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20/10/2022

O que é o Coronavírus?

Desde meados dos anos 1960, os coronavírus (CoV) são uma grande família viral conhecidos , que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Alguns coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave).
SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002. O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.

No ano de 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.

Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória no Oriente Médio) e o novo vírus nomeado coronavírus associado à ele.

Por que o Coronavírus se Chama Covid-19?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o nome oficial da doença causada pelo novo coronavírus passará a ser Covid-19.  “Agora temos um nome para a doença e é Covid-19” — (coronavirus disease 2019 – em inglês) — , disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus e pediu ao mundo que lute contra o novo vírus da maneira mais agressiva possível.

O vírus em si foi designado como SARS-CoV-2 pelo Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus.

Os pesquisadores vêm clamando por um nome oficial para evitar confusão e estigmatização de qualquer grupo ou país.

“Tivemos que encontrar um nome que não se referisse a uma localização geográfica, um animal, um indivíduo ou grupo de pessoas, e que também seja pronunciável e relacionado à doença”, disse o chefe da OMS.

“Ter um nome é importante para impedir o uso de outros nomes que podem ser imprecisos ou estigmatizantes. Também nos fornece um padrão a ser usado em futuros surtos de coronavírus.”

A OMS recomendou o nome temporário 2019-nCoV, que inclui o ano em que foi descoberto, “n” para novo e “CoV” para coronavírus. Mas esse nome não “pegou”.

“O perigo quando você não tem um nome oficial é que as pessoas comecem a usar termos como ‘vírus da China’, e isso pode criar uma discriminação contra certas populações.”

A palavra Coronavírus refere-se ao grupo de vírus ao qual pertence, e não à última cepa.

  • O termo ‘cepa‘ se aplica igualmente a uma linhagem de microrganismos (vírus ou bactérias) produzida em laboratório (pode-se dizer que são clones) com a finalidade de estudos. O termo é muito usado em botânica para se referir a variações de uma mesma espécie de plantas.

O novo nome é retirado das palavras “corona”, “vírus” e “doença”, com 2019 — (coronavirus disease 2019 – em inglês) — representando o ano em que surgiu (o surto foi relatado à OMS em 31 de dezembro).

Até 15 de Fevereiro de 2020 existem mais de 68.500 casos confirmados e um total que ultrapassa 1.665 em toda a China. O número de mortes ultrapassou o da epidemia de SARS em 2002-2003.

Só na província de Hubei já soma 3.007 mortes e 67.743 casos confirmados. Várias cidades da província foram colocadas em quarentena, com entradas e saídas bloqueadas, numa medida que afeta quase 60 milhões de pessoas.

Nos últimos dias, as autoridades chinesas foram muito criticadas pela maneira como lidaram com a crise quando os casos começaram a surgir.

A morte de um médico cujos avisos precoces foram suprimidos pelas autoridades provocou uma raiva generalizada do público.

Pequim agora “removeu” várias autoridades seniores de seus postos por causa de suas ações para controlar a doença. Entre elas estavam o secretário da Comissão de Saúde de Hubei e o chefe da comissão. Eles são os funcionários mais graduados a serem rebaixados até agora.

O governo central também enviou uma equipe de sua mais alta agência anticorrupção a Hubei para investigar o tratamento que o médico recebeu da polícia.

Cientistas de todo o mundo estão reunidos em Genebra para discutir maneiras de combater o surto.

Ghebreyesus, da OMS, disse que ainda há uma chance realista de conter a doença se recursos suficientes forem dedicados à luta.

Ele elogiou as medidas que estão sendo tomadas na China, que, segundo ele, estão “desacelerando a disseminação para o resto do mundo”.

Enquanto isso, o Federal Reserve, o banco central dos EUA, alertou que as perturbações da economia chinesa podem se espalhar e afetar o resto do mundo.

Quem ‘batiza’ os vírus?

A tarefa urgente de nomear formalmente o vírus é de responsabilidade do Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV, na sigla em inglês).

Surtos anteriores dão sinais de alerta. O vírus H1N1 em 2009 foi apelidado de “gripe suína”. Isso levou o Egito, por exemplo, a abater todos os porcos, apesar de a doença ser espalhada por pessoas.

Nomes oficiais também podem ser problemáticos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou o nome MERS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória no Oriente Médio) em 2015.

“Vimos que certos nomes de doenças provocam uma reação contra membros de comunidades religiosas ou étnicas específicas, criam barreiras injustificadas para viagens, comércio e comércio e provocam o abate desnecessário de animais para alimentação”, afirmou em comunicado.

Como resultado, emitiu diretrizes. De acordo com elas, o nome do novo coronavírus não deve incluir localizações geográficas, nomes de pessoas, animais ou tipos de alimento, e referências a uma cultura ou setor específico.

A OMS diz que o nome deve ser curto e descritivo — como o da SARS (Middle East Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave).

Mas, para que ele se firme, também precisa ter apelo, diz Benjamin Neuman, professor de virologia, que, junto com outras 10 pessoas, faz parte do grupo de estudo da ICTV que está escolhendo o novo nome.

“Tem de ser mais facilmente pronunciado que os outros”, diz ele.

A equipe começou a discutir um nome há cerca de duas semanas e demorou dois dias para escolher um, diz Neuman, que é presidente de Ciências Biológicas da Texas A&M University-Texarkana nos EUA.

Agora, eles estão enviando o nome para uma revista científica para publicação e esperam anunciá-lo em poucos dias.

Além de ajudar o público a entender o vírus, a ICTV espera permitir que os pesquisadores se concentrem em combatê-lo, economizando tempo e evitando confusão.

Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.

João 1:12
15/10/2022

Homenagem aos Profissionais de Saúde

Eles estão exaustos!

Profissionais de Saúde estão completamente esgotados, mas não desistem de lutar pela vida!

Profissionais da Saúde em Desespero

Profissionais da Saúde em Desespero

Não só em tempos como esse que vivemos agora, os Profissionais da Saúde são os primeiros a serem expostos a todos os tipos de infecções, hoje pelo coronavírus [a Covid-19], porque sua vocação é atuar na linha de frente, mas os Profissionais da Saúde precisam ser reverenciados. Seus conhecimentos devem ser respeitados e suas intervenções, objeto de confiança e crédito. Nas suas mãos, todos entregamos o que nos é mais caro, a nossa própria vida e de entes queridos.

Não tem como mencionar todos aqui, mas pelo menos relembrando a maioria, são eles:
Médicos, Enfermeiros, Nutricionistas, Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Biólogos, Médicos Veterinários, Biomédicos, Farmacêuticos, Odontólogos, Fonoaudiólogos, Psicólogos, Osteopatas, Assistentes Sociais, Profissionais da Educação Física e seus respectivos Técnicos, também os Auxiliares Tecnólogos em Radiologia.

Não podemos nos esquecer também dos trabalhadores de apoio como os Recepcionistas, Agentes de Saúde Pública, Seguranças, Trabalhadores da Limpeza, Cozinheiros e Auxiliares, Motoristas de Ambulâncias, Motoristas do SAMU, Motoristas do Resgate entre tantos outros.

E precisamos ainda incluir aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares como os Cuidadores de Idosos, Doulas/Parteiras, Funcionários do Sistema Funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e os Acadêmicos em Saúde e Estudantes da Área Técnica em Saúde em estágio hospitalar, Clínicas e Laboratórios.

E aqueles que fazem o enfrentamento direto e indireto da Covid-19 e também de outras formas, mas estão sempre em risco de uma forma ou outra, tais como: Polícia Federal [onde estão também o Corpo de Bombeiros, Resgate, a Defesa Civil, Prevenção e Combate a Incêndios, Buscas, Salvamentos e Socorros Públicos], Polícia Rodoviária Federal. Polícia Ferroviária Federal, Polícia Legislativa Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal.

E não há ninguém melhor que o filósofo alemão Friedrich Nietzsche para resumir com uma frase o papel dos profissionais da saúde em épocas como esta que estamos atravessando, em que o surto de uma doença extremamente infecciosa gera uma pandemia que afeta e ameaça a vida de milhares de pessoas em todo o planeta. “Nos momentos em que a necessidade dos médicos é altíssima, isto é, durante as grandes epidemias, eles estão mais expostos ao perigo”.

Diante da vulnerabilidade de cada um que entra num hospital, seja AMA, seja SUS, seja de Campanha, seja Particular o profissional de saúde tem que encarar o rosto de seus pacientes, isolados e sozinhos em um leito com medo, dor e apreensão. Cuidar é responsabilizar-se pelos outros sem esperar a recíproca, ainda que isso me viesse a custar a vida. No dicionário da ética, o nome disso é bondade.

Vale à pena relembrar de Florence Nightingale (Florença, 12 de maio de 1820 — Londres, 13 de agosto de 1910) foi uma reformadora social inglesa, esteticista e fundadora da enfermagem moderna. Nightingale ganhou destaque ao servir como chefe e treinadora de enfermeiras durante a Guerra da Crimeia, na qual organizou o atendimento aos soldados feridos.

Esta obra está no domínio público no seu país de origem e noutros países e áreas onde o período de proteção dos direitos de autor é igual ou inferior à vida do autor mais 100 anos.

Também tem de incluir uma marcação de domínio público nos Estados Unidos para indicar porque é que esta obra está no domínio público nos Estados Unidos.

Apenas lembrete: No dia 27 de maio de 2020, foi celebrado o Dia do Desafio e nada melhor do que homenagear os profissionais da saúde que todos os dias estão na linha de frente no confronto diário contra a pandemia do coronavírus. Foi colocado um cartaz e quatro bombeiros desceram no telhado do Hospital Pompéia de rapel. O sargento Júlio Cristiano dos Santos enfatiza: “Temos um grande reconhecimento pelos Profissionais da Saúde. O objetivo hoje é realmente saldar todos os profissionais envolvidos nesse desafio, até porque, o Corpo de Bombeiros e estes profissionais da saúde buscam no final o mesmo objetivo”, ressalta Cristiano. Isso deu ao hospital ainda mais força para continuar na luta diária em favor da comunidade.

Tudo isso ainda não acabou, estamos numa situação lastimável e lutando por cada vida. O reconhecimento da função social desses profissionais é tão necessária quanto é a certeza de que a maioria de nós estará, cedo ou tarde, em suas mãos. Para que eles façam o seu melhor para todos – e inclusive para nós, quando chegar a nossa hora – que sejam valorizados e reconhecidos a todo tempo.

Então… Muito obrigado! A vocês:- Aplausos, panelaços, abraços, beijos, corações, palmas, carinhos, gestos sinceros, apertos de mão, cânticos, orações, bênçãos em geral.

Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles; porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco. Não vos deixará, nem vos desamparará.

Deuteronômio 31:6
23/09/2022

Coronavirus – COVID-19

Utilidade Pública Essencial

Coronavirus - COVID-19

A doença do coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada por um coronavírus recém-descoberto.

A maioria das pessoas que adoece em decorrência da COVID-19 apresentará sintomas leves a moderados e se recuperará sem tratamento especial.

Como ele se espalha?

O vírus que causa a COVID-19 é transmitido principalmente por meio de gotículas geradas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou exala. Essas gotículas são muito pesadas para permanecerem no ar e são rapidamente depositadas em pisos ou superfícies.

Você pode ser infectado ao inalar o vírus se estiver próximo de alguém que tenha COVID-19 ou ao tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, passar as mãos nos olhos, no nariz ou na boca.

Quais são os sintomas?

Sintomas mais comuns:
febre
tosse seca
cansaço

Sintomas menos comuns:
dores e desconfortos
dor de garganta
diarreia
conjuntivite
dor de cabeça
perda de paladar ou olfato
erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

Prevenção

Proteja a si mesmo e as pessoas ao seu redor conhecendo os fatos e tomando as precauções apropriadas. Siga os conselhos da autoridade local de saúde.


Para evitar a propagação da COVID-19, faça o seguinte:

  • Lave suas mãos com frequência. Use sabão e água ou álcool em gel.
  • Mantenha uma distância segura de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando.
  • Use máscara quando não for possível manter o distanciamento físico.
  • Não toque nos olhos, no nariz ou na boca.
  • Cubra seu nariz e boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou expirar.
  • Fique em casa se você se sentir indisposto.
  • Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar.

Ligue com antecedência para o plano ou órgão de saúde e peça direcionamento à unidade mais adequada. Isso protege você e evita a propagação de vírus e outras infecções.

Use Máscaras

Quem usa máscara pode ajudar a prevenir a propagação do vírus para outras pessoas. Isoladamente, as máscaras não são uma proteção contra a COVID-19, e o uso delas deve ser combinado com o distanciamento físico e a limpeza das mãos. Siga as orientações da autoridade local de saúde.

Tratamentos

Autocuidados

  • Após a exposição a uma pessoa com COVID-19, siga estas orientações:
  • Ligue para seu prestador de cuidados de saúde ou para uma central de informações sobre a doença para descobrir onde e quando você pode fazer um teste.
  • Informe outras pessoas com quem você teve contato para impedir a propagação do vírus.
  • Caso não seja possível fazer o teste, fique em casa e pratique o distanciamento social por 14 dias.
  • Enquanto estiver em quarentena, não vá ao trabalho, à escola ou a espaços públicos. Peça para alguém levar itens essenciais até você.
  • Mantenha pelo menos um metro de distância de outras pessoas, incluindo membros da sua família.
  • Use uma máscara para proteger os outros, até mesmo se/quando você precisar procurar atendimento médico.
  • Higienize as mãos com frequência.
  • Fique em um cômodo separado dos outros membros da sua família. Se isso não for possível, use máscara.
  • Mantenha o ambiente bem ventilado.
  • Se você divide o quarto com alguém, deixe um metro de distância entre as camas.
  • Preste atenção por 14 dias para ver se você apresenta sintomas.
  • Ligue para o prestador de cuidados de saúde imediatamente se você apresentar qualquer um destes sintomas: dificuldade para respirar, perda da fala ou da mobilidade, confusão ou dores no peito.
  • Mantenha contato com seus entes queridos por telefone ou on-line e faça exercícios para manter o pensamento positivo.

Tratamentos médicos

Cientistas do mundo todo estão trabalhando para encontrar e desenvolver tratamentos para a COVID-19.

Os tratamentos paliativos mais indicados incluem oxigênio, para casos mais graves e pacientes de alto risco devido a outras doenças, e suportes respiratórios, como ventilação, para pacientes em estado crítico.

A Dexametasona é um corticosteroide que pode ajudar a reduzir o tempo de ventilação e salvar as vidas de pacientes em situação mais grave.

A OMS não recomenda a automedicação, incluindo ingestão de antibióticos, como prevenção ou cura da COVID-19.

São Paulo

Total de Casos

4.745.504

Mortes

159.589

Brasil

Total de Casos

30.125.540

Mortes

661.377

Global

Total de Casos

497.493.302

Mortes

6.174.449

Fonte: World Heath Organization

Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.

João 1:12