
Conteúdo reutilizado: como isto pode afetar a sua monetização
O conteúdo reutilizado é mencionado nas políticas de monetização do canal do YouTube e refere-se à reutilização do conteúdo de outra pessoa, sem incluir comentários originais significativos ou que tenham valor educativo.
Como isso faz parte das políticas do Google AdSense, afeta a capacidade de monetização de um vídeo ou de um canal. Isso significa que, a qualquer momento, se o YouTube decidir que seu canal possui uma quantidade significativa de vídeos considerados como conteúdo reutilizado, a sua aplicação para ingressar no YPP (Programa de parcerias do YouTube) poderá ser negada. Por outro lado, se o seu canal já faz parte do YPP, isso pode levar a uma suspensão do YPP (desmonetização do canal).
A ter em atenção:
Antes de publicar conteúdo de terceiros, pense se vai adicionar valor adicional significativo para o espectador
Ter uma licença para publicação de conteúdo de outra pessoa (por exemplo, música) não o exclui automaticamente desta política
Ao reutilizar conteúdo, não se esqueça das outras políticas do YouTube, como as políticas de direitos autorais
Exemplos de conteúdo que pode gerar receita:
Uso de clipes para fazer a análise crítica de uma obra.
Uma cena de um filme em que você reescreveu o diálogo e fez uma nova dublagem.
Filmagens de um torneio esportivo em que você explica por que as técnicas, jogadas ou estratégias de um competidor foram eficientes ou não.
Vídeos de reação em que você comenta o conteúdo original.
Filmagens editadas de outros criadores de conteúdo em que você adiciona uma narrativa ou comentários.
Exemplos de conteúdo que não podem gerar receita:
- Clipes de momentos do seu programa favorito reunidos por meio de edição, sem nenhum comentário ou poucas adições significativas;
- Vídeos curtos de outras mídias sociais compilados;
- Coletâneas de músicas de vários artistas (mesmo com a permissão deles);
- Conteúdo enviado várias vezes por outros criadores de conteúdo;
- Promoção do conteúdo de outra pessoa (mesmo com a permissão dela).
Escolha Boas Fontes para WordPress

Acredito que você já acessou um site e acabou sentindo certo desconforto, mas não conseguiu identificar o motivo? Pois saiba que é possível que essa sensação pode ter sido provocada pelo tipo de fonte escolhida. A escolha de tipografia influencia diretamente na experiência de um usuário ao visitar um site. Para isso, na hora de escolher a fonte para WordPress tenha em mente duas palavras: legibilidade e acessibilidade.
Quem estuda tipografia já ouviu falar em Jakob Nielsen. Considerado o papa da usabilidade, ele afirma que a tipografia é um dos principais recursos para facilitar a orientação do usuário em um site, ao lado de outros códigos, como a cor e demais elementos gráficos. O primeiro ponto que você já pode ter em mente, segundo Nielsen, é que o uso de fonte WordPress serifadas deve ser evitado, por afetar na leitura em tela de computador. As fontes não serifadas são mais modernas, com aparência mais simples e mais “limpa”, facilitando a leitura online.
Talvez não exista um número total, mas quem já procurou por fonte para WordPress percebeu a infinidade disponível para uso. Com os mais variados formatos e estilos, as fontes para WordPress podem trazer personalidade e sucesso ou levar seu site ao fracasso, com baixíssimos acessos. Quer saber quais erros não cometer e como fazer as melhores escolhas? Então continue lendo esse texto e descubra como escolher boas fontes para WordPress!
Para começar: quais são os estilos de fontes existentes:
Como citamos acima, as duas famílias principais de fontes para WordPress sãs as com serifa e as sem serifa, sendo essa última família a mais utilizada em sites. Mas você sabe a diferença de entre elas?
As fontes serifadas recebem pequenas marcações em suas bases, são tracinhos que dão um efeito decorativo.
Exatamente por esse efeito que elas são consideradas mais elegantes e remetem ao clássico e tradicional.
Historicamente elas são utilizadas em impressões, encontradas principalmente em jornais, livros e revistas. Já as sem serifa são mais fáceis de ler em computadores ou em dispositivos móveis, por seu aspecto mais minimalista, transmitindo modernidade, fluidez e jovialidade.
Fora essas duas famílias principais de fontes, ainda encontramos algumas outras. Entre elas, estão:
as cursivas, que remetem à escrita manual;
as fontes fantasia, que são mais decorativas;
as fontes mono-espaçadas, utilizadas normalmente para escrever linguagem de programação e as fontes responsivas, que se adaptam em qualquer dispositivo.
Justificado, melhor não utilizar este alinhamento para WordPress
Sabe aquelas regras de ABNT para textos acadêmicos? Então esqueça. Se nos trabalhos ou em livros é comum vermos o alinhamento justificado, na web, esse tipo de alinhamento não funciona. Isso porque não é possível hifenizar o texto na web, o que acaba gerando espaçamentos maiores do que os ideais entre as palavras do texto, conhecidos como os “caminhos de rato”.
Então, priorize sempre o alinhamento à esquerda, à direita ou até mesmo centralizado.
Mas afinal, qual fonte escolher para o meu site?
Como você percebeu, os pontos apresentados acima são orientações gerais para saber como escolher a melhor fonte para WordPress. Entretanto, você pode estar ainda se questionando sobre quais fontes específicas escolher. De maneira geral, essa seleção de tipografia deve levar em conta o perfil do seu negócio e sua área de atuação no mercado.
Se você trabalha em uma área mais “tradicional” – escritórios de advocacia, consultoria, imóveis, opte por fontes mais tradicionais, muitas vezes até algumas fontes com serifa, utilizando em títulos.
Por outro lado, se sua empresa é mais artística ou lide com a cultura de alguma forma, você pode experimentar fontes mais ousadas, até mesmo as fantasia. As fontes fantasia são boas também para títulos em sites infantis, trazendo diversão e jovialidade.
Fontes “pesadas” e fortes, em negrito, acabam passando ideia de potência e estabilidade. Elas são muito utilizadas em sites de academias, empresas de construção civil ou sites de carros. Agora as fontes mais alongadas e estreitas remetem ao luxo e elegância, uma excelente escolha para sites de hotéis, lojas de joias ou em um portfólio.
De maneira geral, existem diferentes orientações para conseguir fazer uma boa escolha de fonte para WordPress. A melhor forma é experimentar antes de decidir. Teste quais delas mais se adaptam, sempre levando em consideração o design do seu site e a identidade da sua marca.
Evite uma Variedade de Fontes
Se você não está na posição ou seja um expert e queira ousar de maneira inteligente, de maneira geral, o recomendado é evitar utilizar muitas fontes para WordPress. O ideal é incorporar duas ou três fontes em seu site. Existem duas justificativas para isso!
A primeira é a hierarquia de fontes e estilos que deve ter no seu site. Normalmente, escolhemos uma fonte para o corpo do texto, mais básica e simples, uma fonte mais elaborada e exclusiva para títulos e muitas vezes uma outra para subtítulos ou pequenas descrições.
A segunda seria a estética, é preciso ter em mente que cada fonte que você incorpora no seu site, é um arquivo adicional que precisará ser carregado. Dessa forma, quando você insere muitas fontes para WordPress, o carregamento do seu site acaba sendo afetado, muitas vezes tornando a performance abaixo da esperada. Estamos falando de acessibilidade, ponto que destacamos logo no início do texto.
Assim ao escolher duas ou no máximo três fontes para WordPress, você terá um site mais leve, com hierarquia e continuidade de estilos. É a velha máxima do minimalismo que serve para ajudar. No caso de fonte para WordPress, menos é mais.
Valorize os Espaços em Branco
Muita gente acaba se questionando sobre os espaços em branco ao ver layout de site. Mas saiba que são eles que contribuem para a legibilidade do conteúdo, juntamente com o tamanho e a cor das fontes escolhidas. Já imaginou ter um site com palavras todas amontoadas e as frases muito juntas? A leitura ficaria praticamente impossível e provavelmente você desistiria de ficar no site.
A fonte para WordPress escolhida deve ser simples e com tamanho adequado. Para textos de site, a fonte nunca deve ser menor do que 12px. Os títulos, subtítulos, menus e submenus devem respeitar uma hierarquia, obedecendo a ordem da disposição das coisas mais relevantes.
Outro ponto de atenção devem ser as fontes cheias de curvas e com muitos detalhes. Elas podem até ser bonitas para marcas, mas no corpo de texto ou títulos do seu site podem acabar afetando na leitura e causando desconforto do seu público.
Outros Exemplo de Fontes:
Rockin ‘Roboto é uma estrela, revelando-se a fonte mais popular, com um número recorde de quase 60 bilhões de usuários. É mais popular nos EUA, mas possui alto uso no Japão e Brasil. A fonte Roboto foi feita especificamente para ter linhas fortes e limpas, curvas suaves e amigáveis. O Google sugere o Open Sans, o Lato, o Montserrat, o Raleway e o Oswald como combinações populares para o Roboto.
O que é Sitemap XML?
Entendendo de forma bem simples, em geral, se trata de de uma lista de URLs que compõem seu site, estas URLs são dispostas num arquivo XML (também conhecido como Google Sitemap. E não é só isso, esta lista permite incluir informações adicionais específicas de SEO sobre cada URL, como a data da última atualização, com que frequência ele muda e qual a importância de cada página. O formato XML garante que essas informações possam ser facilmente processadas em diferentes tipos de computadores, aplicativos e sistemas, portanto, mecanismos de pesquisa (Google, Yahoo, Bing, Ask, AOL, Baidu, Yandex, entre outros… ) não terá problemas para entender seus arquivos de Sitemap.
Amostra de Sitemap XML:
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<urlset xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
<url>
<loc>http://w w w.example.com/</loc>
<lastmod>2021-01-29</lastmod>
<changefreq>monthly</changefreq>
<priority>1.0</priority>
</url>
<url>
<loc>http://w w w.example.com/sexmplo/</loc>
<changefreq>daily</changefreq>
<priority>0.8</priority>
</url>
</urlset>
Este exemplo de mapa de site [sitemap] acima contém 2 URLs e todas as tags opcionais permitidas: <lastmod>, <changefreq> e <priority>.
Porém existem algumas limitações impostas pelo Google: um único arquivo XML não pode conter mais de 50.000 URLs e não pode ser maior que 10 Megabytes.
Você Pergunta: Por que eu precisa de um mapa do site?
Respondendo à pergunta: – … simplesmente porque permite informar os motores de busca sobre páginas importantes do seu site. Isso aumenta sua visibilidade no Google, Bing, Yahoo, AOL, Baidu, Yandex, etc., e garante a indexação das páginas da web que dificilmente seriam descobertas, ou melhor, visualizadas de outra maneira. Os Sitemaps fornecem informações adicionais sobre seu site para mecanismos de pesquisa, complementando seus métodos tradicionais de rastreamento na World Wide Web [www]. Todos os principais mecanismos de pesquisa usam o mesmo protocolo baseado em XML para isso. Isso significa que ter um Sitemap XML permitirá que Google, Yahoo, Bing (MSN) da Microsoft e Ask tenham informações atualizadas sempre que você carregar um novo arquivo de mapa em seu servidor.
Sitemaps XML são impreterivelmente úteis se:
- Você criou um novo site
- Seu site possui um site com conteúdo dinâmico gerado por CMS (WordPress, Joomla, Drupal, DotNetNuke, etc)
- Você tem muitas páginas em seu site
- Você não deseja o Google PageRank
- Seu site tem navegação complexa
- Algumas de suas páginas da web não são acessíveis a partir da página principal e de seus filhos ou estão enterradas muito profundamente na hierarquia da página
Como criar um Sitemap XML
Criar um Sitemap XML é fácil aprenda aqui como gerar um Sitemap XML gratuito.
O que é “frequência de mudança de página”?
Este valor indica com que frequência o conteúdo em um URL específico provavelmente mudará.
O que é “Data da última modificação”?
A última vez que o URL foi modificado. Essas informações ajudam os indexadores e rastreadores do mecanismo de pesquisa a decidir se o recurso precisa ser visitado. Na hora da criação basta você selecionar as informações de seu servidor ou especifique sua própria data e hora.
O que é “Prioridade da página”?
A prioridade de uma página específica em relação a outras páginas no mesmo site. Como o Google especificou, o valor para esta tag é um número entre 0,0 e 1,0, onde 0,0 identifica a(s) página(s) de prioridade mais baixa em seu site e 1,0 – a mais alta. A prioridade padrão de uma página é 0,5.
Saiba mais sobre XML Sitemaps
Para mais informações sobre este assunto SEO visite www.sitemaps.org ou ver o Google páginas de Mapa-relacionados em www.google.com/support/webmasters.
Você já experimentou o Verificador de Links Quebrados?
Conheça esta ferramenta de SEO on-line um localizador autônomo de links inativos Broken Link Checker que detecta links inválidos e destaca os locais dos links quebrados diretamente no seu código HTML. Encontrar e corrigir hiperlinks desatualizados nunca foi tão fácil!
A ferramenta de verificação de links disponibiliza os resultados em tempo real para que não haja espera: você pode começar a consertar links quebrados imediatamente enquanto é validado o resto dos seus links!
Links Personalizados WordPress
Como Abrir Link em Nova Janela/Aba Usando
Já fez seu Site WordPress, está tudo quase pronto.
Já tem um Menu definido, mas apareceu a necessidade de incluir mais uma opção no Menu principal ou outros Menus com um link para uma página de outro site. E pra complicar mais, este link deve ser aberto em uma nova aba ou janela.
Isso, na verdade, é muito simples, basta incluir um Link Personalizado no Menu, mas como fazer o link abrir o endereço indicado em uma nova aba, se na Ferramenta de Definição de Menus do WordPress não há como indicar isso, ou seja, não tem como definir para abrir em outra aba?
Pode ficar tranquilo, sem problemas. O WordPress por padrão esconde esse recurso mas vamos ver agora o que fazer para disponibilizá-lo nas personalizações do menu do seu site WordPress.
Criando e configurando o link personalizado
Com o menu do site já criado, agora vamos criar o link personalizado de configurá-lo para ser aberto em uma nova aba do navegador. E para fazer isso vamos seguir os passos abaixo:
- No menu da área administrativa do WordPress, navegue até Aparência/Menus;
- Na coluna da esquerda, localize e clique em “Links personalizados”;
- Adicione a URL e o texto que irá aparecer no menu;
- Clique em “Adicionar ao menu”;
- No canto superior direito da tela da área administrativa do WordPress, clique em “Opções de Tela”;
- Marque a caixa “Destino do link”;
- Volte no item que você criou no menu e pronto! A opção “Abrir link em uma nova janela/aba” já estará disponível. Basta marcá-la para indicar que o link deverá ser aberto em uma nova aba;
- Agora é só salvar o Menu.
Por que Uma Nova Aba/Janela
Para os mecanismos de pesquisa, o tempo que o usuário permanece no seu site, ou seja a duração da seção do usuário, é um dos fatores para a classificação do site nos resultado das pesquisas.
Então, quando o usuário clica em um link externo no seu site e esse não é aberto em uma nova aba, isso faz com que a seção do usuário seja encerrada. Mesmo que ele volte para seu site clicando no botão voltar do navegador depois de visitar o outro site, a seção anterior se perdeu e uma nova seção é iniciada, zerando o tempo de acesso desse usuário ao seu site.
Fazendo com que o link externo seja aberto em outra aba ou janela do navegador, a seção do usuário no seu site se mantém aberta, aumentando o tempo de permanência dele e diminuindo a taxa de rejeição do site. Por isso é essencial que todo link externo incluído em um site, seja ele WordPress ou não, seja aberto em uma nova aba ou janela do navegador.
Aumente Suas Vendas – Deixe tudo por conta da On Top:


Consultoria;
Implantação;
Monitoramento (básico e avançado – consultar);
Consultar – Monitoramento Mensal com créditos inclusos;
Cadastro de Conta no Gmail;
Vinculação do Gmail com AdWords;
Vinculação do AdWords com Google Analytics;
Inclusão dos Códigos (Script) do Google Analytics em todas as páginas da Web site
Criação conta AdWords;
Criação de Anúncios Estáticos;
Criação de Anúncios de Texto;
Criação de Anúncios Responsivos;
Sobre anúncios gráficos responsivos: Os anúncios gráficos responsivos substituíram os anúncios responsivos como o tipo padrão na Rede de Display. Eles também podem ser usados em campanhas padrão e inteligentes da Rede de Display. Para criar um anúncio gráfico responsivo, basta enviar seus recursos (imagens, títulos, logotipos, vídeos e descrições), e o Google irá gerar automaticamente os anúncios para exibição na Rede de Display do Google.
Otimização dos anúncios: quando você envia recursos distintos ao Google Ads para a criação de um anúncio gráfico responsivo, o Google usa um modelo de aprendizado de máquina para determinar a combinação ideal de recursos em cada espaço para anúncio, de acordo com as previsões criadas a partir do histórico de desempenho.
Links Patrocinados

Que são os sites que pagaram pelas posições de destaque no buscador.
Considerada uma das estratégias que mais geram resultados em marketing online, as ferramentas de Links Patrocinados ou Google Adwords [Google Ads] são anúncios pagos que funcionam como um meio de divulgação para atingir diretamente o público-alvo do seu negócio. Segundo estatísticas, 100% dos usuários usam ferramentas de busca (como Google, Yahoo, Youtube e Bing) e 30% deles clicam nos Links Patrocinados, ou seja, é um fator que garante alta conversão para o site de maneira qualificada. Assim como um leilão de palavras-chave, os anúncios aparecem somente para quem procura o seu serviço ou produto.
- Anúncios mediante a necessidade e pacote acertado,
- Montagem e Estudo (Internet e Concorrentes Diretos e Indiretos) de Palavras-chave POSITIVAS,
- Montagem e Estudo (Internet e Concorrentes) de Palavras-chave NEGATIVAS,
- Criação de Meta Tags com palavras chave de relevância para todas as páginas da Web Site
SEO [Search Engine Optimization] (Busca Orgânica)
— que é a busca natural, relacionada à palavra-chave digitada, e, só aparece nos primeiros resultados os sites mais relevantes para aquele termo.
Inclusão do Web site em outros buscadores (ou seja, rastreador de informações na internet – mundial)
“Isso faz com que em pouco tempo o site apareça nas buscas orgânicas”
— que é a busca natural, relacionada à palavra chave digitada e só aparece nos primeiros resultados os sites mais relevantes para aquele termo.
O que é o Coronavírus?
Desde meados dos anos 1960, os coronavírus (CoV) são uma grande família viral conhecidos , que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.
Alguns coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave).
SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002. O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.
No ano de 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.
Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória no Oriente Médio) e o novo vírus nomeado coronavírus associado à ele.
Por que o Coronavírus se Chama Covid-19?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o nome oficial da doença causada pelo novo coronavírus passará a ser Covid-19. “Agora temos um nome para a doença e é Covid-19” — (coronavirus disease 2019 – em inglês) — , disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus e pediu ao mundo que lute contra o novo vírus da maneira mais agressiva possível.
O vírus em si foi designado como SARS-CoV-2 pelo Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus.
Os pesquisadores vêm clamando por um nome oficial para evitar confusão e estigmatização de qualquer grupo ou país.
“Tivemos que encontrar um nome que não se referisse a uma localização geográfica, um animal, um indivíduo ou grupo de pessoas, e que também seja pronunciável e relacionado à doença”, disse o chefe da OMS.
“Ter um nome é importante para impedir o uso de outros nomes que podem ser imprecisos ou estigmatizantes. Também nos fornece um padrão a ser usado em futuros surtos de coronavírus.”
A OMS recomendou o nome temporário 2019-nCoV, que inclui o ano em que foi descoberto, “n” para novo e “CoV” para coronavírus. Mas esse nome não “pegou”.
“O perigo quando você não tem um nome oficial é que as pessoas comecem a usar termos como ‘vírus da China’, e isso pode criar uma discriminação contra certas populações.”
A palavra Coronavírus refere-se ao grupo de vírus ao qual pertence, e não à última cepa.
- O termo ‘cepa‘ se aplica igualmente a uma linhagem de microrganismos (vírus ou bactérias) produzida em laboratório (pode-se dizer que são clones) com a finalidade de estudos. O termo é muito usado em botânica para se referir a variações de uma mesma espécie de plantas.
O novo nome é retirado das palavras “corona”, “vírus” e “doença”, com 2019 — (coronavirus disease 2019 – em inglês) — representando o ano em que surgiu (o surto foi relatado à OMS em 31 de dezembro).
Até 15 de Fevereiro de 2020 existem mais de 68.500 casos confirmados e um total que ultrapassa 1.665 em toda a China. O número de mortes ultrapassou o da epidemia de SARS em 2002-2003.
Só na província de Hubei já soma 3.007 mortes e 67.743 casos confirmados. Várias cidades da província foram colocadas em quarentena, com entradas e saídas bloqueadas, numa medida que afeta quase 60 milhões de pessoas.
Nos últimos dias, as autoridades chinesas foram muito criticadas pela maneira como lidaram com a crise quando os casos começaram a surgir.
A morte de um médico cujos avisos precoces foram suprimidos pelas autoridades provocou uma raiva generalizada do público.
Pequim agora “removeu” várias autoridades seniores de seus postos por causa de suas ações para controlar a doença. Entre elas estavam o secretário da Comissão de Saúde de Hubei e o chefe da comissão. Eles são os funcionários mais graduados a serem rebaixados até agora.
O governo central também enviou uma equipe de sua mais alta agência anticorrupção a Hubei para investigar o tratamento que o médico recebeu da polícia.
Cientistas de todo o mundo estão reunidos em Genebra para discutir maneiras de combater o surto.
Ghebreyesus, da OMS, disse que ainda há uma chance realista de conter a doença se recursos suficientes forem dedicados à luta.
Ele elogiou as medidas que estão sendo tomadas na China, que, segundo ele, estão “desacelerando a disseminação para o resto do mundo”.
Enquanto isso, o Federal Reserve, o banco central dos EUA, alertou que as perturbações da economia chinesa podem se espalhar e afetar o resto do mundo.
Quem ‘batiza’ os vírus?
A tarefa urgente de nomear formalmente o vírus é de responsabilidade do Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV, na sigla em inglês).
Surtos anteriores dão sinais de alerta. O vírus H1N1 em 2009 foi apelidado de “gripe suína”. Isso levou o Egito, por exemplo, a abater todos os porcos, apesar de a doença ser espalhada por pessoas.
Nomes oficiais também podem ser problemáticos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou o nome MERS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória no Oriente Médio) em 2015.
“Vimos que certos nomes de doenças provocam uma reação contra membros de comunidades religiosas ou étnicas específicas, criam barreiras injustificadas para viagens, comércio e comércio e provocam o abate desnecessário de animais para alimentação”, afirmou em comunicado.
Como resultado, emitiu diretrizes. De acordo com elas, o nome do novo coronavírus não deve incluir localizações geográficas, nomes de pessoas, animais ou tipos de alimento, e referências a uma cultura ou setor específico.
A OMS diz que o nome deve ser curto e descritivo — como o da SARS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave).
Mas, para que ele se firme, também precisa ter apelo, diz Benjamin Neuman, professor de virologia, que, junto com outras 10 pessoas, faz parte do grupo de estudo da ICTV que está escolhendo o novo nome.
“Tem de ser mais facilmente pronunciado que os outros”, diz ele.
A equipe começou a discutir um nome há cerca de duas semanas e demorou dois dias para escolher um, diz Neuman, que é presidente de Ciências Biológicas da Texas A&M University-Texarkana nos EUA.
Agora, eles estão enviando o nome para uma revista científica para publicação e esperam anunciá-lo em poucos dias.
Além de ajudar o público a entender o vírus, a ICTV espera permitir que os pesquisadores se concentrem em combatê-lo, economizando tempo e evitando confusão.
Métodos de Prevenção Contra o novo Coronavírus
O que você precisa saber e fazer. Como prevenir o contágio?
Não há no momento um tratamento específico para o novo coronavírus. E, se também não temos uma vacina, como se prevenir desse agente infeccioso originário da China?
O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:
- Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
- Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
- Evitar contato próximo com pessoas doentes.
- Ficar em casa quando estiver doente.
- Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
- Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
Como é feito o tratamento do coronavírus?
Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:
- Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
- Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispneia (falta de ar).
Se você viajou para a China nos últimos 14 dias e ficou doente com febre, tosse ou dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente e seus sintomas.


