dilúvio (2.072 a.C)
Como o mal havia se espalhado por toda a humanidade ( Gênesis 6:1-4 ), conforme a Palavra de Deus, gigantes, homens poderosos viviam nesse tempo, mas sua estatura física, não condizia com a estatura espiritual que Deus espera de nós. Por isso foi que Deus enviou o Dilúvio no ano 1.656 depois da Criação, para castigar a humanidade e “… Romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram ( Gênesis 7:11 ).
O Vale do Eufrates quase podia ser chamado o istmo do Hemisfério Oriental, onde o Mar Mediterrâneo e o Oceano Índico se aproximam um do outro e quase dividem a África, ao sul da Europa e Ásia do norte. A região montanhosa da Armênia é quase idêntica a um sistema insular, com os mares Cáspio e Negro ao norte, e Mediterrâneo ao oeste, o Golfo Pérsico e o Oceano Índico ao sul. Um abaixamento cataclísmico da região faria que as águas desses mares a invadissem, enquanto de cima se derramava a água da chuva.
“Todos os altos montes, que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos. Pereceu toda a carne que se movia sobre a terra” ( Gênesis 7:19-21 ). Foram estas, sem dúvida, as próprias palavras com que Sem narrou, ou escreveu, a história do Dilúvio a seus filhos e netos. Contou como viu. Temos que interpretar sua linguagem conforme sua própria geografia? Ou conforme a geografia de hoje? Toda a raça, exceto Noé e sua família, foi destruída. Para destruir a raça, bastava que o Dilúvio cobrisse, apenas, as regiões habitadas da terra. Aceitando a narrativa como está na Bíblia, houve só dez gerações, desde Adão, o primeiro homem. Dispondo de meios primitivos para viajar, como podia uma família, em dez gerações, povoar a terra inteira? É muito provável que a raça não se tivesse espraiado para além da Bacia do Eufrates. Não obstante, pensam alguns que o Dilúvio cobriu, de fato, a terra toda como hoje a conhecemos, identificando-o com a última grande modificação havida no nível do solo ao fim da Era Glacial, em 10.000 a.C.
Noé entrou na arca 7 dias antes de que começasse a chover ( Gênesis 7:4,10 ), e também conforme Deus ordenou, sete pares de animais limpos ( Gênesis 7:2 ) e um par de animais impuros ( Gênesis 7:15 ). Alguns duvidam, mas Gleason L. Archer no livro A Survey of Old Testament Introduction, mostra com detalhe que o tamanho da arca que Deus ordenou que Noé fizesse era suficiente para conter todas as variedades de animais que existem hoje. Desta forma, com certeza, podemos afirmar que caberiam todas as variedades de vida nos dias de Noé. A chuva começou no 17º dia do 2º mês do ano 600º de Noé ( Gênesis 7:11 ). Choveu 40 dias ( Gênesis 7:12 ). As águas prevaleceram 150 dias ( Gênesis 7:24; 8:3 ). A arca repousou no 17º dia do 7º mês ( Gênesis 8:4 ). Os picos dos montes começaram a ser vistos no 1º dia do 10º mês ( Gênesis 8:5 ). Removeu-se a cobertura da arca no 1º dia do 1º mês do ano 601º de Noé ( Gênesis 8:13 ). Saída da arca no 27º dia do 2º mês ( Gênesis 8:14-19 ). Na arca passaram 1 ano e 17 dias: 5 meses vagando, 7 meses nomonte.
Depois de vagar uns 800km ou mais, além do local de onde partira, a arca repousou no pico de um dos montes da Armênia, chamado Ararate, cerca de 322 km ao norte de Nínive. Esse monte tem de altura 5.610m. Ao seu sopé fica a cidade chamada Naxuana, ou Nakhitchevan, que alega possuir o túmulo de Noé. O nome significa, “Aqui Noé fixou-se”.
Genealogia – Pré e Pós Diluvianas – de Adão a Jesus
História das Gerações
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Os Nomes de Deus
Primeiro quero acrescentar que o nome é a própria personalidade, por assim dizer, pois é individual. Veja no “princípio” os indivíduos não costumava usar sobrenomes, podemos constatar isso na Bíblia, que é o nosso foco: Abraão, Jacó, Ruth; o que costumavam fazer era acrescentar algo que o fizesse lembrar. Hoje em dia ainda costumamos fazer assim; dizemos: “O Daniel da padaria, O Daniel da locadora, etc.” Jesus era conhecido como “Jesus de Nazaré”, aqui usaram o local de nascimento; Paulo, após sua conversão era conhecido como “Saulo de Tarso”; o primeiro homem criado por Deus, Adão significa ” da terra ou tirado da terra vermelha“, isso indicava sua origem.
Para falar de ou a respeito de Deus nós precisamos ter um certo cuidado sobre qual “Deus – deus” nós estamos realmente falando. Portanto iniciaremos com:
NOMES GENÉRICOS DE DEUS
Genérico, por si só já diz não ser peculiar ou específico da divindade. Genericamente podem ser usados pelo Deus verdadeiro como por falsos; feminino ou masculino. Vejamos biblicamente:
Elohim – ( plural אלחים ) e Eloah – ( singular אלוה ) = Deus, Criador “implícito o poder criativo e a onipotência”:
É o primeiro nome que surge na Bíblia: “No princípio criou Deus ( Elohim – אלחים ) os céus e a terra” (Gênesis 1:1).
Elohim ( אלחים ) aparece 2498 vezes e Eloah – ( אלוה ) aparece 57 vezes e desse total apenas 245 não se refere ao verdadeiro Deus de Israel. Esse substantivo vem do verbo hebraico “Aláh” – “Alá”, e significa “ser adorado, temido e reverenciado, ser excelente”.
El ( אל ) = Deus, “aquele que vai adiante ou começa as coisas”:
Nome apenas no singular e aparece 250 vezes. Extremamente conhecido pelos povos que falam a língua semita.
Pode ser usado com “deus” para divindades falsas, mas também “Deus” para o verdadeiro Deus de Israel. Com pouca freqüência foi usado para significar “o poderoso”, mas apenas ara homens e anjos. Normalmente aparece sozinho, mas foi combinado formando termos compostos significando deidade, ofício, natureza ou atributos do Deus verdadeiro.
El-Berit = Deus que faz pacto ou aliança (Gênesis 31:13, 35:1-3),
El-Elyon ( אל עליון ) = Deus que faz pacto ou aliança (Gênesis 31:13, 35:1-3), Elyon, adjetivo que deriva do verbo hebraico “Aláh” e usado para coisas significa: “subir, mais alto, mais elevado, superior e utilizado para se referir a Deus significa “o excelente, o alto, o Deus glorioso”.
El-Ne‘eman = Deus de graça e misericórdia (Deuteronômio 7:9),
El-Nosse = Deus de compaixão (Salmos 99:8),
El-Olan ( אל עלם ) = Deus eterno, da eternidade (Gênesis 21:33),
El-Qana = Deus zeloso (Êxodo 20:5; 34:14),
El-Ro‘i = Deus da vista (Gênesis 16:13),
El-Sale‘i = Deus é minha rocha, o meu refúgio (Salmos 42:9-10),
NOMES ESPECÍFICOS DE DEUS
Totalmente contrário aos genéricos, os nomes específicos de Deus, que são os utilizados na Bíblia para o único Deus verdadeiro e jamais serão utilizados para outras divindades.
Shadday ( שדי ) – Todo-poderoso
Tanto pode aparecer sozinho ( שדי = todo-poderoso, (Gênesis 49:24) e, em (Jó) encontramos 31 vezes) como também utilizando ( El – אל ) e obtendo uma forma composta ( El-Shadday – ( אל שדי ) = Deus Todo-poderoso; (Gênesis 17:7; 28:3; 35:11; 43:14; 48:3; Êxodo 6:3 e Ezequiel 10:5). Encontramos na Vulgata Latina sua tradução por omnipotens e na Septuaginta como Pantokrator.
Adonay ( חשם ) – Senhor
Passaram a utilizar Adonay ( השם ) em serviços religiosos e há’Shem ( השם ) para conversas informais, devido à lei explícita: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão”. (Êxodo 20:7) e, “E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente será morto; toda a congregação certamente o apedrejará. Tanto o estrangeiro como o natural, que blasfemar o nome do Senhor, será morto” (Levítico 24:16), nunca o tetragrama יהוה .
![Tetragrama YHVH do grego Τετργραμμάτων [τετραγράμματον]](https://dannybia.com/dannys/wp-content/uploads/2021/02/YHWH-dannybia-color.png)
| Hebraico | Pronúncia | Letra |
| י | Yodh or Yod [ Yud ] | “Y” |
| ה | He ou Hêi [ Heh ] | “H” |
| ו | Waw ou Vav [ Vau ] | “V” |
| ה | He ou Hêi [ Heh ] | “H” |
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|---|
Existem muitos textos, mensagens e estudos a respeito do verdadeiro nome de Deus, mas o meu intuito não é querer saber mais ou menos que muitos assim intentaram fazer. O que eu acredito é que em manuscritos antigos e versões próximas do original é que nos dá a indicação de como escrever o nome de Deus, mas quanto à pronúncia correta não há como sabermos exatamente como os judeus pronunciavam, e tornou-se, na verdade, impronunciável pelos hebreus desde o período intertestamentário, pois conforme ordem divina era proibido tomar o nome do Senhor (YHWH – יהוה ) em vão. Assim temiam e temem pronunciar o tetragrama e, em seu lugar, substituem-no por Adonai = Senhor ou “O Nome” ou “há’Shem – em conversas informais” em hebraico.
O “Tetragrama Sagrado – יהוה escrito apenas por quatro consoantes: yod, he, vav, he (o alfabeto hebraico não possuía vogal): YHWH aparece 5321; e são dos textos mais antigos que se originaram os livros do Velho Testamento bíblico.
Muitas Bíblias, assim como muitos cristãos – onde me incluo, ainda que raramente – se utilizam da pronúncia “JEHOVAH” (Jeová), para o tetragrama YHWH ( יהוה ). Não podemos dizer que o nome Jeová seja a forma incorreta ou correta de pronúncia, mas aceitável. Os mais letrados, entretanto, consideram uma forma mais acertada pronunciar “YAHWEH” (Iavé – Javé) ou então “YAHWO” (Iavô), mas acredito que se Deus não deixou de forma revelada tal tradução, então não há a necessidade de nos aprofundarmos nisso!
NOMES COMPOSTOS DE DEUS
Utilizados para revelar aspectos a mais do caráter de Deus; mais alguns adjetivos de Deus.
YHWH Elohim – ( יהוה אלהים ) = Criador de todas as coisas.
YHWH Jireh – ( יהוה יראה ) = O Senhor proverá – Deus proverá
YHWH Jireh (Yireh) – ( יהוה יִרְאֶה ) = O Senhor proverá – Deus proverá
Foi o que disse Abraão a Isaque sendo interrogado por ele quanto ao cordeiro para ser sacrificado.
“Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos”. (Gênesis 22:8).
Também foi o nome que deu Abraão após a providência do Senhor para aquele sacrifício, não tendo ele que sacrificar Isaque, seu filho: “Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá”. (Gênesis 22:14).
E tal como aconteceu com Abraão, também Deus proveu para nós, pecadores, um Cordeiro; Jesus! (João 1:29).
YHWH Rafa – ( יהוהדפה ) = O Senhor que te sara. (Êxodo 15:26).
YHWH Nissi – ( יהוה נסי ) = O Senhor é a Minha Bandeira.
Moisés assim chamou o altar que edificou. (Êxodo 17:15).
YHWH Shalom – ( יהוהשלום ) = O Senhor é Paz.
Hoje pregamos ao mundo a Paz que é o Senhor; a Paz que só o Senhor pode trazer aos corações aflitos. Foi o nome dado por Gideão ao altar que edificou. (Juizes 6:24).
YHWH Raah – ( יהוהדעה ) = O Senhor é o Meu Pastor.
Acredito que não haja quem não conheça essa passagem nas Escrituras. Mas, para podermos clarear nossa mente vamos ao Salmo escrito por Davi “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”. (Salmos 23:1).
E como é bom saber que o nosso Pastor é o Senhor; Quão bom é saber que à frente das nossas veredas segue o Senhor tirando os espinhos, e, melhor ainda; quão bom é saber que as veredas eternas prometidas pelo Senhor são maravilhosas.
YHWH Tsidikenu – ( יהוהצדקנו ) = Senhor Justiça nossa.
Jeremias profetizando a respeito de Judá disse: “Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este é o nome de que será chamado: O Senhor Justiça Nossa”. (Jeremias 23:6).
YHWH Sabaoth (Sebhãôh) – ( יהוהצכאח ) = O Senhor dos Exércitos.
Todo exército tem um General; ele cuida, ele dá ordens, ele vai adiante dos seus soldados, e nós temos ao Senhor dos Exércitos que comando miríades de anjos celestiais que estão sempre ao redor e à disposição daqueles que O buscam. (Salmos 24:10).
YHWH Shammah – ( יהוהשמה ) = O Senhor está ali.
A divisão das tribos. “Dezoito mil côvados terá ao redor; e o nome da cidade desde aquele dia será Jeová-Samá”. (Êzequiel 48:35).
NOMES DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO
A Septuaginta foi a primeira tradução Bíblica hebraica para o grego, isso porque havia uma clima de desacordo entre os Judeus e os gregos. Os Judeus sempre foram monoteístas, mas os gregos existiam vários deuses. O Panteão grego, que, etimologicamente, deriva de Pan (todo) e theos (deus), literalmente significando o templo dedicado a todos os deuses. Aristóteles, o filósofo, para demonstrar a fragilidade da religião grega, afirmou: “O homem fez os deuses à sua semelhança e lhes deu seus costumes”.
É devido a Septuaginta que notamos a demonstração de zelo pela sua religião, e, é por meio dela que descobrimos os equivalentes gregos dos nomes usados para Deus no Antigo Testamento, como El, Elohim, Eluon e YAWH.
Өєόζ (Theos) – Deus
O nome mais comum utilizado no Novo Testamento é ( Өєόζ – Theos ). Assim como as palavras hebraicas el, elohim, eloah no Antigo Testamento, theos no Novo Testamento pode significar “Deus” ou “deuses”.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus ( Өєόζ – Theos ) , e o Verbo era Deus ( Өєόζ – Theos ).” (João 1:1).
Қύριοζ (Kurios) – Senhor
Podemos notar que no Novo Testamento a tradução na Septuaginta de ambas as palavras Adonai e do nome impronunciável YHWH foi pela palavra grega Қύριοζ ( Kurios – Kuriov ), “Senhor”. Kurios/Adonai traz a idéia básica da soberania de Deus, da suprema posição do Criador, em todo o Universo que criou. E mais, tanto o Pai (Deus) como o Filho (Jesus) são chamados pelo termo grego Kurios.
“E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos”. (Apocalipse 11:15).
“… e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, ( Қύριοζ – Kurios ) para glória de Deus Pai (πατήρ – pater)”. (Filipenses 2:11).
“Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! ( Қύριοζ – Kurios ) senão pelo Espírito Santo”. (I Coríntios 12:3).
πατήρ (Pater) – Pai
“Portanto, orai vós deste modo: Pai (πατήρ – pater) nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome”. (Mateus 6:9).
O Cristão fala de muitos privilégios, mas acredito que o maior deles seria chamar ao nosso grandioso Deus de Pai – “Pai Celestial”. Sabe por que? Os judeus afirmam que Deus jamais teve um filho, portanto não reconhecem Cristo como o Unigênito de Deus. O islamismo rejeita a idéia de Deus ser Pai. A grande diferença entre as três grandes religiões monoteístas, que torna um privilégio único, é que somente nós os cristãos, ou seja, o cristianismo é que mantém um relacionamento de Pai para filho com seu Deus.
Mais algumas particularidades bíblicas:
O nome Jesus vem do hebraico Yehoshua – “Josué”, que significa “Iavé é salvação”. Josué era chamado de Oshea ben Num que significa “Oséias, filho de Num”, podemos comprovar pela Palavra de Deus “Da tribo de Efraim, Osias, filho de Num”. (Números 13:8).
A Septuaginta (tradução grega do Velho Testamento) usou o nome Iesus (Iesous) para Yehoshu’a (Jeshua, Jehoshu’a); Portanto Iesous é a forma grega do nome Yehoshua (Yehoshu’a).
Depois do cativeiro de Babilônia, o nome Yehoshua (Jehoshu’a) era conhecido por Yeshua (Jeshua). E toda a congregação dos que voltaram do cativeiro fizeram cabanas, e habitaram nas cabanas, porque nunca fizeram assim os filhos de Israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até àquele dia; e houve mui grande alegria”. (Neemias 8:17). Josué era chamado Yeshua ben Num. Yeshua é o nome hebraico para Jesus, até os dias de hoje em Israel. Isso pode ser comprovado em qualquer exemplar do Novo Testamento hebraico.
Todos sabemos que nome não se deve traduzir, mas sim transliterar conforme a natureza de cada língua. Por exemplo:
Os nomes de Eva, David e outros que em nosso idioma levam a letra v. Em hebraico o v substituído por u, aparecendo nos textos como Eua e Dauid. A letra beta b, na antigidade, No grego moderno v. Hoje se escreve Dabid, para David, e Eba para Eva.
Ainda assim, existem nomes que permanecem inalteráveis em outras línguas, mas não em sua maioria. Por exemplo:
O nome João, Yohanan ou Yehohanan (decomposição Yeh, Yo, Yaho, contração de Yahweh, Javé (Deus) e hanan(compadecer-se), tendo o sentido de Deus teve misericórdia, Deus se compadeceu.) em hebraico; Ioannes em grego; John Inglês; “Jean” em francês;“Giovani” em italiano, “Juan” em espanhol, “Johannes” em alemão, e assim por diante, isso ocorre com vários nomes.
Há nomes que mudam substancialmente de um idioma para outro. Lázaro em grego é Eleazar em hebraico. Elizabete é a forma hebraica do nome Isabel. O argumento, portanto, de que o nome deve ser preservado na forma original, em todas as línguas, é contraditório não havendo assim muito apoio bíblico.
Vejamos abaixo uma lista dos nomes de Deus:
| Aará | Meu Pastor |
| Adon Hakavod | Rei da Glória |
| Adonay ( חשם ) | Senhor |
| Attiq Yômin | Antigo de Dias |
| El ( אל ) | Deus “aquele que vai adiante ou começa as coisas” |
| El-Berit | Deus que faz pacto ou aliança |
| El Caná | O Deus zeloso |
| El Deot | O Deus das Sabedorias |
| El Elah | Todo Poderoso |
| El Elhôhê Israel | Deus de Israel |
| El-Elyon ( אל עליון ) | Deus que faz pacto ou aliança |
| El-Ne‘eman | Deus de graça e misericórdia |
| El-Nosse | Deus de compaixão |
| El-Olan ( אל עלם ) | Deus eterno, da eternidade |
| El-Qana | Deus zeloso |
| El Raí | O Deus que tudo vê |
| El-Ro‘i | Deus que vê (da vista) |
| El-Sale‘i | Deus é minha rocha, o meu refúgio |
| El-Shadday ( אל שדי ) | Deus Todo Poderoso |
| Eliom | Altíssimo |
| Elohim – plural ( אלחים ) | Deus; Criador “implícito o poder criativo e a onipotência” |
| Eloah – singular ( אלוה ) | Deus; Criador “implícito o poder criativo e a onipotência” |
| Gibbor | Poderoso |
| há’Shem – ( השם ) | O Nome – Senhor – o mesmo que YHVH |
| Jehoshua (Jehoshu’a) | Javé é a Salvação |
| Kadosh | Santo |
| Kadosh Israel | Santo de Israel |
| Malah Brit | O Anjo da Aliança |
| Maor | Criador da Luz |
| Margen | Protetor |
| Nikadiskim | Que nos santifica |
| Palet | Libertador |
| Robeca | Que te sara |
| Salvaon | Senhor Todo Poderoso |
| Shadday ( יהוה ) | Todo Poderoso |
| Shaphatar | Juiz |
| Yahweh | Javé; Deus |
| Yaveh (Yahweh) El Elion Norah | O Senhor Deus Altíssimo é Tremendo |
| Yaveh (Yahweh) Tiçavaot | Senhor das Hostes Celestiais |
| Yeshua | Jesus … veja: Jesus um Nome sobre todo o Nome |
| YHWH – ( יהוה ) | Tetragrama; Um nome difícil, quase impronunciável, de Deus; sempre é traduzido por Senhor. |
| Yehoshua (Iesus, Iesous) | Javé (Iavé) é a Salvação |
| YHWH (Jeová) Elohêkha | O Senhor teu Deus |
| YHWH (Jeová) Elohim – ( יהוה אלהים ) | Senhor (criador) de todas as coisas |
| YHWH (Jeová) Hosseu | O Senhor que nos criou |
| YHWH (Jeová) Jaser | O Senhor é Reto |
| YHWH (Jeová) Jireh – ( יהוה ידאח ) | O Senhor proverá – Deus proverá |
| YHWH (Jeová) Jireh – ( יהוה יִרְאֶה ) | O Senhor proverá – Deus proverá |
| YHWH (Jeová) Nissi – ( יהוה נסי ) | O Senhor é a Minha Bandeira |
| YHWH (Jeová) Raah – ( יהוה דעה ) | O Senhor é o Meu Pastor |
| YHWH (Jeová) Rafaf – ( יהוה רפה ) | O Senhor que te sara |
| YHWH (Jeová) (Sabaoth) Tzevaoth – (Sebhãôth) – ( יהוה צבאות ) | Senhor das Hostes Celestiais |
| YHWH (Jeová) Tzevaoth – ( יהוה צבאות ) | Senhor dos Exércitos |
| YHWH (Jeová) Shalom – ( יהוה שלום ) | O Senhor é Paz |
| YHWH (Jeová) Shammah – ( יהוה שמה ) | O Senhor está presente; O Senhor está ali |
| YHWH (Jeová) Tzidikenu – ( יהוה צדקנו ) | Senhor Justiça nossa; O Senhor é a nossa Justiça |
| Yohanan (Yehohanan) | João – no sentido de Deus se compadeceu, Deus teve misericórdia |
Toda Glória, Honra e Louvor seja dado a Deus ( חשם ) e ao [ Nosso Senhor Jesus Cristo ]
Preparado por Daniel Borges em 17/10/01; atualizado 18/08/07 – 06/01/08 – 05/05/2017
Os Nomes de Jesus – Um Nome Sobre Todo o Nome
O Nome de Jesus, este precioso nome que está acima de todos os nomes. Jesus herdou do Pai um nome mais grandioso do que qualquer ser angelical (Hebreus 1:1-6).
“Yeshua” bar “Yoseph”, em aramaico, ou “Yeshua ben Yosephf”, em hebraico (por vezes, ainda: “Yoshua” ou “Joshua”) significando e servindo de sobrenome para Jesus seria: “Jesus Bar-José”.
O significado de Cristo é tirado do Antigo Testamento. Deus prometeu aos antigos israelitas que o Messias viria para libertá-los do pecado. A ideia do Messias é transportada para o Novo Testamento com o título de Cristo. A palavra grega Christos, de onde nós obtemos a palavra Cristo, em português, é a tradução do termo hebraico Mashiach, que é a fonte para a palavra Messias, em português. Mashiach, por sua vez, está relacionada com o verbo hebraico masach, que significa “ungir”. Portanto, quando o Novo Testamento fala de Jesus Cristo, ele está dizendo “Jesus, o Messias”, que significa literalmente “Jesus, o Ungido”.

O nome Jesus vem do hebraico Yeshua ( יֵשׁוּעַ ) – uma forma abreviada de “Yehoshua” ( יְהוֹשׁוּעַ ) – “Josué”, que significa “Iavé é salvação”. Josué era chamado de “Oshea ben Num” que significa “Oséias, filho de Num”, podemos comprovar pela Palavra de Deus “Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num”. (Números 13:8).
Como Filho de Deus, Jesus Cristo é herdeiro de todas as coisas. Ele é a expressão exata de Deus e o resplendor do Pai.
Deus lhe deu um nome que está acima de todos os nomes. À dedução é que havia um nome conhecido no céu e desconhecido noutros lugares, e que este nome foi guardado para ser doado a alguém que o merecesse; e Jesus conforme o conhecemos, o Filho Eterno conforme Ele é conhecido no seio do Pai recebeu este Nome por doação e a este precioso Nome todo joelho se dobrará, nos três mundos, para a Glória de Deus Pai. “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu um Nome que está acima de todo o nome, para que ao Nome de Jesus se dobre todo o joelho – de seres nos céus – de seres na terra e de seres debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”. (Filipenses 2:9-11).
O céu, a terra e o inferno reconhecem o que Jesus fez, portanto toda a autoridade, todo o poder e a totalidade das suas realizações acham-se em seu Nome. E o Nome de Jesus em nossos lábios operará as mesmas coisas agora que operava naqueles tempos. Ele é Deus que nos fala.
“Quando foi que Jesus herdou do Pai o mais excelente Nome?”
Não herdou no céu antes de vir para a terra, porque Ele já possuía TUDO. Não herdou quando esteve aqui nesse mundo, porque Paulo falando aos Filipenses diz que Ele se esvaziou de toda a Honra e deixou de lado toda a sua Glória.
Que Ele seja o seu exemplo de humildade, pois Ele sendo essencialmente um com Deus e substituindo em forma de Deus (possuindo a plenitude dos atributos que fazem que Deus seja Deus), não julgou essa igualdade com Deus como algo a ser procurado, antes se despiu de todos os privilégios da própria dignidade assumindo a forma de servo escravo para tornar-se como homem nascendo como ser humano. “Tende em vós o mesmo sentimento e propósito e mente (humildade) que houve também em Cristo Jesus”. (Filipenses 2:5-7).
Tudo isto Ele o fez em nosso benefício para que pudéssemos usar o seu Nome. Em benefício da sua Igreja, Cristo Jesus esvaziou-se:
Dos seus atributos divinos como criador. (João 5:19-21).
Dos seus atributos divinos de tudo saber e tudo poder. (Salmos 139:7-10) e (Salmos 139:16; 147:4).
Do seu atributo divino de estar em toda parte. (João 11:21).
Mas em todas a coisas tornou-se semelhante aos irmãos, Ele sujeitou-se à natureza humana. “Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo”. (Hebreus 2:17).
Jesus passou por toda a experiência humana, trabalho, dores, decepção, insultos, perseguição, rejeição, traição, sofrimento físico e morte como homem, morte de cruz. “Embora sendo Filho aprendeu a obediência pelas coisas que padeceu”. (Hebreus 5:8).
Jesus passou a vida inteira com um só alvo especifico em sua mente: Fazer a vontade do Pai. Essa foi à força motriz que impulsionou todas as suas ações. “Ele disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus a Tua Vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo”. (Hebreus 10:9); “Jesus disse-lhes: A minha comida consiste em fazer a vontade d’Aquele que me enviou, e realizar a sua obra”. (João 4:34).
Toda a verdade tem um paralelo, para nos tornarmos fortes guerreiros na “Batalha Espiritual” nós também temos que estar prontos para nos esvaziar da nossa natureza egoísta, desejos e apetites que o mundo está sempre nos oferecendo verdadeiros laços de satanás.
O verdadeiro cristão, convertido, precisa ter em mente que recebeu a Salvação pela Graça e que possui a vida eterna e viverá junto com Jesus e com o próprio Deus e sabedores dessas verdades absolutas e que todas as nossas ações também tem que ser o desejo constante de fazer a vontade de Deus. Saber qual é à vontade de Deus e agir de acordo com a vontade d’Ele, foi uma das estratégias chave que Jesus usou para derrotar satanás. Para isto se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo. “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo”. (I João 3:8).
Jesus doou à Igreja um Nome que está acima de todos os nomes e Ele doou porque recebeu por herança de Deus como nos diz a Bíblia: “Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?” (Hebreus 1:4-5).
“Quando Jesus foi Gerado?”
Não nasceu quando veio ao mundo, quando tomou sobre si a carne humana. Ele pré-existia com o Pai. Simplesmente assumiu um corpo. Cristo existe desde toda a eternidade.
“Por isso ao entrar no mundo diz: Sacrifício e oferta não quiseste, antes corpo me preparaste”. (Hebreus 10:5). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”. (João 1:1-4). Deus cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando Jesus. como também está escrito na Palavra de Deus: “Como também está escrito no salmo segundo: Meu filho és tu, hoje te gerei”. (Atos 13:23). Jesus Cristo foi foi gerado pelo Pai naquela manhã da Ressurreição.
“Por que Jesus precisava ser gerado pelo Pai?”
Porque era necessário mostrar a humanidade, aos homens, que jamais seriam capazes de cumprir qualquer lei. Então, Jesus se fez carne , e veio ao mundo para que o Pai, Deus, através do Filho, Jesus, transmitisse seu Plano de Salvação para os homens. Mostrar que sempre estivemos separados de Deus pelo pecado. E através de sua vinda a esse mundo, Cristo Jesus, teve que provar, por todos os homens, a morte física que não apagaria nossos pecados e a pior das mortes, a espiritual, a única que poderia limpar o ser humano de suas iniquidades. “Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos”. (Hebreus 2:9).
Jesus chegou a descer às profundezas do inferno em nosso lugar. Lá em baixo na masmorra do sofrimento, Jesus satisfez as reivindicações da justiça para todos nós, individualmente porque Ele morreu como nosso substituto. E Deus o ressuscitou ao terceiro dia. “E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita”. (Romanos 8:11). E hoje está sentado a direita de Deus, onde sempre foi Seu lugar.
Ao ver se aproximar o fim de seu corpo, Jesus exclamou: “E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. (Marcos 15:34; ( Mateus 27:46 ). O motivo pelo qual Jesus disse tais palavras é porque naquele momento estava sendo consumada a obra de Deus, o verdadeiro Plano da Salvação, e Jesus recebeu sobre Si o pecado da humanidade, o pecado de todos os homens recaiu sobre Ele.
Deus como Santo, Puro e Justo não podia de forma alguma, naquele momento, olhar para Cristo. O seu Espírito foi separado de Deus. Esse foi o único momento que Deus se afastou de Jesus porque não poderia contemplar o pecado. “Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”. ( II Coríntios 5:21 ).
“Este Nome dado Igreja para a Salvação”
Toda a autoridade, todo o poder que estava em Jesus está no seu Nome. E Ele deu o seu Nome à Igreja. Os Crentes primitivos sabiam que possuíam e usavam o Nome de Jesus. Não há salvação a não ser no Nome de Jesus e no Senhor Jesus Cristo. É o único Nome pelo o qual o pecador pode se aproximar de Deus Pai.
“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de Emanuel. Que traduzido é: Deus conosco.” ( Mateus 1:21-23 ).
“E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. ( Atos 2:21 ).
“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. ( Atos 4:12 ).
E também o único caminho: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. ( João 14:6 ).
“O Nome de Jesus em nosso dia a dia”
A maioria dos cristãos sabe, até certo ponto, que deve usar o Seu Nome na oração, mas não fazem idéia de quanto Ele significa. Ele abre os tesouros dos céus a nosso favor e tranca os poderes do inferno. Que o Espírito Santo abra os nossos olhos espirituais para sabermos tudo o que este Nome significa e que conheçamos as riquezas da glória ocultas neste Nome. “E qual a sobre-excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus. Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos. (Efésios 1:19-23).
“E naquele dia nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra”. (João 16:23-24).
Jesus é o nosso mediador, intercessor, advogado e Senhor. Ele se coloca entre nós e o Pai. Seu Nome, portanto garante uma resposta à nossa oração. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo”. ( I João 2:1 ).
Tudo o quanto pedimos em oração, devemos entender que Cristo já morreu para respondê-la na cruz. Na sua morte por nós, Cristo forneceu toda bênção que pudesse ser desejada ou necessitada. Então quando orarmos, devemos olhar primeiro para a cruz onde o preço já foi pago pela bênção que procuramos. “E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”. (Mateus 21:22). Mas não devemos nos enganar, pois devemos saber que nem toda oração que fizermos a Deus em nome de Jesus será ouvida: Porque seria? Quais seriam os motivos? – Não merecemos, – Se Deus nos atender poderá ser prejudicial para nós. E para que sejamos atendido em nossas orações, primeiramente é necessário que estejamos realmente fazendo a vontade de Deus, que estejamos deixando Deus agir em nossas vidas e que Cristo seja transparente em nosso dia a dia.
Cada cristão deve procurar a cada dia estar se convertendo de seus pecados, se libertando das coisas que a carne nos proporciona, e cada vez mais procurar se parecer com Cristo. Sabemos que não chegaremos jamais em sua perfeição mas, esta deve ser a nossa vontade.
Após termos visto e confirmado pela Palavra de Deus, a Bíblia, a respeito da autoridade do Nome de Jesus, o poder e a sublimidade que estão investidos por detrás deste maravilhoso Nome, devemos nos entregar plenamente à Ele e pedir que o Espírito Santo de Deus toque em nossos corações para sermos mais cristãos e os que não são que aprendam com Cristo o que é o verdadeiro amor. Só Jesus pode nos mostrar e nos dar este verdadeiro amor e nos trazer a paz. Mas é necessário que creiamos, portanto, na palavra de Deus. Devemos dar ouvidos à Sua Palavra e melhorarmos a cada dia. Sermos mais fiéis, mais cristãos, mais amorosos e jamais olharmos para trás, no sentido de retornar, de retroceder na vida cristã, mas devemos sim olhar para trás para fazer de nossos erros os consertos do dia de hoje e melhores ainda no futuro.
“Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”. (I Coríntios 2:9-14).
O que precisamos agora é aceitar a morte de Cristo e acreditarmos que ele pagou o preço muito alto para nos salvar da punição eterna. Devemos aceitar a Jesus não apenas como nosso Salvador, como costuma fazer a humanidade, mas principalmente como Senhor das nossas vidas.
Toda Glória, Honra e Louvor seja dado ao Senhor Jesus Cristo. Veja Sua [ biografia ] e também [ Os Nomes de Deus ]
Preparado por Daniel Borges em 17/10/01; atualizado 18/08/07 – 06/01/08 – 21/01/2011
Resumo Geral da Bíblia Sagrada
O que é a Bíblia Sagrada

A definição canônica mais curta da Bíblia é a revelação de Deus à humanidade. Tudo o que Deus tem preparado para o homem, bem como o que Ele requer do homem, e tudo o que o homem precisa saber espiritualmente da parte dEle quanto a sua redenção e felicidade eterna, está revelado na Bíblia.
Tudo o que o homem tem a fazer é tomar a Palavra de Deus e apropriar-se dela pela fé. O autor da Bíblia é Deus; seu real intérprete é o Espírito Santo, e seu assunto central é o Senhor Jesus Cristo. O homem deve ler a Bíblia para ser sábio, crer na Bíblia para ser salvo e praticar a Bíblia para ser santo ou santificado.
Materiais Originais
Papiro: Material extraído de uma planta aquática desse mesmo nome. Há várias menções dele na Bíblia, como por exemplo, Jó 8:11. De papiro deriva o termo papel. Seu uso na escrita vem de 3.000 a.C., no Egito.
Pergaminho: É a pele de animais, curtida e preparada para escrita. É material superior ao papiro, porém de uso mais recente do que aquele. Teve seu uso generalizado, a partir do início do século I, na Ásia Menor. É também citado na Bíblia, exemplo: II Timóteo 4:13.
Línguas Originais
Hebraico: Para o Antigo Testamento.
Grego: Para o Novo Testamento
O Antigo Testamento foi escrito em Hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes a não ser Esdras 4:8 a 6:18 e Esdras 7:12-16; Jeremias 10:11.
A Estrutura da Bíblia

Composição quanto a livros. São 66, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento
Divisão em capítulos. São 1.189, sendo 929 no Antigo Testamento e 260 no Novo Testamento
Divisão em versículos. São 31.173, sendo 23.214 no Antigo Testamento e 7.959 no Novo Testamento
O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos
O livro menor é II João
O maior capítulo é o Salmo 119
O menor capítulo é Salmo 117
O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais
O maior versículo está em
Conheça também o menor versículo da Bíblia: Não matarás. Êxodo 20:13
E também: O segundo menor versículo da Bíblia: Jesus chorou. João 11:35″
href=”#”>Ester 8:9
O menor versículo está em Êxodo 20:13 na ARC; em Lucas 20.30 na TRBR; em Jó 3.2 na ARA. Como se vê, depende da Versão
O verso central é Salmos 118:8. ( Veja o Centro da Bíblia ).
A Divisão da Bíblia
Divisão em partes principais. São duas: Antigo e Novo Testamento.
O Antigo Testamento
Seus 39 livros estão divididos em 4 classes: LEI, HISTÓRIA, POESIA, PROFECIA (Profetas Maiores e Menores).
Os livros de cada classe são os seguintes.
LEI (Tóra): Os 5 primeiros livros do Antigo Testamento, ou cinco livros de Moisés. esses cinco livros são chamados Pentateuco. Tratam de toda a criação e da LEI.
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio
HISTÓRIA: 12 livros. Contém a história do povo escolhido: Israel.
Josué, Juízes, Rute, I Samuel e II Samuel, I reis e II Reis, I Crônicas e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester
POESIA: 5 livros. São chamados poéticos devido ao gênero do seu conteúdo e não por outra razão.
Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (Cantares)
PROFECIA: 17 livros – de Isaías a Malaquias. Os nomes maiores “maiores e menores” referem-se ao volume de matéria dos livros e extensão do ministério profético. Na Bíblia hebraica (o nosso Antigo testamento), a divisão dos livros é bem diferentes como já falamos.
Profetas Maiores: 5 livros, Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel
Profetas Menores: 12 livros, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias
O Novo Testamento
Seus 27 livros também estão divididos em quatro classes: BIOGRAFIA, HISTÓRIA, DOUTRINA, PROFECIAS.
Os livros de cada classe são os seguintes:
BIOGRAFIA: São os quatro Evangelhos. Descrevem a vida terrena do Senhor Jesus e o Seu glorioso ministério entre os homens. Os três primeiros são chamados Sinópticos dos Evangelhos fala também da sua universalidade, por serem quatro os pontos cardeais.
HISTÓRIA: 1 livro. Registra a história da Igreja Primitiva, seu viver e agir. O livro mostra que o segredo do progresso da Igreja é a plenitude do Espírito Santo.
DOUTRINA: 21 livros chamados Epístolas ou Cartas. Umas são dirigidas a igrejas e outras a indivíduos, etc.
Cartas de Paulo ou Epístolas Paulinas: 13 livros
Romanos, I Coríntios e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses e II Tessalonicenses, I Timóteo e II Timóteo, Tito e Filemon
Cartas Universais ou Epístolas Gerais: 8 livros
Hebreus, Tiago, I Pedro e II Pedro, I João, II João, e III João e Judas.
PROFECIAS: 1 livro. A palavra Apocalipse significa revelação. Trata da volta pessoal do Nosso Senhor e Salvador Jesus à terra, é o inverso do livro de Gênesis. Lá narra como tudo começou; aqui, como tudo findará.
O Tema Central da Bíblia
O nome de Jesus consta do primeiro e último versículo do Novo Testamento. A Bíblia, tendo Cristo como o tema central, podemos resumir todo o Antigo Testamento numa frase: JESUS VIRÁ, e o Novo Testamento noutra frase: JESUS JÁ VEIO (é claro, como Redentor). Assim sendo, as Escrituras sem a pessoa de Jesus seriam como a física sem a matéria e a matemático sem os números. Já imaginou um cristão sem a Bíblia?
E nós irmãos, o que estamos fazendo, para difundir a Bíblia o livro que nos salvou, como mandou o Sr. Jesus?
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. ( Marcos 16:15 )
Texto áureo da Bíblia: João 3:16
Preparado por: Daniel Borges 21/09/2002 e atualizado 13/01/08
Tudo Sobre a Bíblia
Introdução:
Velho Testamento [ Lucas 24:27 ]
“Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”. ( I Coríntios 10:11 ).
“Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. ( Romanos 15:4 ).
Novo Testamento [ Lucas 24:27 ]
Por quase quatrocentos anos, Deus não chamou nenhum profeta para dizer “assim diz o Senhor“. Em todo este tempo nenhum escritor inspirado apareceu. Por isso este tempo é chamado “Os Anos Silenciosos” ou “O Período Negro”.
Os quatro evangelhos não têm a intenção de dar uma biografia completa de Cristo. “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”. ( João 20.31 )
Mesmo que os quatro se complementassem, um ao outro, mostrando partes da vida de Cristo que o outro não relatou, os quatro testemunham, juntamente, em pelo menos dez áreas, assim revelando a ênfase dos escritos dos evangelhos que é a vida de Cristo e a Sua obra salvadora completa para o homem pecador. São elas:
1a. Cristo visto
2a. Ministério de João Batista
3a. Alimentação dos cinco mil
4a. Cristo como Rei – ( Zacarias 9:9 )
5a. Traição de Judas
6a. Negação de Pedro
7a. Julgamento e crucificação
8a. A ressurreição corporal
9a. 40 dias após a ressurreição
10a. Segunda vinda predita (parúsia ou parousia)
O que é a Bíblia Sagrada?
A definição canônica mais curta da Bíblia é a revelação de Deus à humanidade.
Tudo o que Deus tem preparado para o homem, bem como o que Ele requer do homem, e tudo o que o homem precisa saber espiritualmente da parte d’Ele quanto a sua redenção e felicidade eterna, está revelado na Bíblia. Tudo o que o homem tem a fazer é tomar a Palavra de Deus e apropriar-se dela pela fé.
O autor da Bíblia é Deus; seu real intérprete é o Espírito Santo, e seu assunto central é o Senhor Jesus Cristo. O homem deve ler a Bíblia para ser sábio, crer na Bíblia para ser salvo e praticar a Bíblia para ser santo ou santificado. A coleção completa dos livros divinamente inspirados constituindo a Bíblia é chamada de cânon.
Os nomes canônicos mais comuns do Livro Sagrado são:
Escrituras: ( Mateus 21:42 ); ( I Coríntios 3:4 ).
Santas Escrituras: ( Romanos 1:2 ).
Livro do Senhor: ( Isaías 34:16 ).
A Palavra de Deus, ( Marcos 7:13 ); ( Lucas 11:28 ); ( Hebreus 4:12 ).
Oráculos de Deus, ( Romanos 3:2 ); ( Hebreus 5:12 ).
Materiais Originais
Papiro: Material extraído de uma planta aquática desse mesmo nome. Há várias menções dele na Bíblia, como por exemplo, ( Jó 8:11 ).
De papiro deriva o termo papel. Seu uso na escrita vem de 3.000 a.C., no Egito.
Pergaminho: É a pele de animais, curtida e preparada para escrita. É material superior ao papiro, porém de uso mais recente do que aquele.
Teve seu uso generalizado, a partir do início do século I, na Ásia Menor. É também citado na Bíblia, exemplo: ( II Timóteo 4:13 ).
Línguas Originais
Hebraico: Para o Antigo Testamento.
Grego: Para o Novo Testamento.
Antigo Testamento foi escrito em Hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes; a não ser Esdras de 4:8 a 6:18; ( 7:12-16 ); ( Jeremias 10:11 ); Daniel 2:4 a 7:8, que foram lavrados em Aramaico.
A palavra “Hebraico” vem de “Hebrom”, região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur; Estas são as duas línguas principais em que a Bíblia foi inspirada e escrita.. As traduções só conservam a inspiração quando reproduzem fielmente o original.
Manuscrito: Tudo era feito pelos escribas de modo laborioso, lento e oneroso. Desse tempo para cá, Deus tem abençoado maravilhosamente a difusão do Seu Livro, de modo que hoje em dia milhões de exemplares são impressos em muitos pontos do globo com rapidez e facilidade em modernas impressoras.
Escritores da Bíblia
A existência da Bíblia, abrangendo seus escritores, sua formação, composição, preservação e transmissão, só pode ser explicada como milagre de Deus, ou melhor: Deus é seu autor. Foram cerca de quarenta os escritores da Bíblia. Deste modo, a Palavra Escrita de Deus foi nos dada por canais humanos, assim como o foi a Palavra Viva – Cristo, ( Apocalipse 19:13 ).
Esses homens pertenceram às mais variadas profissões e atividades, escreveram e viveram distantes uns dos outros em época e condições diferentes. Levaram 1500 anos para escrever a Bíblia. Apesar de todas estas dificuldades, ela não contém erros nem contradições. Há sim dificuldades na compreensão, interpretação, tradução, aplicação, mas isso do lado humano, devido a nossa incapacidade em todos os sentidos.
A Origem do Nome Bíblia
Este nome consta apenas da capa da Bíblia, mas não o vemos através o volume sagrado. Foi primeiramente aplicado por João Crisóstomo, grande reformador de Constantinopla. (398 – 404 A.D). O vocábulo “Bíblia” significa etimologicamente “coleção de livros pequenos”, isto porque os livros da Bíblia são pequenos, formando todos um volume não muito grande como tão bem conhecemos. De fato, a Bíblia é uma coleção de livro. Porém, perfeitamente harmônicos entre si. É devido a isso que a palavra Bíblia sendo plural no grego passou a ser singular nas línguas modernas.
À folha de papiro do século XI a.C. preparada para a escrita, os gregos chamavam de “biblos”. Ao rolo pequeno de papiro, os gregos chamavam “biblion”, e ao plural deste chamavam “biblos”.
Portanto o vocábulo Bíblia deriva da língua grega. Os vocábulos bíblia e biblion” constam do Novo Testamento grego, mas não referente à própria Bíblia:
Bíblia : ( João 21:25 ); ( II Timóteo 4:13 ); ( Apocalipse 20:12 ); ( Daniel 4:2 ).
Biblion: ( Lucas 4:17 ); ( João 20:30 ).
Ao comparar as diferentes cópias do texto da Bíblia entre si e com os originais disponíveis, menos de 1% do texto apresentou dúvidas ou variações, portanto, 99% do texto da Bíblia é puro. Vale lembrar que o mesmo método (crítica textual) é usado para avaliar outros documentos históricos, como a Ilíada de Homero, por exemplo; É o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 12 milhões de exemplares na versão integral, 13 milhões de Novos Testamentos e ainda 450 milhões de brochuras com extratos dos textos originais; Foi a primeira obra impressa por Gutenberg (séc. XV), em seu recém inventado “prelo manual”, que dispensava as cópias manuscritas;
O prelo de Gutenberg (séc. XV), onde pela primeira vez foram utilizados os caracteres móveis, é o início duma longa história da tecnologia gráfica. Contudo, só passados cerca de quatro séculos (final do séc. XIX), com a construção do prelo de Stanhope, totalmente em ferro, é que a tipografia evoluiu acentuadamente. Senefelder tinha já inventado um novo processo de impressão, sem semelhança com nenhum anterior – a Litografia.
Manuscritos Originais
Manuscritos originais, isto é, saídos das mãos dos escritores, não existe nenhum conhecido no momento. Deus na Sua providência permitiu isso. Se existisse algum, os homens o adorariam mais do que o seu divino Autor. A serpente de metal posta entre os israelitas como meio de auxilio à fé em Deus ( Números 21:8-9 ); ( Isaías 45:22 ), foi depois idolatrada por eles ( II Reis 18:4 ).
Deus cuidou do sepultamento de Moisés e ocultou o seu local porque certamente o povo adoraria seu corpo, ( Deuteronômio 4:5-6 ). O Diabo tinha interesse na idolatria e contendeu com o arcanjo que procedeu ao funeral de Moisés (Judas 9 ). Milhões, em muitas terras adoram a cruz de Cristo, ao invés do Cristo da cruz. É também o caso da virgem mãe de Jesus Cristo, que milhões adoram-na mais do que ao filho. Além disso, temos a considerar o seguinte, historicamente, quanto a inexistência de manuscritos originais:
1. Era costume dos judeus enterrar os manuscritos estragados pelo uso ou qualquer outra causa, para evitar sua mutilação ou interpolação espúria.
2. Os reis idólatras e ímpios de Israel, podem ter destruído muitos ou contribuído para isso, como é o caso descrito em Jeremias 36:20-26.
3. O monstro Antíoco Epífanes, rei da Síria (175 – 164 a.C.), durante seu reinado dominou sobre toda a Palestina. Foi homem extremamente cruel. Tinha prazer em aplicar torturas. Decidiu exterminar a religião judaica. Assolou Jerusalém em 168 a.C profanando o templo e destruindo todas as cópias que achou das Escrituras.
4. Nos dias do feros imperador romano Diocleciano ( 284 – 302 A.D. ), os perseguidores dos cristãos destruíram quantas cópias acharam das Escrituras. Durante dez anos Diocleciano mandou vasculhar o império visando destruir todos os escritos sagrados. Chegou a crer que tivesse destruído tudo, pois mandou cunhar uma moeda comemorando tal vitória.
A literatura judaica afirma que a missão da chamada Grande Sinagoga, presidida por Esdras, foi reunir e preservar os manuscritos originais do Antigo Testamento – os de que se serviram os Setenta no preparo da Septuaginta – a primeira tradução da Escrituras.
Os textos em línguas originais de que utilizam os atuais eruditos no preparo das modernas versões, são reproduções da atuais cópias de originais.
Cópias de manuscritos originais. Há inúmeras, em várias partes do mundo. Discorrer sobre elas, foge ao escopo desta obra. Esses manuscritos existentes harmonizam-se admiravelmente, assegurando-nos assim da sua autenticidade. Uma confirmação disso vemos nos manuscritos do Mar Morto. Resumo: Em 1947, próximo ao Mar Morto foi descoberto um manuscrito do profeta Isaías, em forma de rolo, escrito em hebraico, datado do ano 100 a.C., sendo assim mais velho que o mais antigo manuscrito bíblico até então conhecido! (Muitos outros foram também encontrados, e centenas de fragmentos de outras obras). Pois bem, o texto desse manuscrito quando comparado com o das nossas Bíblias, concorda plenamente. Esta é uma prova singular da autenticidade das Escrituras, ao considerarmos que o citado manuscrito de Isaías tem a agora mais de 2.000 anos de existência! Os manuscritos bíblicos são sempre indicados pela abreviatura MS.
A Bíblia em suas línguas
A Bíblia em Hebraico
Consiste apenas do nosso Antigo Testamento.
É essa a Bíblia dos judeus. Lá, o arranjo dos livros é diferente, e o total é 24 em vez de 39, porque vários grupos de livros são contados como um só livro.
O texto é sempre o mesmo. Os 24 livros estão classificados em 3 grupos a que Jesus referiu-se em Lucas 24:44 – LEI, PROFETAS, ESCRITOS. Os Salmos eram o primeiro livro do último grupo, talvez por isso citados em Lucas 24:44, querendo indicar todo o grupo.
A Bíblia em Português
A primeira tradução da Bíblia em português, foi feita por um evangélico: o pastor João Ferreira de Almeida.
Fato interessante é que o trabalho foi realizado fora de Portugal. A Cidade foi Batávia, na Ilha de Java, no Oceano Índico. Hoje, essa cidade chama-se Djacarta, capital da República da Indonésia. Almeida foi ministro do Evangelho da Igreja Reformada Holandesa, a mesma que evangelizou no Brasil, com sede em Recife durante a ocupação holandesa, no século XVII . Nasceu em Torre de Tavares, perto de Lisboa – Portugal, em 1628. Faleceu em Java em 1691.
A Igreja Católica através do tribunal da inquisição, não tendo podido queimá-lo vivo queimou-o em estátua em Goa, antiga possessão portuguesa na Índia. Essa Igreja nem mesmo agora, no chamado Ecumenismo se, desculpou de tais coisas.
1. A Versão de Almeida. O Novo Testamento. Almeida traduziu primeiro do Novo Testamento, o qual foi publicado em 1681 em Amsterdã, Holanda. Na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, há um exemplar da 3a. Edição do Novo Testamento de Almeida, feita em 1712.
O Antigo Testamento. Almeida traduziu o Antigo Testamento até o livro de Ezequiel. A essa altura Deus o chamou para o lar celestial, em 1691. Ministros do Evangelho, amigos seus terminaram a tradução, a qual foi publicada completa em 1753.
A Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, de Londres, começou a publicar a tradução de Almeida em 1809, apenas o Novo Testamento.
A Bíblia completa num só volume, a partir de 1819.
O texto em apreço foi revisado em 1894 e 1925.
A Bíblia de Almeida foi publicada a primeira vez no Brasil em 1944 pela Imprensa Bíblica Brasileira, Organização Batista.
A Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira tem sido maravilhosamente usada por Deus na disseminação da Bíblia em português, em trabalho pioneiro e continuado.
A Versão ARC (= Almeida Revisada e Corrigida). A Imprensa Bíblica Brasileira publicou em 1951 a edição revista e corrigida, abreviadamente conhecida por ARC.
A Versão ARA (= Almeida Revista e Atualizada). Uma comissão de especialistas brasileiros trabalhando de 1945 a 1955 preparou a Edição Revisada e Atualizada de Almeida, conhecida abreviadamente por ARA.
É uma obra magnífica, com melhor linguagem e melhor tradução. O Novo Testamento foi publicado em 1951. O Antigo Testamento, em 1958. A publicação é da Sociedade Bíblica do Brasil.
Foi usado o texto grego de Neste para o Novo Testamento e o hebraico do Brasil.
Comissão Permanente Revisora do ARA.
Revisão é uma atualização do texto em vernáculo, para que se o entenda melhor.
Razão: uma língua viva evolui como todas as coisas vivas. Há uma comissão viva permanente de revisão da ARA, mantida pela Sociedade Bíblica Brasileira, acompanhando os progressos da crítica textual.
2. Antônio Pereira de Figueiredo. Padre católico romano. Grande latinista. Editou o Novo Testamento em 1778 e o Antigo Testamento em 1790. Tradução feita em Portugal.
3. A “Tradução Brasileira” Feita por uma comissão de teólogos brasileiros e estrangeiros. O Novo Testamento foi publicado em 1910 e o Antigo Testamento em 1917. É tradução mui fiel ao original Esgotada.
4. Huberto Rhoden. Padre brasileiro, de Santa Catarina. Foi publicada em 1935. Esse padre deixou a igreja Romana. E versão muito usada na crítica textual. Esgotada.
5. Matos Soares. Também padre brasileiro. Traduziu da Vulgata. Foi publicada no Brasil em 1946. Já o era em Portugal desde 1933. É a Bíblia popular dos católicos romanos de fala portuguesa. Um grave inconveniente são os itálicos que às vezes são mais extensos do que o texto em si, e conduzem a preconceitos e tendências.
6. A versão da Imprensa Bíblica Brasileira. A IBB lançou em 1968, após anos de cuidadoso trabalho, uma nova versão em português, conhecida como VIBB, baseada na tradução de Almeida. A edição de 1968, após longos anos de cuidadoso trabalho, uma versão em português, conhecida como VIBB, baseada na tradução de Almeida. A edição de 1068 apareceu apenas em formato de púlpito. Em 1972 foi lançado o formato popular, comum, Nessa versão foram utilizados os melhores textos em hebraico e grego. Ótima versão.
7. Outras Versões. A igreja Católica Romana tem publicado mais edições dos Evangelhos e Novo Testamento Os itálicos, notas e apêndices, conduzem, é claro, às doutrinas daquela Igreja. Os Testemunhas de Jeová publicam uma versão falsificada de toda a Bíblia – “a Tradução Novo Mundo”. O texto é mutilado e cheio de interpolação. Foi preparado para apoiar as cenas anti-bíblicas dessa seita falsa.
8. A importância da Bíblia em português. A língua portuguesa é falada em todos os continentes, fato que revela a importância da Bíblia em português, em todos os sentidos.
A Bíblia Católica Romana
Estas têm 7 livros a mais, perfazendo 73 ao todo. Esses livro a mais são os chamados “apócrifos” , palavra que no sentido religioso significa não genuíno. São livros não inspirados por Deus.
Os 7 apócrifos estão inseridos todos no Antigo Testamento. Isso foi feito muito depois de encerrado o cânon do Antigo Testamento, por conveniência da igreja Romana.
A aprovação deles, por essa igreja deu-se no Concílio de trento em 1546 em meio a muita controvérsia. Seus títulos são: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (Não confundir com o livro canônico Eclesiastes), Baruque, I Macabeus, II Macabeus, Ester (Ao livro de Ester), Cântico dos três Santos Filhos (Ao livro de Daniel), História de Suzana (Ao livro de Daniel), Bel e o Dragão (Ao livro de Daniel), As Bíblias católicas têm livros cujos nomes daqueles empregados nas edições evangélicas. Essas diferenças não têm grande importância.
Entretanto. Como os protestantes usam também Bíblias de edição católica, é bom que se dê um quadro explicativo, que os auxilie no manejo das diferentes edições:
Bíblia CatólicaI, II Reis |
Bíblia ProtestanteI, II Samuel |
Como se vê é simples questão de nomes, mais ou menos apropriados, seguindo o critério das autoridades que dirigem as edições, e para todos eles há justificativas histórica e tradicional.
Notam-se também variações na numeração dos Salmos Vejamos essas variações num quadro. Assim:
Bíblia CatólicaSalmos 9,10 |
Bíblia ProtestanteSalmos 9 |
Conclusão:

Cancelados os livros apócrifos, as Bíblias católicas e protestantes são substancialmente idênticas. Basta conferí-las.
Aparecem naturalmente variações na linguagem e até mesmo de sentido, o que é inevitável, em qualquer obra de tradução.
A causa às vezes, está na diferença de competência do tradutor, outras vezes nas variações das fontes originais.
Os nossos 39 livros do Antigo Testamento, os católicos chamam protocanônicos. Os que chamamos pseudoepigráficos, eles chamam apócrifos. (Os evangélicos chamam de pseudoepigráficos a um grupo de livros espúrios, nunca reconhecidos pela Igreja Católica. A esses, essa Igreja chama apócrifos).
A Estrutura da Bíblia

Estudaremos neste ponto um resumo da estrutura da Bíblia quanto a sua composição em partes principais, livros, classificação dos livros por assuntos, divisão dos livros em capítulos e versículos, e certas particularidades indispensáveis.
1. Divisão em partes principais. São duas: Antigo e Novo Testamento. O Antigo Testamento é três vezes mais volumoso do que Novo Testamento.
2. Composição quanto a livros. São 66, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. O maior livro é o dos Salmos; o menor é III João.
3. Divisão em capítulos. São 1.189, sendo 929 no Antigo Testamento e 260 no Novo Testamento. O maior capítulo é o Salmo 119; e o menor é o Salmo 117 e, acredite ou não, o Salmo 118 é o Centro da Bíblia. Para ler A Bíblia toda em um ano basta ler % capítulos aos domingos e 3 nos demais dias da semana. Nosso sistema moderno de capítulos foi introduzido em 1250 AD por Hugo de Saint Cher, abade dominicano, estudioso das Escrituras que morreu em 1263. As divisões da Bíblia facilitam a memorização.
4. Divisão em versículos.

Página da Bíblia Hebraica Impresso por Robert Stephanus em Paris, 1543.
Página da Bíblia Hebraica Impresso por Robert Stephanus em Paris, 1543. Da coleção Sulzberger no Seminário Teológico Judeu da América, em Nova York.
São 31.173, sendo 23.214 no Antigo Testamento e 7.959 no Novo Testamento. O maior versículo está em ( Ester 8:9 ) e o menor em ( Êxodo 20:13 ), na ARC (Almeida Revisada e Corrigida); em ( Lucas 20:30 ) na TRBR (Tradução Brasileira); em Jó 3:2 na ARA (Almeida Revisada e Atualizada).
Como se vê, depende da Versão. Noutras línguas varia também. Isso não tem muita importância. Foi dividida em versículos em duas etapas: Antigo Testamento em 1445 pelo Rabi de Paris ( Robert Stephanus ) que publicou a primeira Bíblia dividida em capítulos e versículos em 1555 ( * ), sendo esta a Vulgata Latina.
A divisão nem sempre é feita sabiamente, e em inúmeros casos, essas divisões são inexatas, bipartindo o texto e alterando a linha do pensamento. Estas divisões além de serem utilíssimas na localização de qualquer fração do texto, tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus; Foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica.
5. Classificação dos livros. Os 66 livros estão classificados ou agrupados por assuntos, sem ordem cronológica. É bom ter isso em mente ao estudar A Bíblia, pois evitará muito mal entendido, especialmente na esfera da história, da profecia bíblica e no desenvolvimento da doutrina. A classificação dos livros do Antigo Testamento, por assuntos, acima, vem da ordem cronológica dos mesmos, o que para os leitores menos avisados, dá lugar a não poucas confusões quando o mesmo procura agrupar os assuntos cronologicamente.
O Antigo Testamento
Seus 39 livros estão divididos em 4 classes: LEI, HISTÓRIA, POESIA, PROFECIA (Profetas Maiores e Menores).
Os livros de cada classe são os seguintes.
LEI (Tóra): Os 5 primeiros livros do Antigo Testamento, ou cinco livros de Moisés. esses cinco livros são chamados Pentateuco. Tratam de toda a criação e da LEI.
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio
HISTÓRIA: 12 livros. Contém a história do povo escolhido: Israel.
Josué, Juízes, Rute, I Samuel e II Samuel, I reis e II Reis, I Crônicas e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester
POESIA: 5 livros. São chamados poéticos devido ao gênero do seu conteúdo e não por outra razão.
Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (Cantares)
PROFECIA: 17 livros – de Isaías a Malaquias. Os nomes maiores “maiores e menores” referem-se ao volume de matéria dos livros e extensão do ministério profético. Na Bíblia hebraica (o nosso Antigo testamento), a divisão dos livros é bem diferentes como já falamos.
Profetas Maiores: 5 livros, Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel
Profetas Menores: 12 livros, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias
O Novo Testamento
Seus 27 livros também estão divididos em quatro classes: BIOGRAFIA, HISTÓRIA, DOUTRINA, PROFECIAS.
Os livros de cada classe são os seguintes:
BIOGRAFIA: São os quatro Evangelhos. Descrevem a vida terrena do Senhor Jesus e o Seu glorioso ministério entre os homens. Os três primeiros são chamados Sinópticos dos Evangelhos fala também da sua universalidade, por serem quatro os pontos cardeais.
HISTÓRIA: 1 livro. Registra a história da Igreja Primitiva, seu viver e agir. O livro mostra que o segredo do progresso da Igreja é a plenitude do Espírito Santo.
DOUTRINA: 21 livros chamados Epístolas ou Cartas. Umas são dirigidas a igrejas e outras a indivíduos, etc.
Cartas de Paulo ou Epístolas Paulinas: 13 livros
Romanos, I Coríntios e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses e II Tessalonicenses, I Timóteo e II Timóteo, Tito e Filemon
Cartas Universais ou Epístolas Gerais: 8 livros
Hebreus, Tiago, I Pedro e II Pedro, I João, II João, e III João e Judas.
PROFECIAS: 1 livro. A palavra Apocalipse significa revelação. Trata da volta pessoal do Nosso Senhor e Salvador Jesus à terra, é o inverso do livro de Gênesis. Lá narra como tudo começou; aqui, como tudo findará.
Há outras modalidades de classificação, mas a que vai acima, parece-nos bastante simples e prática.
A disposição dos 66 livros. Os que organizaram a presente disposição dos livros foram sem dúvidas guiados por Deus, porque se nota uma gradativa correlação doutrinária entre os mesmos. Exemplo disso: Antigo Testamento há uma linda relação entre o livro dos Salmos e o de Provérbios. Nunca poderiam vir separados. Os Salmos tratam do nosso andar com Deus; Provérbios: o nosso andar com os homens. Esses livros não podiam estar distantes.
Exemplo em o Novo Testamento: As Epístolas. Vejamos:
Romanos, fala da Salvação.
I Coríntios e II Coríntios, fala da Vida Cristã Disciplinada.
Efésios, Filipenses, Colossenses, falam da Vida Consagrada.
I Tessalonicenses e II Tessalonicenses, falam da Vinda de Jesus.
I Timóteo e II Timóteo, Tito falam de Obreiros e Ministério.
I Pedro e II Pedro, falam de Provas e Tribulações.
Não se deve pensar que somente os proféticos têm profecia, ou os poéticos só têm poesia, ou os doutrinários (Epístolas) só doutrinas; da mesma forma os históricos não são apenas para relatar fatos históricos. Cada livro da Bíblia deve ser estudado convenientemente para que o seu ensino seja apreendido. Sem dúvida alguma a Bíblia é uma biblioteca extraordinária!
Fatos e Peculiaridades
O Salmo 119 tem em hebraico 22 seções de 8 versículos cada. O número 22 corresponde ao de letras do alfabeto hebraico. Cada uma das 22 seções inicia com uma letra do referido do alfabeto, e em cada seção dos versículos começam com a letra da respectiva seção. Ali, em hebraico, os capítulos 1,2 e 4 têm 22 versículos cada, correspondendo ás 22 letras do alfabeto, de Álefe a Tau. Porém o capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, a mesma letra do alfabeto.
Há outros casos assim na estrutura da Bíblia. Isso jamais poderia ser obra do acaso.
Por exemplo: O Salmo 22 é alfabético – um versículo para cada letra hebraica.
O livro de Isaías é uma miniatura da Bíblia: Tem 66 capítulos correspondentes aos 66 livros. A primeira seção tem 39 capítulos correspondendo à mensagem do Antigo Testamento. A segunda seção tem 27 livros, tratando de conforto, promessa e salvação, correspondendo à mensagem do Novo testamento.
O Novo Testamento termina mencionando o novo céu e a nova terra. O mesmo ocorre no término de Isaías (66:22).
O próprio nome Isaías tem semelhança com o que Jesus, no significado. Isaías quer dizer Salvação de Jeová, e Jesus Jeová é Salvação.
A frase “não temas”, ocorre 395 vezes em toda a Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano!
O capítulo 19 de II Reis é idêntico ao 37 de Isaías. O Antigo Testamento encerra citando a palavra “maldição”, o Novo Testamento encerra citando “a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
A Bíblia foi o primeiro livro impresso no mundo após a invenção do prelo; isso se deu em 1452 em Mainz, Alemanha.
Os números 3 e 7 predominam admiravelmente em toda a Bíblia.
O nome de Jesus consta do primeiro e último versículo do Novo Testamento.
A Bíblia completa pode ser lida em 70 horas e 40 minutos, na cadência de leitura de púlpito. O Antigo Testamento leva 52 horas e 20 minutos. O Novo Testamento, 18 horas e 20 minutos.
A Unidade Física da Bíblia
Unidade e existência física da Bíblia até os nossos dias só pode ser explicada como um milagre.
A Palavra de Deus consiste de 66 livros diferentes, escritos por cerca de 40 escritores de quase todo grau social, escrevendo em vários períodos durante um período de cerca de 1600 anos, ou seja, 16 séculos; Esses homens tinham diferentes atividades tais como: escritores, estadistas, camponeses, reis, vaqueiros, pescadores, padres, cobradores de impostos, fabricante de tendas; instruídos (cultos) e ignorantes (incultos), judeus e gentios e escreveram sob diferentes situações e circunstâncias. Na maior parte dos casos, desconhecidos um para o outro, escrevendo em duas línguas principais.
Devido a essas circunstâncias, em muitos casos, os autores nada sabiam sobre o que já havia sido escrito, Muitas vezes um escritor iniciava um assunto e, século depois um outro o completava Tudo isto somando num livro puramente humano daria uma babel indecifrável! Imagine o que seria fisicamente a Bíblia, se não fosse a mão de Deus!
Quanto à unidade física da Bíblia, ninguém sabe ao certo como os 66 livros encontraram-se e agruparam-se num dó volume; isso é obra de Deus. Sabemos que os escritores não escreveram os 66 livros de uma só vez, nem em um só lugar, nem com o objetivo de reuni-los num só volume, mas em intervalos durante 16 séculos, em que lugares que vão de Babilônia a Roma.
Se alguma falha for encontrada na Bíblia, será sempre do lado humano, como tradução mal feita, grafia inexata, Interpretação forçada, má compreensão de quem estuda, falsa aplicação quanto aos sentidos do texto, etc. Portanto, quando encontrarmos na Bíblia um trecho discrepante, não pensemos logo que é erro! Saibamos refletir como Agostinho, que disse: “Num caso desse, deve haver erro do copista, que não consigo entender…”
O Tema Central da Bíblia
É o Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo declara em ( Lucas 24:27 ), ( Lucas 24:44 ) e ( João 5:39 ). Considerando Cristo como o tema central da Bíblia, os 66 livros poderão ficar resumidos em 5 palavras, todas referentes a Cristo, assim:
PREPARAÇÃO: Todo o Antigo Testamento trata da preparação para o advento de Cristo.
MANIFESTAÇÃO: Os Evangelhos tratam da manifestação de Cristo ao mundo, como Redentor.
PROPAGAÇÃO: Os Atos dos Apóstolos tratam da propagação de Cristo por meio da Igreja.
EXPLANAÇÃO: As Epístolas tratam da explanação de Cristo. São os detalhes da doutrina.
CONSUMAÇÃO: O Apocalipse trata de Cristo consumando todas as coisas – C. I. Scofield.
A Bíblia, tendo Cristo como o tema central, podemos resumir todo o Antigo Testamento numa frase: JESUS VIRÁ, e o Novo Testamento noutra frase: JESUS JÁ VEIO (é claro, como Redentor). Assim sendo, as Escrituras sem a pessoa de Jesus seriam como a física sem a matéria e a matemático sem os números. Já imaginou um cristão sem a Bíblia?
E nós irmãos, o que estamos fazendo, para difundir a Bíblia o livro que nos salvou, como mandou o Sr. Jesus?
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)”.
Preparado por Daniel Borges 20/09/2002, atualizado 13/01/2010; 09/02/2013
