Nossa Moeda
Como é Feito o Dinheiro
Evolução do Padrão Monetário do Brasil
1500 – 1994
O primeiro dinheiro a circular no Brasil foi a moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o comércio foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda de metal. Mas a primeira “moeda” brasileira de fato foi o açúcar, que, em 1614, passou a valer como dinheiro por ordem do governador Constantino Menelau. O fumo, o algodão e a madeira também eram muito utilizados com essa função.
As primeiras moedas metálicas – de ouro, prata e cobre – chegaram com o início da colonização portuguesa. A moeda portuguesa, o real, foi usada no Brasil durante todo o Período Colonial. Assim, tudo se contava em réis – plural popular de real. O dinheiro vinha de Portugal, mas sua origem verdadeira era a Espanha, muito mais rica em reservas metálicas devido à maior abundância de ouro e prata em seu império. Houve até uma época – durante a dominação de Portugal pela Espanha, de 1580 a 1640 – em que a moeda utilizada na Colônia brasileira era o real hispano-americano, cunhado na Bolívia.
Em 1624, a Holanda invadiu pela primeira vez o Nordeste brasileiro. Sob seu domínio, foi realizada a primeira cunhagem de moedas em território nacional. Quadradas, pequenas, feitas em ouro e prata, elas surgiram em Pernambuco, em 1645.

Florin

Florin
Primeiras moedas cunhadas no Brasil, os florins foram fabricados em ouro pelos holandeses, quando ocuparam o Nordeste brasileiro (1630 – 1654).
As casas fabricantes de moedas foram criadas por aqui à medida que os lugares iam desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi a Casa da Moeda do Brasil foi inaugurada em 1694, em Salvador na Bahia, para cunhar os réis portugueses, em cobre e depois em ouro. Em seguida vieram as casas da moeda do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.
Quando a Corte portuguesa veio para o Rio de Janeiro por conta das Guerras Napoleônicas, o crescimento dos gastos por causa de sua presença e a falta de metal precioso levaram à necessidade de emissão de moeda de papel para atender ao comércio. Criou-se, então, o Banco do Brasil, e, em 1810, foram lançados os primeiros bilhetes de banco no país.
O dinheiro no Brasil Império
(1822-1889)
Entretanto, quando D. João VI (1706 – 1750), voltou para Portugal, levou não só a Corte, mas também o tesouro nacional. Golpe grave: as reservas bancárias da Colônia reduziram-se a 20 contos de réis (ou 2 mil réis). Passou-se a emitir papel-moeda sem lastro metálico suficiente, o que ocasionou a progressiva desvalorização do dinheiro. Assim, quando D. Pedro I se tornou imperador do Brasil em 1822, encontrou os cofres vazios e uma enorme dívida pública. Sob o governo de D. Pedro II a situação melhorou um pouco, principalmente devido à produção cafeeira (que seria o centro da economia brasileira nos próximos 100 anos) e à construção de ferrovias e estradas.
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Moeda de 6.400 réis, de 1822, em ouro [cara]
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Moeda de 6.400 réis, de 1822, em ouro [coroa]
Conhecida como Peça da Coroação, foi cunhada para comemorar a coroação de Dom Pedro I como Imperador do Brasil.
Em 1888, com a abolição da escravatura, completava-se parte do caminho – que seria concluído pela imigração – da formação do nosso mercado de trabalho, o que disponibilizou a mão-de-obra necessária para nossa industrialização. Foram evoluções imprescindíveis para o desenvolvimento capitalista no Brasil.
No dia-a-dia, passou-se a usar o mil-réis, múltiplo do real, como unidade monetária devido às seguidas desvalorizações.

Cédula de 1.000 réis com efígie de Dom Pedro II de 1879

Cédula de 500 réis com efígie de Dom Pedro II
O dinheiro na República Velha
(1889-1937)
A desvalorização transformou-se num mal crônico, e as crises financeiras se sucediam. O governo federal passou a ser o único responsável pela emissão de nosso dinheiro. Só em 1911 é que o dinheiro brasileiro registrou sua primeira alta no mercado internacional.

Cédula de 500 mil réis da Caixa de Conversão de 1906
Em 1906, foi criada a Caixa de Conversão para combater a crise no mercado do café – produto importantíssimo para a economia brasileira – e manter equilibrado o poder de troca da moeda do Brasil no comércio com outras nações. A Caixa emitiu cédulas em valores que variam entre 10 mil réis e 1 conto de réis – o chamado papel-ouro, porque tinha a garantia de ser trocado por moedas de ouro. Ela teve suas atividades encerradas em 1920.
Mas o mil-réis se desvalorizou muito devido à Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, e ao crash da bolsa em 1929, fato que influenciou a economia do mundo todo. Começou nesse período a crise da produção cafeeira no Brasil.
Para tentar estabilizar a situação, criou-se a Caixa de Estabilização, que emitia cédulas que podiam ser trocadas por barras ou moedas de ouro, com o intuito de formar um estoque que tornasse o dinheiro brasileiro mais forte. A Caixa não teve êxito, pois essas crises foram tão fortes que esgotaram os depósitos, e suas atividades foram encerradas em 1930.
O dinheiro no Estado Novo
(1937-1945)
A partir de 1933, o Brasil começou a se recuperar. Isso se deveu principalmente à política de defesa dos interesses cafeeiros, já que a demanda interna voltou-se mais uma vez ao produto nacional, por causa da brusca queda da capacidade de importar produtos.
O governo ditatorial de Getúlio Vargas se preocupava muito em criar medidas de estímulo à indústria brasileira, manipulando investimentos e investindo recursos em segmentos como a indústria de base. Em 1941, surge a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Companhia Vale do Rio Doce.
No ano de 1942, o cruzeiro é estabelecido como padrão monetário nacional, substituindo o real. A nova unidade correspondia a 1 mil-réis.
O dinheiro na Quarta República e na Ditadura Militar
(1945-1983)

Cédula de 1 cruzeiro com efígie do Marquês de Tamandaré de 1956
A desaceleração do crescimento industrial ocasionado pela Segunda Guerra Mundial não impediu a consolidação da industrialização no Brasil no fim do Estado Novo, em 1945.
Já iniciadas as ditaduras militares, o ano de 1967 foi marcado pelo lançamento do cruzeiro novo, unidade transitória que equivalia a mil cruzeiros. Em 1970, sua denominação voltou a ser apenas cruzeiro.
De 1968 a 1973, o Brasil passou pelo milagre econômico, com a realização de obras e projetos ambiciosos. O PIB cresceu, em média, 11% ao ano, mas a renda tornou-se cada vez mais concentrada, problema que persiste até hoje.
Em 1979, ocorreu a maxidesvalorização do cruzeiro, durante o governo Figueiredo, quando o nosso dinheiro perdeu de uma só vez 30% do seu valor.

Cédula de 100 cruzeiros lançada em 1981
A partir do governo Juscelino Kubitschek (1956 a 1960) e durante todo o período dos governos militares (1964 a 1985), houve um supercrescimento da dívida externa brasileira, até que, em novembro de 1983, o país informou aos credores internacionais que deixaria de pagar o principal da dívida, honrando apenas os juros.
O dinheiro na Nova República
(a partir de 1983)
A Nova República herdou como um dos mais pesados fardos a dívida externa e a inflação galopante, que seria o alvo principal de várias medidas e planos econômicos.
O Decreto 2.283 deflagrou, no governo Sarney, o Plano Cruzado. Entre as medidas adotadas, estavam a reforma monetária (criação da nova moeda, o Cruzado), o congelamento dos preços e a instituição do gatilho salarial, que era acionado toda vez que a taxa de inflação atingia 20%.
Em 1986, entrou em cena o Plano Cruzado II e, em 20 de fevereiro de 1987, o presidente José Sarney informou, em pronunciamento oficial, que o governo brasileiro suspendera unilateralmente todos os pagamentos de juros relativos à dívida de médio e longo prazo devida aos bancos comerciais estrangeiros.

Cédula de 10 mil cruzados lançada em 1986, que homenageou o cientista Carlos Chagas
Entre 1987 e 1991, foram implementados sucessivamente vários planos econômicos. Primeiro o Plano Bresser, de junho de 1987. Em 1989, o Plano Verão, que criou o Cruzado Novo. Já no governo Collor, os planos Collor I (que ressuscitou o cruzeiro) e Collor II. A edição sucessiva mostrava o insucesso das tentativas de estabilizar a economia. A inflação pularia de 415,83% ao ano, em 1987, para 2.708,55% ao ano em 1993.
No início da década de 90, o Brasil passou por um período chamado de abertura comercial e econômica. Tratou-se de reduzir a tarifa de importação, realizar reestruturações industriais e tecnológicas e promover processos de privatizações de empresas estatais com o objetivo de criar condições para que o mercado nacional pudesse enfrentar a concorrência internacional e adequar sua economia ao fenômeno da globalização.
Em 1993, já no governo Itamar Franco, a moeda foi novamente desvalorizada em três decimais: o cruzeiro passou a se chamar cruzeiro real.
Tendo a inflação alcançado o alarmante índice de 3.700% nos primeiros onze meses de duração do cruzeiro real, o governo Itamar Franco passou a adotar, a partir de março de 1994, um indexador único da economia, designado unidade real de valor (URV), para estabelecer uma proporção entre salários e preços, o qual iria se transformar em nova moeda quando todos os preços, em tese, estivessem estáveis em termos de URV. Essa estabilidade pressuposta ocorreu em 1.° de julho de 1994, quando a URV, equivalendo a 2.700 cruzeiros reais, passou a valer 1 real, representado pelo símbolo R$.

Cédula de 50 mil cruzeiros reais lançada em 1993
Em 1998, o real passou pela sua primeira grande afirmação, quando houve uma grande desvalorização da nossa moeda devido à quebradeira de vários mercados pelo mundo, principalmente o russo e o asiático. Mas, apesar das dificuldades, o Brasil atravessa atualmente uma fase de desenvolvimento. Temos uma grande produção industrial, um mercado vigoroso e atingimos uma marca representativa no segmento de informática e tecnologia. Todavia, nosso passado colonial e escravista revela igualmente seu peso, mantendo flagrantes desigualdades sociais em nosso país e fazendo com que uma grande parte da população não participe desse desenvolvimento.
Outro problema comumente enfrentado pelos mercados emergentes como o brasileiro é que suas economias vivem à mercê da ação de especuladores, que ganham dinheiro com fortes quedas no mercado cambial e de ações, podendo fazer com que entrem em colapsos parecidos com o enfrentado pelo povo argentino atualmente, pelo México em 1994 ou pelos Tigres Asiáticos em 1998.
| Mês/Ano da Mudança: Período Colonial Nome Anterior: – Nova Denominação: Real Vigência da Moeda Anterior: – Valor Paritário: R 1$2000 = 1/8 de ouro de 22K Medida Legal da Nova Moeda O Plural de Real era Réis. |
Mês/Ano da Mudança: Outubro/33 Nome Anterior: Real Nova Denominação: Mil Reis Vigência da Moeda Anterior: Até 07/10/1833 Valor Paritário: Rs 2$5000 = 1/8 de ouro de 22K Medida Legal da Nova Moeda Vigorou à partir do Segundo Império. Um cento de Reis corresponde a 1.000.000 réis. |
Mês/Ano da Mudança: Outubro/42 Nome Anterior: Mil Réis Nova Denominação: Cruzeiro Vigência da Moeda Anterior: de 08/10/1833 a 31/10/1942 Valor Paritário: Rs 1.000 = Cr$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Decreto Lei nº 4.791 de 05/10/42 (foram criados os centavos) Em 1902 com a inflação durante a 2a. Guerra, o Mil Reis vira Cruzeiro e 3 zeros são cortados. Em 1964 a fração centesimal do Cr$, denominada centavo foi extinta pela Lei 4.511 de 01/12/64. |
| Mês/Ano da Mudança: Fevereiro/67 Nome Anterior: Cruzeiro Nova Denominação: Cruzeiro Novo Vigência da Moeda Anterior: de 01/11/1942 a 12/02/1967 Valor Paritário: Cr$ 1.000 para NCr$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Decreto Lei nº 1 de 13/11/65 Regulamentado pelo Decreto nº 60.190 de 08/02/67 (foram restabelecidos os centavos). |
Mês/Ano da Mudança: Maio/70 Nome Anterior: Cruzeiro Novo Nova Denominação: Cruzeiro Vigência da Moeda Anterior: de 13/02/67 a 14/05/70 Valor Paritário: NCr$ 1,00 para Cr$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Resolução nº 144 de 31/03/70 Em 1984 a fração centesimal do Cr$ criado em 31/03/70, foi extinta a partir de 16/08/84 com a promulgação da Lei nº 7.214 de 25/08/84. |
Mês/Ano da Mudança: Fevereiro/86 Nome Anterior: Cruzeiro Nova Denominação: Cruzado Vigência da Moeda Anterior: de 15/05/70 a 27/02/86 Valor Paritário: Cr$ 1.000 para Cz$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Decreto Lei nº 2.283 de 27/02/86 ** Plano Cruzado ** (foram restabelecidos os centavos) São cortados 3 zeros da moeda. |
| Mês/Ano da Mudança: Janeiro/89 Nome Anterior: Cruzado Nova Denominação: Cruzado Novo Vigência da Moeda Anterior: de 28/02/86 a 15/01/89 Valor Paritário: Cz$ 1.000 para NCz$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Medida Provisória nº 32 de 15/01/89 que deu origem a Lei 7.730 de 31/11/89 ** Plano Verão **Houve congelamento de preços e são cortados 3 zeros da moeda. |
Mês/Ano da Mudança: Março/90 Nome Anterior: Cruzado Novo Nova Denominação: Cruzeiro Vigência da Moeda Anterior: de 16/01/89 a 15/03/90 Valor Paritário: NCz$ 1,00 para Cr$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Medida Provisória nº 168 de 15/03/90 (alterada pela M.P. 172 de 17/03/90 e 174 de 23/03/90) que deu origem a Lei 8.024 de 12/04/90 ** Plano Collor ** O Presidente Collor bloqueia as aplicações financeiras. |
Mês/Ano da Mudança: Agosto/93 Nome Anterior: Cruzeiro Nova Denominação: Cruzeiro Real Vigência da Moeda Anterior: de 16/03/90 a 31/07/93 Valor Paritário: Cr$ 10 para CR$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Medida Provisória nº 336 de 28/07/93, convertida na Lei nº 8.697 de 27/08/93, e Resolução do Banco Central nº 2.010 de 28/07/93 (foram restabelecidos os centavos) A moeda fica sem 3 zeros novamente. Houve, em seus 11 meses de existência, um acúmulo de inflação de 3700%. |
| Mês/Ano da Mudança: Julho/94 Nome Anterior: Cruzeiro Real Nova Denominação: Real Vigência da Moeda Anterior: de 01/08/93 a 30/06/94 Valor Paritário: CR$ 2750 para R$ 1,00 Medida Legal da Nova Moeda Decreto Lei nº 8.880 de 27/05/94 e 9.069, de 29/06/95. ** Plano Real ** O Presidente Itamar Franco cria o Real, plural Reais. Passou também a vigorar a URV (Unidade Real de Valor, com variação diária. A Economia era estimulada a usá-la como referência. Quando a URV chegou a CR$ 2750, a nova moeda, Real, entrou em vigor. |
FORMULAS DE EQUIVALÊNCIA EM RELAÇÃO AO REAL
|
Obs: Se de 01/94 a 06/94 os valores informados forem em URV, estes deverão ser convertidos em Cruzeiros reais para serem usados na fórmula acima.
* Observação importante *
Antes da transformação das moedas, devemos incorporar a inflação do período utilizando os números índices como o IGP-DI. Exemplo: PARA ATUALIZAR CR$10.000,00 DE 31/01/94 PARA 31/12/98 BASTA DIVIDIR:
CR$ 10.000 PELO NÚMERO-ÍNDICE IGP-DI DE JAN/90 E DEPOIS MULTIPLICAR O RESULTADO PELO NÚMERO ÍNDICE DE DEZ/98. O RESULTADO OBTIDO SERÁ O “X” DA FÓRMULA 6 ACIMA =(X/2750).
Como é Feito o Dinheiro
Moedas
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Moeda de 1 Real – Moeda Recolhida [cara]
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Moeda de 1 Real – Moeda Recolhida [coroa]
Há mais de 2.600 anos, o processo de fazer moedas é o mesmo. Grava-se uma imagem em um pedaço de metal comprimindo-o entre duas superfícies. No passado, isso era feito manualmente.
Hoje em dia, um artista cria um modelo em gesso, muito maior que a moeda definitiva. A partir dele, faz-se uma versão em níquel, utilizando-se um sistema chamado galvanoplastia (processo de produzir objetos mediante deposição eletrolítica sobre um molde). Então, utiliza-se uma máquina chamada torno redutor, que, com base no modelo, vai esculpir o desenho em um pedaço de metal. Está feita a matriz, que já apresenta o tamanho da moeda definitiva.
A matriz é reforçada através do calor e de produtos químicos e, depois, utilizada para fazer o molde da moeda. Dois moldes, um de cada lado da moeda, são colocados em uma prensa de alta velocidade. Pedaços maciços de metal são postos na prensa, onde são comprimidos entre os moldes. As imagens ficam impressas no metal e o processo de cunhagem está pronto.
![Cédula de 1 Real - Moeda Recolhida [frente] Cédula de 1 Real - Moeda Recolhida [frente]](https://dannybia.com/blog/wp-content/uploads/2021/04/1-real.jpg)
Cédula de 1 Real – Moeda Recolhida [frente]
Um artista faz esboços com lápis e tinta, mas os intrincados desenhos de fundo são feitos no computador em programas CAD (computer aided design). Eles funcionam como uma forma de tornar difícil a falsificação.
A chapa é feita por um gravador que usa ferramentas afiadas para esculpir o desenho numa folha de talha. O desenho é copiado várias vezes em uma grande chapa de impressão, o que permite a reprodução de várias notas ao mesmo tempo.
![Cédula de 100 Reais - Moeda Recolhida [Verso] Cédula de 100 Reais - Moeda Recolhida [Verso]](https://dannybia.com/blog/wp-content/uploads/2021/04/100-reais.jpg)
Cédula de 100 Reais – Moeda Recolhida [Verso]
Para se criarem as cores exatas e também evitar a falsificação, as tintas têm de ser cuidadosamente misturadas. O papel também é diferente. Geralmente, é feito com fibra de algodão e linho, podendo ser manuseado por milhões de pessoas sem ser destruído.
A impressão das notas passa por três processos:
Impressão litográfica: imprime o desenho do fundo. As chapas litográficas são feitas a partir da folha de talha. Cada uma delas corresponde a uma cor diferente. A tinta passa dos rolos para as chapas e, depois, elas são impressas umas sobre as outras.
Chapa: produz a imagem principal da nota. A tinta sai pelas ranhuras da folha para o papel.
Impressão tipográfica: imprime um número de série em cada nota. Então, é incorporado mais um dispositivo de segurança às cédulas: as fitas metálicas.
Por fim, uma guilhotina corta as folhas de notas em notas únicas. Depois, elas são embaladas em pacotes e entregues aos bancos. No Brasil, apenas a Casa da Moeda pode imprimir dinheiro.
Como Evitar Assaltos no Trânsito
Quando estiver em seu automóvel, evite estacionar em lugares desertos e pouco iluminado.
Ao estacionar ou parar em cruzamentos, principalmente a noite, observe pessoas suspeitas nas proximidades.
Evite deixar objetos de valor no interior de seu carro.
Siga também as instruções abaixo. Excelentes dicas!

Como Evitar Assaltos no Trânsito
Polícia Militar – Por: Danny
Boletim de Ocorrência Online
Agora Ficou Mais Fácil e Rápido
Acho que é de interesse de todos, ainda mais nos dias de hoje.
Está no ar o “Plantão Eletrônico”, através do qual pode ser feito o registro de ocorrências, tais como:
Ocorrências que PODEM ser Registradas Online:
→ Roubo ou Furto de Veículos;
→ Furto de Documentos/Celular/Placa de Veículo/Bicicleta;
→ Perda de Documentos/Celular/Placa de Veículo;
→ Roubo de Documentos, Celulares e/ou Objetos;
→ Injúria, Calúnia ou Difamação;
→ Acidente de Trânsito Sem Vítimas;
→ Desaparecimento de Pessoas;
→ Encontro de Pessoas;
→ Furto de Fios/Cabos em vias públicas (somente para empresas concessionárias);
→ Violência Doméstica; Dúvidas?
→ Outras Ocorrências;
→ DEPA – Proteção Animal.
Através deste procedimento, não é necessário ir à uma Delegacia de Polícia para a elaboração do “Boletim de Ocorrência”; basta acessar o site abaixo:
Delegacia Eletrônica
Preencher o B.O. na tela do computador e, em até 30 minutos, a polícia entrará em contato para a confirmação das informações prestadas.
A partir desta confirmação o B.O. já estará disponível para cópia via impressora.
Você NÃO PODE registrar a Ocorrência Online se for…
→ Estupro;
→ Homicídio;
→ Latrocínio (Roubo seguido de Morte)
NOTA: Nesses casos, você deve procurar uma delegacia e registrar a ocorrência pessoalmente.
Espalhem a notícia, é de suma importância.
Blue-Ray DVD
Blue-Ray… novo padrão para substituto do DVD?
Raio Laser Azul
Os principais fabricantes de equipamentos eletrônicos (Hitachi, LG, Matsushita, Pioneer, Philips, Samsung, Sharp, Sony e Thomson Multimedia) acabam de anunciar em Tóquio, Japão, um novo disco óptico que possivelmente será o sucessor do DVD, o Blue-Ray.
Este disco será capaz de armazenar 27 GB em apenas uma camada, ou seja, quase seis vezes mais que DVD, que pode armazenar no máximo 4,7 GB em uma camada. Lembre-se que o DVD possui em cada lado do disco duas camadas, uma camada capaz de armazenar 4,7 GB e outra camada capaz de armazenar 3,8 GB, um total de 8,5 GB em cada lado do DVD, ou seja, o DVD pode armazenar no máximo 17 GB, o que corresponde a 8 horas de vídeo.
Segundo a Sony, o Blue-Ray também irá suportar uma segunda camada com 23 GB, aumentando a sua capacidade para 50 GB em cada lado do disco, ou seja, um total de 100 GB, o que corresponde a 47 horas de vídeo.
Fisicamente o Blue-Ray possui o mesmo tamanho do DVD e do CD-ROM, mas para evitar que a sua superfície sofra algum tipo de dano (riscos, manchas e etc…), este disco será protegido com um cartucho, parecido com o do disquete de 1,44 MB.
O segredo para aumentar a capacidade deste disco, sem aumentar fisicamente o seu tamanho, é a utilização do raio laser azul, que possui uma precisão maior que a do raio laser vermelho, utilizado atualmente pelo DVD e o CD-ROM.
O Blue-Ray deve ser disponibilizado no mercado no começo de 2003, vindo para substituir o DVD. Sinceramente não sei como vai ser a sua aceitação no mercado, mas é muito provável que o DVD continue dominando o mercado por muito tempo, pois 8 horas de vídeo é mais do que o suficiente para 99,9 % dos filmes. O Blue-Ray poderia ser uma boa opção para os fabricantes de software, mas também considero difícil, pois ainda é muito raro uma empresa disponibilizar algum software para DVD. Enfim, com o apoio dos principais fabricantes de equipamentos eletrônicos, o Blue-Ray tem tudo para conseguir o seu espaço no mercado, mas é muito provável que isto demore bastante
Já temos o disco blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico com 12 cm de diâmetro e 1,2 mm de espessura (igual ao CD e ao DVD) para vídeo e áudio de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É uma alternativa ao DVD e é capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de até 4 horas em compressão com perda de dados. Requer uma TV Full HD de LCD, plasma ou LED para explorar todo seu potencial.
Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser (“blue ray” em inglês significa “raio azul”). A letra “e” da palavra original “blue” foi eliminada porque em alguns países não se pode registrar uma palavra comum em forma de um nome comercial. Este raio azul mostra um comprimento de onda curta de 405 nm e conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray e foi criada pela Sony, Panasonic, Pioneer e Philips.
Mas, nem tudo é boa notícia: Em junho de 2011, o analista do The NPD Group, Russ Crupnick disse que “o mercado de vídeo em disco físico foi um pouco decepcionante.” Em 2014 a Time listou o Blu-ray em “5 produtos tecnológicos que serão mortos em 5 anos”. Em 2016 os DVDs e Blu-rays deixaram de ser o meio mais lucrativo para distribuição de vídeo nos Estados Unidos e 2017 no Reino Unido, sendo sucedido pela mídia digital e streaming.
O Mago Showy Software
Antibiótico é Extraído da Aranha Caranguejeira
A Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana]
Gomesina é eficaz no combate a várias espécies de bactérias e fungos, e leveduras.
![Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana] Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana]](https://dannybia.com/blog/wp-content/uploads/2021/04/acanthoscurria-gomesiana.jpg)
Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana]
Um estudo desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) descobriu que a aranha-caranguejeira ( Acanthoscurria gomesiana ) produz uma substância, a gomesina, extremamente eficaz no combate a 24 espécies de bactérias, nove fungos e cinco leveduras.
A gomesina é um peptídeo, proteína formada por unidades menores chamadas aminoácidos, e funciona como um antibiótico no organismo da aranha. “Retiramos a substância do sangue da aranha e montamos um análogo sintético, uma estrutura equivalente à gomesina em laboratório”, explica Sirlei Draffe, coordenadora do estudo realizado pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em colaboração com o Dr. Philippe Bulet, do Centro Nacional de Pesquisa (França).
![Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana] Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana]](https://dannybia.com/blog/wp-content/uploads/2021/04/acanthoscurria-gomesiana1.jpg)
Aranha Caranguejeira
Os testes realizados mostraram que a gomesina é eficiente na eliminação de bactérias como as que causam infecções hospitalares ( Staphylococcus Aureus e Staphylococcus saprophyticus ), pneumonia ( Klebsiella Pneumoniae ) e meningite ( Cryptococcus Neoformans ).
Espera-se que a substância comece a ser testada em seres humanos daqui a poucos anos e seja utilizada em uma nova geração de antibióticos que não permita a sobrevivência de bactérias resistentes, como ocorre atualmente. “Em geral, as bactérias se multiplicam a cada 20 minutos. A diferença entre otempo de ação do medicamento e da replicação das bactérias vai selecionando as mais resistentes”, explica Daffre.
![Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana] Aranha Caranguejeira [Acanthoscurria Gomesiana]](https://dannybia.com/blog/wp-content/uploads/2021/04/acanthoscurria-gomesiana2.jpg)
Acanthoscurria Gomesiana
A gomesina é mais vantajosa que os antibióticos tradicionais por agir diretamente na membrana da bactéria, permeabilizando-a, o que causa a morte do micro-organismo pela saída de substâncias do interior das células. Já os antibióticos convencionais levam mais tempo para entrar na bactéria e começar a agir contra ela, inibindo a síntese de proteínas e de ácidos nucléicos como o DNA e o RNA.
“Já conhecíamos a ação dos peptídeos antimicrobianos em insetos e vertebrados, mas não em aracnídeos. O que nos levou a estudar as aranhas foi o fato de serem animais com vida longa e, portanto, que deveriam ter um sistema imunológico eficiente”, informa Daffre.
Ciência Hoje
Ano Bissesto ou Bi-sesto?
Por que no ano em que em que o mês de Fevereiro tem 29 dias é considerado um ano é bissexto?
Porque neste ano se acrescenta um dia a mais. O dia extra é introduzido justamente no mês de Fevereiro, o que ocorre a cada (04) quatro anos.
Qual a necessidade de um ano bissexto?
Acrescenta-se um dia a mais para se corrigir a discrepância entre o ano-calendário convencional e o tempo de translação da Terra em volta do Sol tomando-se o ano trópico que utiliza o equinócio vernal (ou seja, o equinócio de primavera no hemisfério norte) como referência. A Terra demora aproximadamente 365,2422 dias solares (1 ano trópico) para dar uma volta completa ao redor do Sol, enquanto o ano-calendário comum (por convenção) tem 365 dias solares. Sobram, portanto, aproximadamente 5h48m46 (0,2422 dia) a cada ano trópico. As horas excedentes são somadas e adicionadas ao calendário na forma inteira de um dia (4 x 6h = 1 dia).
No caso do Calendário Gregoriano este dia extra é incluído no final do mês de fevereiro, que passa a ter 29 dias (ano com 366 dias) em lugar dos 28 dias de anos normais (ano de 365 dias).
Por que bissexto?
Chama-se ano bissexto o ano ao qual é acrescentado um dia extra, ficando ele com 366 dias, um dia a mais do que os anos normais de 365 dias, ocorrendo a cada (04) quatro anos. Isto é feito com o objetivo de manter o calendário anual ajustado com a translação da Terra e com os eventos sazonais relacionados às estações do ano. O próximo ano bissexto será 2012.
A origem do nome bissexto advém da implantação do Calendário Juliano em 45 a.C. que se modificou evoluindo para o Calendário Gregoriano que hoje é usado em muitos países a todos os quais ocorrem os anos bissextos. Na verdade tem relação com o antigo calendário Romano, e é muito mais complexo de explicar, pois os romanos chamavam o primeiro dia do mês de Calendae, e o dia inserido era o sexto dia de novo (bis sextum) antes das Calendae de acordo com a contagem romana. Seria então 5° dia antes das Calendae de março (ante diem bis sextum kalendas martias), ou seja 25 de fevereiro, portanto segundo o calendário romano o dia extra do mês de fevereiro é o 25° e não o 29°.
Dentro de um contexto histórico, a inclusão deste dia extra, dito dia intercalar, ocorreu e é feita em calendários ditos solares em diferentes meses e posições. No Calendário Gregoriano é acrescentado ao final do mês de Fevereiro, sendo seu 29º dia.
Hoje a expressão bissexto vez ou outra é associada ao duplo seis (66) da expressão 366; ou seja, acrescentando um dia a mais o ano fica com 366 dias, ou seja dois seis, ou melhor dizendo bis seis, bissexto; O que expressa uma coerência mnemônica popular, porém, aos estudiosos é um grande e histórico equívoco.
Determinação dos anos bissextos
As regras para determinação do ano bissexto são distintas em três períodos:
Calendário Juliano
O Calendário Juliano vigorou inicialmente de 45 a. C. até 7 d. C.. Em 46 a. C. o ditador Júlio César, no final de seu governo, modifica radicalmente o calendário de Numa Pompílio e a partir de 45 a. C. e durante todo este período inicial de uso deste calendário, o dia extra era acrescentado após o dia 25 de Februarius e deveria ocorrer de três em três anos.
Foi neste período e em consequência da forma com que os romanos contavam os dias do mês que estes anos com um dia a mais ficaram conhecidos como anos bissextos. O erro da inserção de anos bissextos de a cada três anos em vez de quatro só foi detectado cerca de trinta anos mais tarde. Julga-se que este erro tenha sido corrigido pela não existência de anos bissextos entre 12 a. C. e 3 d. C., ou seja, os anos bissextos do calendário juliano foram abandonados nesse período.
Calendário do Imperador César Augusto
O Calendário Augustiano vigorou de 8 d. C. até 1581. Em 8 d.C. o imperador César Augusto fez uma correção no calendário e a partir deste ano e durante todo este período até 1581 o dia extra era acrescentado após o dia 24 de Februarius e deveria ocorrer de quatro em quatro anos. Com o passar dos anos, aquela forma de contagem dos dias do mês foi mudando e em lugar de ser interpretado como um duplo dia 24 ele já passou a ser interpretado como um dia a mais que era incluído no final do mês de Fevereiro.
O senado romano homenageou o imperador trocando o nome do mês Sextilius para Augustus que passou de 30 para 31 dias, sendo retirado de Februarius que passou de 29 para 28 dias o que afetou o ponto de inclusão do dia extra.
O Calendário Augustiano ou Juliano/Augustinado é considerado muitas vezes como uma revisão pequena do Calendário Juliano, prevalecendo o entendimento de que o Calendário Juliano vigorou de 45 a. C. a 1581.
Calendário do Papa Gregório XIII
Em 1582, para corrigir o atraso acumulado, o Papa Gregório XIII modificou e ajustou o calendário, que ficou conhecido como Calendário Gregoriano. Definiu-se que o ajuste deveria ser feito de forma que o equinócio de março caísse no dia 21 daquele mês, o que estava em conformidade com o primeiro Concílio de Niceia (325 d.C). Para isso o Papa Gregório encomendou estudos que permitissem corrigir os erros dos calendários passados buscando definir os ajustes de acordo com a Páscoa cristã, atrelada ao equinócio de março. Buscou também uma regra muito mais precisa para os anos bissextos.
Entre 325 e 1582 passaram-se 1257 anos. Como no sistema juliano a cada 128 anos haveria a necessidade retirar 1 dia do calendário, acumularam-se, depois de 1257 anos, aproximadamente 10 dias (9,82 dias). Portanto, em 1582, na transição entre os Calendários Juliano e Gregoriano, o dia 4 de outubro foi seguido pelo dia 15 de outubro. Os 10 dias entre eles foram retirados do calendário e não existem na sequência cronológica de contagem do tempo.
Feitas as correções de calendário definiu-se a nova regra para o cálculo dos anos bissextos:
- De 4 em 4 anos é ano bissexto.
- De 100 em 100 anos não é ano bissexto.
- De 400 em 400 anos é ano bissexto.
- Prevalecem as últimas regras sobre as primeiras.
Para melhor entender
São bissextos todos os anos múltiplos de 400, p.ex: 1600, 2000, 2400, 2800
Não são bissextos todos os múltiplos de 100 e não de 400, p.ex: 1700, 1800, 1900, 2100, 2200, 2300, 2500…
São bissextos todos os múltiplos de 4 e não múltiplos de 100, p.ex: 1996, 2004, 2008, 2012, 2016…
Não são bissextos todos os demais anos.
Essa regra aproxima o ano trópico pelo valor de 365,2425 dias.
Em função da nossa longevidade média, é comum e compreensível que nos lembremos apenas da primeira regra, a de quatro em quatro anos, embora a correção dos anos bissextos seja mais complexa.
Como curiosidade, o ano de 2000 foi o segundo ano em que a terceira regra foi aplicada. Contudo, como foi ano bissexto, o ano de 1900 foi a última vez que a regra da divisão por 100 foi aplicada até os dias atuais; a próxima ocorrerá apenas em 2100.
Uma Curiosidade
Ai vem outra curiosidade, as pessoas que nascem no ano bissexto fazem aniversário de quatro em quatro anos?
Há uma tendência de se achar que as pessoas que nascem no dia 29 de fevereiro “só fazem aniversário a cada 4 anos”. Isso não é verdade, pois assim como as demais pessoas o “primeiro aniversário” é calculado adicionando-se 365 dias à data de nascimento. Ou seja, um bebê que nasceu no dia 29 de fevereiro comemorou seu primeiro aniversário 365 dias depois que nasceu, ou seja, no dia 28 de fevereiro do ano seguinte.
É comum, no entanto, que os nascidos no dia 29 de fevereiro comemorem de modo especial o seu dia de nascimento a cada 4 anos, algumas pessoas até se acham especiais por causa disso.
É claro que há sempre as brincadeiras com a idade, contando de 4 em 4 anos, feita pelos amigos, parentes e pelo próprio aniversariante.
É pena que muitos pais de crianças que nascem no dia 29 de fevereiro fiquem com receio sobre a data de aniversário dos seus filhos e consigam fazer o registro civil como se os filhos tivessem nascidos no dia 28 de fevereiro (ou 1 de março).
Quando será o próximo Ano Bissexto?
| 2020 | 2024 | 2028 | 2032 | 2036 |
| 2040 | 2044 | 2048 | 2052 | 2056 |
| 2060 | 2064 | 2068 | 2072 | 2076 |
| 2080 | 2084 | 2088 | 2092 | 2096 |
O presidente Jair Bolsonaro Aprovou Auxílio 2021
O presidente Jair Bolsonaro [sem partido] assinou nesta quinta-feira a MP [Medida Provisória] que cria o novo auxílio emergencial 2021, 4 parcelas do novo auxílio para trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família.
Quantas parcelas será o auxílio emergencial?
O auxílio emergencial 2021 será pago a partir de abril, em quatro parcelas, que devem ser pagas nos seguintes meses: abril, maio, junho e julho, com valores de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, dependendo da família.
O que é Auxílio Emergencial?
O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro concedido pelo Governo Federal destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus – COVID 19.
A CAIXA atua como agente operador desse benefício e a origem dos recursos para pagamento é do Governo Federal, por intermédio do Ministério da Cidadania.
Quem poderá receber o auxílio emergencial?
Pelas novas regras, é preciso atender uma série de critérios para receber o novo auxílio:
Ser trabalhador informal ou beneficiário do Bolsa Família ter renda familiar mensal de até três salários mínimos [R$ 3.300,00];
Ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, ou seja, R$ 550,00;
Para os beneficiários do Bolsa Família continua valendo a regra do benefício mais vantajoso;
Só vai receber o novo auxílio quem já recebeu no ano passado auxílio emergencial em 2020, já está inscrito nos cadastros públicos usados para a análise dos pedidos. Quem não faz parte dos cadastros não receberá o benefício, visto que não haverá novos pedidos.
Qual será o valor do benefício?
O valor do auxílio dependerá da condição de cada benefício:
Para quem mora sozinho: R$ 150,00
Famílias com mais de uma pessoa e que não são chefiadas por mulheres: R$ 250,00
Famílias chefiadas por mulheres: R$ 375,00
Como faço para pedir novamente o auxílio emergencial 2021?
Não é possível pedir o benefício.
No ano passado, o governo disponibilizou um aplicativo e um site para o trabalhador se cadastrar e solicitar o auxílio. Neste ano, o governo vai usar o cadastro feito no ano passado.
Quem não poderá receber o auxílio emergencial?
Não têm direito, segundo o governo: trabalhadores formais, com carteira assinada quem recebe benefício do INSS ou de programa de transferência de renda federal quem recebeu o auxílio em 2020, mas não sacou nem usou o dinheiro quem estiver com auxílio emergencial 2020 cancelado no momento da análise cadastral do novo auxílio residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares pessoas com menos de 18 anos, exceto mães adolescentes presidiários quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019 quem tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 milhões quem recebeu em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 40 milhões
Como será o pagamento?
O governo deve depositar o dinheiro nas contas digitais gratuitas abertas pela Caixa em nome dos beneficiários do auxílio no ano passado.
Ainda não foi divulgado o calendário de pagamento, mas ele deve começar apenas em abril.
Quantas pessoas vão receber?
Serão pagos R$ 43 bilhões para 45,6 milhões de pessoas: 28.624.776 pessoas que já estão nos cadastros da Caixa (R$ 23,4 bilhões) 6.301.073 pessoas que estão no Cadastro Único do governo federal (R$ 6,5 bilhões) 10.697.777 de beneficiários do Bolsa Família (R$ 12,7 bilhões) Apesar de o Congresso ter autorizado a liberação de R$ 44 bilhões para o auxílio, com a aprovação da PEC Emergencial, o governo afirmou que o programa custará R$ 43 bilhões, incluindo os custos operacionais. “A PEC permitiu um regime orçamentário excepcional para situações de calamidade pública, que passam a ser definidas pelo Congresso Nacional. Dessa forma, o governo federal poderá ultrapassar o limite do teto de gastos, sem comprometer a meta de resultado fiscal primário e sem afetar a chamada regra de ouro”, disse o Palácio do Planalto nesta quinta-feira (18/03/2021).
Serão 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600,00, pago em meados do ano passado (68,2 milhões de pessoas)
Como Mudar Nome do Titular da Conta de Luz na Enel pela Internet?
O procedimento requer preenchimento de um formulário online e envio de documentos de identificaçãoÉ possível mudar o nome do titular da conta de luz da Enel direto no site da empresa de energia. Para isso, o solicitante precisa ter o número do cliente atual em mãos e preencher um formulário online com seus dados pessoais.
O procedimento requer também o envio de uma cópia de um documento de identificação com foto.
A troca de titularidade pode ser solicitada por pessoas físicas (maiores de 18 anos) ou jurídicas, desde que cumpram os pré-requisitos determinados pela Enel: a unidade de consumo (endereço do imóvel) não pode ter débitos ou parcelamentos vencidos ou em aberto, e o solicitante não pode ter débitos vinculados ao seu CPF com a distribuidora.
Antes de começar, vale ressaltar que a Enel tem quatro distribuidoras no país e os links para fazer a solicitação são diferentes. O tutorial foi feito a partir do site para o estado de São Paulo, mas o passo a passo é semelhante nos outros estados.
Abra o site da Enel e informe o número do cliente (sem dígito), que se encontra no canto superior direito da conta de luz. Caso não tenha o código em mãos, selecione “Sem nº cliente” e insira os dados manualmente. Basta Preencher os dados solicitados;
O procedimento pode ser feito utilizando navegadores como o Chrome, Firefox ou Microsoft Edge. A seguir, confira o passo a passo para solicitar a mudança no nome da conta de luz.

Como mudar o nome do titular da conta de luz na Enel pela Internet?— Foto: Dannybia
TROCA DE TITULARIDADE
PRÉ-REQUISITOS PARA SOLICITAÇÃO DO SERVIÇO:
A unidade de consumo (endereço do imóvel) da troca de titularidade não pode ter débitos ou parcelamentos vencidos ou em aberto;
O solicitante não pode ter débitos vinculados ao seu CPF com a distribuidora;
O solicitante deve informar a leitura contida no medidor (relógio) na data do pedido da troca de titularidade. Com base nessa leitura, faremos um cálculo do consumo do período entre a data informada e a da última leitura colhida, da unidade de consumo(endereço do imóvel).
Com isso, enviaremos a fatura deste consumo remanescente por e-mail para pagamento. Após constando o pagamento em nosso sistema, realizaremos a troca de titularidade.
Este pé o link: https://portalhome.eneldistribuicaosp.com.br/#/area-aberta/troca-titularidade/dadospessoais

