China Alivia Restrições em Wuhan, Voltando à Normalidade

Após 2 meses de quarentena, China tenta retomar a vida normal aos poucos…

No país onde o novo coronavírus foi detectado pela primeira vez e se tornou o centro da epidemia de COVID-19 no final de 2019 (Dezembro), a propagação da doença diminuiu nas últimas semanas, e tenta recuperar aos poucos a vida normal normal, como demonstram as cada vez mais numerosas aposentadas que voltaram a frequentar os parques para aulas de dança, mas de máscara e mantendo uma distância segura.

Os dados mais recentes indicam que o número de novas contaminações é próximo a zero, enquanto a Europa se tornou o epicentro da epidemia, com medidas rígidas de confinamento em muitos países… enquanto continua a se expandir no resto do mundo.  Na Europa, Estados Unidos e outros países fortalecem sua luta contra vírus.

A decisão vem após país conseguir diminuir drasticamente o nível de infecções em seu território – desde 18 de março, a província de Hubei só registrou um novo caso da doença vinda de transmissão local.

A partir de 25 de março, as estradas serão reabertas e todos os voos e trens saindo ou chegando das cidades de Hubei serão retomados, com exceção da capital Wuhan, a cidade onde o vírus surgiu. Por lá, as restrições só serão revogadas em 8 de abril. Segundo o anúncio das autoridades, até essa data, todas as pessoas que entrarem ou saírem da cidade deverão ter um ‘selo verde’, ou seja, precisam ser testadas para verificar se não têm a doença.

Wuhan, a cidade de 11 milhões de habitantes onde a epidemia apareceu, vários sinais apontam para um fim progressivo das medidas de quarentena impostas em 23 de janeiro.

Embora medidas de restrição continuem em vigor e muitos moradores da cidade preferiram permanecer confinados em suas casas, o número de pedestres e carros nas ruas de Pequim aumenta a cada dia.

Os funcionários de todos os aeroportos da província de Hubei (cuja capital é Wuhan) foram chamados de volta ao trabalho desde quinta-feira.

O tráfego na capital está longe de ser o habitual – o transporte público ainda está quase vazio – e há poucos que se aventuram pelas ruas sem máscara.

Alguns funcionários haviam retornado ao trabalho anunciou o aeroporto da cidade nesta segunda-feira (23/03/20), mas não especificou quando os voos serão retomados.

Quatorze dos 16 hospitais de campanha abertos para os pacientes infectados com o coronavírus foram fechados, informou a agência Xinhua.

Nesses estabelecimentos – fábricas, instalações esportivas ou mesmo um parque de exposições -, milhares de pacientes foram atendidos. Os dois últimos devem ser fechados na terça-feira.

Uma autoridade do país disse na sexta-feira que o isolamento imposto a Hubei poderia terminar em breve. “O dia que todos esperam pode não estar tão longe”, disse Ding Xiangyang, vice-secretário geral do governo.

A AFP entrou em contato com alguns habitantes, impacientes em deixar suas casas, especialmente nos setores de Hubei, onde nenhum caso novo foi anunciado em semanas.

Em 20 de fevereiro, a província ordenou que as fábricas não retomassem suas atividades antes de 10 de março, mas alguns negócios essenciais, como supermercados e farmácias, continuaram operando.

Perto de Hubei, a província de Anhui (leste) anunciou que seus três últimos pacientes receberam alta, informou a agência Xinhua nesta segunda-feira.

E as escolas da província de Qinghai (noroeste) devem reabrir esta semana.

Na semana passada, uma importante autoridade do governo visitou Hubei e muitos vizinhos irritados a receberam com gritos e denunciando supostos problemas de escassez de produtos.

A Comissão Nacional de Saúde registrou ontem 22 mortos e 40 novos casos em todo o país, o número mais baixo desde que os dados começaram a ser coletados em janeiro.

19.000 pessoas permanecem hospitalizadas em todo o país por causa da epidemia. Em meados de fevereiro, somavam 58.000.

No meio de janeiro, quando a doença começava a se espalhar, o governo colocou Wuhan e 14 outras cidades da província de Hubei em quarentena forçada, impedindo o movimento de mais de 60 milhões de pessoas. No ponto alto da crise, calcula-se que 780 milhões de chineses – mais da metade da população – estava sob algum tipo de restrição, sejam auto-impostas ou determinadas pelo Estado.

Até o momento, a epidemia do COVID-19 matou mais de 3.100 pessoas e infectou mais de 80.700 no país.


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