Categoria: Cultura e Entretenimento

23/10/2024

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Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. O caminho dos ímpios é como a escuridão: não sabem eles em que tropeçam.

Provérbios 4:18-19

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Adquire a sabedoria, adquire o entendimento; não te esqueças nem te desvies das palavras da minha boca. Não a abandones, e ela te guardará; ama-a, e ela te preservará.

Provérbios 4:5-6
04/10/2022

Sócrates [469 a.C. – 399 a.C.]

Sócrates (em grego: Σωκράτης, IPA: [sɔːkrátɛːs], transl. Sōkrátēs; Alópece, c. 469 a.C. – Atenas, 399 a.C.) foi um filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga. Creditado como um dos fundadores da filosofia ocidental, é até hoje uma figura enigmática, conhecida principalmente através dos relatos em obras de escritores que viveram mais tarde, especialmente dois de seus alunos, Platão e Xenofonte, bem como pelas peças teatrais de seu contemporâneo Aristófanes. Muitos defendem que os diálogos de Platão seriam o relato mais abrangente de Sócrates a ter perdurado da Antiguidade aos dias de hoje.

Através de sua representação nos diálogos de seus estudantes, Sócrates tornou-se renomado por sua contribuição no campo da ética, e é este Sócrates platônico que legou seu nome a conceitos como a ironia socrática e o método socrático (elenchus). Este permanece até hoje a ser uma ferramenta comumente utilizada numa ampla gama de discussões, e consiste de um tipo peculiar de pedagogia no qual uma série de questões são feitas, não apenas para obter respostas específicas, mas para encorajar também uma compreensão clara e fundamental do assunto sendo discutido. Foi o Sócrates de Platão que fez contribuições importantes e duradouras aos campos da epistemologia e da lógica, e a influência de suas ideias e de seu método continuam a ser importantes alicerces para boa parte dos filósofos ocidentais que se seguiram a ele.

Nas palavras do filósofo britânico Martin Cohen, Platão, o idealista, oferece “um ídolo, a figura de um mestre, para a filosofia. Um santo, um profeta do ‘Deus-Sol’, um professor condenado por seus ensinamentos como herege”.

Sua Vida

Nascido nas planícies do monte Licabeto, próximo a Atenas, Sócrates vinha de família humilde. Era filho de Sofronisco – motivo pelo qual ele era chamado em sua juventude de Sokrates ios Sōfronískos (Sócrates, o filho de Sofronisco) -, um escultor, especialista em entalhar colunas nos templos, e Fainarete, uma parteira (ambos eram parentes de Aristides, o Justo).

Durante sua infância, ajudou seu pai no ofício de escultor. Porém, muitas vezes, seus amigos zombavam da sua incapacidade de trabalhar o mármore. Mesmo quando aparecia uma oportunidade de ajudar o seu pai, sempre acabava atrapalhando. Seu destino foi apontado, pelo próprio Oráculo de Delfos, como o de ser um grande educador, mas foi somente por influência da sua mãe que ele pôde descobrir sua verdadeira vocação.

Sócrates foi casado com Xântipe, que era bem mais jovem que ele, e teve com ela um filho, Lamprocles. Porém, segundo Aristóteles e seu discípulo Aristóxenes, Sócrates teria tido outra esposa, Mirto, com quem teve os filhos Sofronisco e Menexêno. Segundo relato posterior de Diógenes Laércio, ela teria sido a segunda esposa e era filha de Aristides, o Justo. Sátiro e Jerônimo de Rodes, também citados por Diógenes Laércio, dizem que, pela falta de homens em Atenas, era permitido a um ateniense casado ter filhos com outra mulher, e que Sócrates teria tido Xântipe e Mirto ao mesmo tempo. Armand D’Angour argumenta que Mirto fora na verdade a primeira esposa de Sócrates, conforme evidenciado pela sua omissão nos relatos de Xenofonte e Platão, que eram jovens quando encontraram com um Sócrates em idade adulta avançada e nem a teriam conhecido.

Seu amigo Críton criticou-o por ter abandonado seus filhos quando se recusou a tentar fugir para evitar sua execução. Este fato mostra que ele (assim como outros discípulos) não teria entendido a mensagem que Sócrates passa sobre a morte (diálogo Fédon).

Sócrates costumava caminhar descalço, não tinha o hábito de tomar banho e amava livros sobre sexologia. Em certas ocasiões, parava o que quer que estivesse fazendo, ficava imóvel por horas, meditando sobre algum problema. Certa vez o fez descalço sobre a neve, segundo os escritos de Platão, o que demonstra seu caráter lendário.

Cláudio Eliano lista Sócrates como um dos grandes homens que gostavam de brincar com crianças: uma vez, Alcibíades surpreendeu Sócrates brincando com seu filho Lamprocles.

Biografia

Detalhes sobre a vida de Sócrates derivam de três fontes contemporâneas: os diálogos de Platão, as peças de Aristófanes e os diálogos de Xenofonte. Não há evidência de que Sócrates tenha ele mesmo publicado alguma obra. Alguns autores defendem que ele não deixou nada escrito pois, além de na sua época a transmissão do saber ser feita, essencialmente, pela via oral, Sócrates assumia-se como alguém que sabe que nada sabe. Assim, para ele, a escrita fecharia o conhecimento, deixando-o de forma acabada, amarrando o seu autor ao estrito contexto de afirmações inamovíveis: se essas afirmações contemplam o erro, a escrita não só o perpetua como garante a sua transmissão.

As obras de Aristófanes retratam Sócrates como um personagem cômico e sua representação não deve ser levada ao pé da letra.

Vocação

Conta-se que, um dia, Sócrates foi levado junto à sua mãe para ajudar em um parto complicado. Vendo sua mãe realizar o trabalho, Sócrates logo filosofou: Minha mãe não irá criar o bebê, apenas ajudá-lo-á a nascer e tentará diminuir a dor do parto. Ao mesmo tempo, se ela não tirar o bebê, logo ele irá morrer, e igualmente a mãe morrerá!

Sócrates concluiu, então, que, de certa forma, ele também era um parteiro. O conhecimento está dentro das pessoas (que são capazes de aprender por si mesmas). Porém, eu posso ajudar no nascimento deste conhecimento. Concluiu ele. Por isso, até hoje os ensinamentos de Sócrates são conhecidos por maiêutica (que significa parteira em grego).

Assim, logo sua vocação falou mais alto e ele partiu para aprender filosofia, vindo a ser discípulo dos filósofos Anaxágoras e Arquelau. Seu talento logo chamou a atenção. Tanto que foi chamado pela Pítia (sacerdotisa do templo de Apolo, em Delfos, na Antiga Grécia) de o mais sábio de todos os homens!

Trabalho

Não se sabe ao certo qual o trabalho de Sócrates, se é que ele teve outro além da filosofia. De acordo com algumas fontes, Sócrates aprendeu a profissão de oleiro com seu pai. Na obra de Xenofonte, Sócrates aparece declarando que se dedicava àquilo que ele considerava a arte ou ocupação mais importante: maiêutica, o parto das ideias. A maiêutica socrática funcionava a partir de dois momentos essenciais: um primeiro em que Sócrates levava os seus interlocutores a pôr em causa as suas próprias concepções e teorias acerca de algum assunto; e um segundo momento em que conduzia os interlocutores a uma nova perspectiva acerca do tema em abordagem. Daí que a maiêutica consistisse num autêntico parto de ideias, pois, mediante o questionamento dos seus interlocutores, Sócrates levava-os a colocar em causa os seus preconceitos acerca de determinado assunto, conduzindo-os a novas ideias acerca do tema em discussão, reconhecendo, assim, a sua ignorância e gerando novas ideias, mais próximas da verdade.

Sócrates defendia que deve-se sempre dar mais ênfase à procura do que não se sabe, do que transmitir o que se julga saber, privilegiando a investigação permanente.

Sócrates tinha o hábito de debater e dialogar com as pessoas de sua cidade. Ao contrário de seus predecessores, ele não fundou uma escola, preferindo também realizar seu trabalho em locais públicos (principalmente nas praças públicas e ginásios), agindo de forma descontraída e descompromissada, dialogando com todas as pessoas, o que fascinava jovens, mulheres e políticos de sua época.

Platão afirma que Sócrates não recebia pagamento por suas aulas. Sua pobreza era prova de que não era um sofista.

Várias fontes, inclusive os Diálogos de Platão, mencionam que Sócrates tinha servido ao exército em várias batalhas. Na Apologia de Sócrates, Sócrates compara seu período no serviço militar a seus problemas no tribunal, e diz que qualquer pessoa no júri que imagine que ele deveria se retirar da filosofia deveria também imaginar que os soldados devessem bater em retirada quando era provável que pudessem morrer em uma batalha. Estrabão conta que, após uma derrota ateniense em que Sócrates e Xenofonte haviam perdido seus cavalos, Sócrates encontrou Xenofonte caído no chão, e carregou-o por vários estádios, até que a batalha terminou.

Do Julgamento à Morte

“Eu predigo-vos portanto, a vós juízes, que me fazeis morrer, que tereis de sofrer, logo após a minha morte, um castigo muito mais penoso, por Zeus, que aquele que me infligis matando-me. Acabais de condenar-me na esperança de ficardes livres de dar contas de vossas vidas; ora é exatamente o contrário que vos acontecerá, asseguro-vos (…) Pois se vós pensardes que matando as pessoas, impedireis que vos reprovem por viverem mal, estais em erro. Esta forma de se desembaraçarem daqueles que criticam não é nem muito eficaz nem muito honrosa.” Sócrates

O julgamento e a execução de Sócrates são eventos centrais da obra de Platão (Apologia e Críton). Sócrates admitiu que poderia ter evitado sua condenação a morte, bebendo antes o veneno chamado cicuta, se tivesse desistido da vida justa. Mesmo depois de sua condenação, ele poderia ter evitado sua morte se tivesse escapado com a ajuda de amigos.

Platão considerou que Sócrates foi condenado por questões evidentemente políticas. Por seu lado, Xenofonte atribuiu a acusação a Sócrates a um fato de ordem pessoal, pelo desejo de vingança. O propósito não era a morte de Sócrates mas sim afastá-lo de Atenas e se isso não ocorreu deveu-se à teimosia de Sócrates.

Julgamento

Tão logo as ideias de Sócrates foram se espalhando pela cidade, ele ganhava mais e mais discípulos.

Assim, pensavam eles: Como um homem poderia ensinar de graça e pregar que não se precisavam de professores como eles?. E mais: Eles não concordavam com os pensamentos de Sócrates, que dizia que para se acreditar em algo, era preciso verificar se aquilo realmente era verdade.

Logo, Sócrates começou a fazer vários inimigos, assim causando uma grande intriga. Mas eis que a guerra do Peloponeso estourou, todos os homens entre 15 e 45 anos de idade foram enviados para lutar. Sócrates, pela sua habilidade de fazer as pessoas o seguirem, foi escolhido então como um dos generais.

Ao final da guerra, com a intenção de salvar os poucos soldados que estavam vivos, Sócrates ordena que todos voltem rapidamente para Atenas, mas deixassem os mortos no campo de batalha – contrariando uma lei que obrigava o general a enterrar todos os seus soldados mortos, ou morrer tentando. Assim, ao chegar, ele é preso.

Usando toda a sua capacidade de persuasão, Sócrates consegue convencer a todos de que era melhor deixar alguns mortos do que morrerem todos, uma vez que se todos morressem, ninguém poderia enterrá-los. Desta forma, ele consegue a liberdade.

Ficou livre por mais 30 anos, quando foi preso novamente, acusado de 3 crimes:
1- Não acreditar nos costumes e nos deuses gregos;
2- Unir-se a deuses malignos que gostam de destruir as cidades;
3- Corromper jovens com suas ideias.

Os acusadores foram: Ânito, Meleto e Lícon.

Ânito – era um líder democrático. Tinha um filho discípulo de Sócrates que ria dos deuses do pai e voltava-se contra eles. Representava a classe dos políticos. Era um rico tanoeiro que representava os interesses dos comerciantes e industriais, era poderoso e influente.
Meleto – era um poeta trágico novo e desconhecido. Foi o acusador oficial, porém nada exigia que ele como acusador oficial fosse o mais respeitável, hábil ou temível, mas somente aquele que assinava a acusação. Representava a classe dos poetas e adivinhos.
Lícon – Pouco se sabe de Lícon. Era um retórico obscuro e o seu nome teve pouca importância e autoridade no decorrer da condenação de Sócrates. Representava a classe dos oradores e professores de retórica. Talvez Lícon pretendesse a condenação de Sócrates, devido ao seu filho ter-se deixado corromper moralmente, filosoficamente e sexualmente por Callias, e Callias era um associado de Sócrates.
Estas 3 acusações foram assim proferidas por Meleto:

“…Sócrates é culpado do crime de não reconhecer os deuses reconhecidos pelo Estado e de introduzir divindades novas; ele é ainda culpado de corromper a juventude. Castigo pedido: a morte”

Condenação

“O processo e a condenação de Sócrates testemunham o perigo que a ignorância faz correr ao saber, que o mal faz correr à virtude. Mas este perigo não é senão aparente, pois, na realidade, é o justo que triunfa dos seus carrascos. Se bem que seja vítima deles, o triunfo de Sócrates sobre os seus juízes data do dia da sua execução.” (Jean Brun)

Dada, a ele, a chance de se defender destas acusações, Sócrates mostra toda a sua capacidade de pensamento.

Em sua defesa, ele mostra que as acusações eram contraditórias, questionando: Como posso não acreditar nos deuses e ao mesmo tempo me unir a eles?.

Mesmo assim, o tribunal, constituído por 501 cidadãos, o condenou. Mas não à morte, pois sabiam que se o condenassem à morte, milhares de jovens iriam se revoltar. Condenaram-no a se exilar para sempre, ou a lhe ser cortada a língua, impossibilitando-o assim de ensinar aos demais. Caso se negasse, ele seria morto.

Após receber sua sentença, Sócrates proferiu: – Vocês me deixam a escolha entre duas coisas: uma que eu sei ser horrível, que é viver sem poder passar meus conhecimentos adiante. A outra, que eu não conheço, que é a morte … escolho pois o desconhecido!

Morte

“Mas eis a hora de partir: eu para a morte, vós para a vida. Quem de nós segue o melhor rumo, ninguém o sabe, exceto os deuses.”

Ao se dirigir aos atenienses que o julgaram, Sócrates disse que lhes era grato e que os amava, mas que obedeceria antes aos deuses do que a eles, pois, enquanto tivesse um sopro de vida, poderiam estar seguros de que não deixaria de filosofar, tendo, como sua única preocupação, andar pelas ruas a fim de persuadir seus concidadãos, moços e velhos, a não se preocupar nem com o corpo nem com a fortuna tão apaixonadamente quanto com a alma, a fim de torná-la tão boa quanto possível.

Sócrates, então, deixou o tribunal e foi para a prisão. Como existia uma lei que exigia que nenhuma execução acontecesse durante a viagem votiva de um navio sagrado a Delos, Sócrates ficou a ferros por 30 dias, sob custódia de onze magistrados encarregados em Atenas da polícia e da administração penitenciária.

Durante estes 30 dias, ele recebeu os seus amigos e conversou com eles. Declarando não querer absolutamente desobedecer às leis da pátria, Sócrates recusava a ajuda dos amigos para fugir. E passou o tempo preparando-se para o passo extremo em palestras espirituais com os amigos.

Chegado o momento da execução, pouco antes de beber o veneno, Sócrates, de forma irônica e sarcástica (como de costume), proferiu suas últimas palavras:

“Críton, somos devedores de um galo a Asclépio; pois bem, pagai a minha dívida. Pensai nisso!”
Após essas palavras, Sócrates bebeu a cicuta (Conium maculatum) e, diante dos amigos, aos 70 anos, morreu por envenenamento.

Platão, no seu livro Fédon, assim narrou a morte de seu mestre:

Depois de assim falar, levou a taça aos lábios e, com toda a naturalidade, sem vacilar um nada, bebeu até à última gota.
Até esse momento, quase todos tínhamos conseguido reter as lágrimas; porém quando o vimos beber, e que havia bebido tudo, ninguém mais aguentou. Eu também não me contive: chorei à lágrima viva. Cobrindo a cabeça, lastimei o meu infortúnio; sim, não era por desgraça que eu chorava, mas a minha própria sorte, por ver de que espécie de amigo me veria privado. Critão levantou-se antes de mim, por não poder reter as lágrimas. Apolodoro, que, desde o começo, não havia parado de chorar, pôs-se a urrar, comovendo, seu pranto e lamentações, até o íntimo de todos os presentes, com exceção do próprio Sócrates.

– Que é isso, gente incompreensível? Perguntou. Mandei sair as mulheres, para evitar esses exageros. Sempre soube que só se deve morrer com palavras de bom agouro. Acalmai-vos! Sede homens!

Ouvindo-o falar dessa maneira, sentimo-nos envergonhados e paramos de chorar. E ele, sem deixar de andar, ao sentir as pernas pesadas, deitou-se de costas, como recomendara o homem do veneno. Este, a intervalos, apalpava-lhe os pés e as pernas. Depois, apertando com mais força os pés, perguntou se sentia alguma coisa. Respondeu que não. De seguida, sem deixar de comprimir-lhe a perna, do artelho para cima, mostrou-nos que começava a ficar frio e a enrijecer. Apalpando-o mais uma vez, declarou-nos que no momento em que aquilo chegasse ao coração, ele partiria. Já se lhe tinha esfriado quase todo o baixo-ventre, quando, descobrindo o rosto – pois o havia tapado antes – disse, e foram suas últimas palavras:

– Critão (exclamou ele), devemos um galo a Asclépio. Não te esqueças de saldar essa dívida!

“Assim farei!”, respondeu Critão. Vê se queres dizer mais alguma coisa. A essa pergunta, já não respondeu. Decorrido mais algum tempo, deu um estremeção. O homem o descobriu; tinha o olhar parado. Percebendo isso, Critão fechou-lhe os olhos e a boca.

Tal foi o fim do nosso amigo, Equécrates, do homem, podemos afirmá-lo, que entre todos os que nos foi dado conhecer, era o melhor e também o mais sábio e mais justo.

No Fédon, Sócrates dá razões para crer na imortalidade. Quando Sócrates foi condenado à morte, comentou, alegremente, que, no outro mundo, poderia fazer perguntas eternamente sem ser condenado a morrer, porque era imortal.

Ruptura e legado

Sócrates provocou uma ruptura sem precedentes na história da Filosofia grega, por isso ela passou a considerar os filósofos entre pré-socráticos e pós-socráticos. Enquanto os filósofos pré-Socráticos, chamados de naturalistas, procuravam responder a questões do tipo: “O que é a natureza ou o fundamento último das coisas?” Sócrates, por sua vez, procurava responder à questão: “O que é a natureza ou a realidade última do homem?”.

Os sofistas, grupo de filósofos (título negado por Platão) originários de várias cidades, viajavam pelas pólis, onde discursavam em público e ensinavam suas artes, como a retórica, em troca de pagamento. Sócrates se assemelhava exteriormente a eles, exceto no pensamento. Platão afirma que Sócrates não recebia pagamento por suas aulas. Sua pobreza era prova de que não era um sofista. Para os sofistas, tudo deveria ser avaliado segundo os interesses do homem e da forma como este vê a realidade social (subjetividade), segundo a máxima de Protágoras :“O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são”. Isso significa que, segundo essa corrente de pensamento, as regras morais, as posições políticas e os relacionamentos sociais deveriam ser guiados conforme a conveniência individual. Para este fim, qualquer pessoa poderia se valer de um discurso convincente, mesmo que falso ou sem conteúdo. Os sofistas usavam, de fato, complicados jogos de palavras, no discurso para demonstrar a verdade daquilo que se pretendia alcançar. Este tipo de argumento ganhou o nome de sofisma.

Em resumo, a sofística destruía os fundamentos de todo conhecimento, já que tudo seria relativo (relativismo) e os valores seriam subjetivos, assim como impedia o estabelecimento de um conjunto de normas de comportamento que garantissem os mesmos direitos para todos os cidadãos da pólis. Tanto quanto os sofistas, Sócrates abandonou a preocupação em explicar e se concentrou no problema do homem. No entanto, contrariamente aos sofistas, Sócrates travou uma polêmica profunda com estes, pois procurava um fundamento último para as interrogações humanas (“O que é o bem?” “O que é a virtude?” “O que é a justiça?”); enquanto os sofistas situavam as suas reflexões a partir dos dados empíricos, o sensório imediato, sem se preocupar com a investigação de uma essência da virtude, da justiça do bem etc., a partir da qual a própria realidade empírica pudesse ser avaliada.

Sócrates contribuiu para que as pessoas se apercebessem da descoberta da evidência que é a manifestação do mestre interior à alma. Conhecer-se a si mesmo seria conhecer Deus em si.

Aquilo que colocou Sócrates em destaque foi o seu método, e não tanto as suas doutrinas. Sócrates baseava-se na argumentação, insistindo que só se descobre a verdade pelo uso da razão. O seu legado reside sobretudo na sua convicção inabalável de que mesmo as questões mais abstratas admitem uma análise racional.

Filosofia

O seu pensamento desenvolveu-se de 3 grandes ideias:
a) a crítica aos sofistas;
b) a arte de perguntar;
c) a consciência do Homem.

Método Socrático

O método socrático consiste em uma técnica de investigação filosófica, que faz uso de perguntas simples e quase ingênuas que têm, por objetivo, em primeiro lugar, revelar as contradições presentes na atual forma de pensar do aluno, normalmente baseadas em valores e preconceitos da sociedade, e auxiliá-lo assim a redefinir tais valores, aprendendo a pensar por si mesmo.

Ideias Filosóficas

As crenças de Sócrates, em comparação às de Platão, são difíceis de discernir. Há poucas diferenças entre as duas ideias filosóficas. Consequentemente, diferenciar as crenças filosóficas de Sócrates, Platão e Xenofonte é uma tarefa difícil e deve-se sempre lembrar que o que é atribuído a Sócrates pode refletir o pensamento dos outros autores.

Se algo pode ser dito sobre as ideias de Sócrates, é que ele foi moralmente, intelectualmente e filosoficamente diferente de seus contemporâneos atenienses. Quando estava sendo julgado por heresia e por corromper a juventude, usou seu método de elenchos para demonstrar as crenças errôneas de seus julgadores. Sócrates acreditava na imortalidade da alma e que teria recebido, em um certo momento de sua vida, uma missão especial do deus Apolo Apologia, a defesa do logos apolíneo “conhece-te a ti mesmo”.

Sócrates também duvidava da ideia sofista de que a arete (virtude) podia ser ensinada para as pessoas. Acreditava que a excelência moral é uma questão de inspiração e não de parentesco, pois pais moralmente perfeitos não tinham filhos semelhantes a eles. Isso talvez tenha sido a causa de não ter se importado muito com o futuro de seus próprios filhos. Sócrates frequentemente dizia que suas ideias não eram próprias, mas de seus mestres, entre eles Pródico e Anaxágoras de Clazômenas.

Amor

Em O Banquete, de Platão, Sócrates revela que foi a sacerdotisa Diotima de Mantinea que o iniciou nos conhecimentos e na genealogia do amor. As ideias de Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor. Também em O Banquete, no discurso de Alcibíades se descreve o amor entre Sócrates e Alcibíades.

Conhecimento

Sócrates dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância. Segundo ele, a verdade, escondida em cada um de nós, só é visível aos olhos da razão (daí a célebre frase “Só sei que nada sei!”). Ele acreditava que os erros são consequência da ignorância humana. Nunca proclamou ser sábio. A intenção de Sócrates era levar as pessoas a conhecerem seus desconhecimentos (“Conhece-te a ti mesmo”). Através da problematização de conceitos conhecidos, daquilo que se conhece, percebem-se os dogmas e preconceitos existentes.

Virtude

O estudo da virtude se inicia na chamada ética das virtudes com Sócrates, para quem a virtude é o fim da atividade humana e se identifica com o bem que convém à natureza humana.

Sócrates acreditava que o melhor modo para as pessoas viverem era se concentrando no próprio desenvolvimento ao invés de buscar a riqueza material. Convidava outros a se concentrarem na amizade e em um sentido de comunidade, pois acreditava que esse era o melhor modo de se crescer como uma população. Suas ações são provas disso: ao fim de sua vida, aceitou a sentença de morte quando todos acreditavam que fugiria de Atenas, pois acreditava que não podia fugir de sua comunidade. Acreditava que os seres humanos possuíam certas virtudes, tanto filosóficas quanto intelectuais. Dizia que a virtude era a mais importante de todas as coisas.

Política

Diz-se que Sócrates acreditava que as ideias pertenciam a um mundo que somente os sábios conseguiam entender, fazendo com que o filósofo se tornasse o perfeito governante para um Estado. Opunha-se à democracia aristocrática que era praticada em Atenas durante sua época; essa mesma ideia surge nas Leis de Platão, seu discípulo. Sócrates acreditava que, ao se relacionar com os membros de um parlamento, a própria pessoa estaria fazendo-se hipócrita.

O Sócrates também foi a favor de uma burocracia eleita, em detrimento de uma burocracia por sorteio:

[Foi] considerado que esta forma de nomeação de magistrados (isto é, as eleições) também foi mais democrático do que o vazamento de lotes, uma vez que, no âmbito do plano de eleição por sorteio, oportunidade decidiria a questão e os partidários da oligarquia, muitas vezes, obtêm os escritórios; Considerando que, no âmbito do plano de selecionar os homens dignos, as pessoas têm, em suas mãos, o poder de escolher aqueles que estavam mais ligados à constituição existente.

[Sócrates] ensinou aos seus companheiros a desprezar as leis estabelecidas insistindo na loucura de nomeação de funcionários públicos por sorteio, quando nenhum iria escolher um piloto ou construtor ou flautista por sorteio, nem qualquer outro artesão de trabalho em que os erros são muito menos desastrosos do que erros na arte de governar.


41 Frases de Sócrates – Filósofo e Pensador

Tudo o que sei, é que nada sei!

O verdadeiro conhecimento vem de dentro.

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

Deve-se temer mais o amor de uma mulher do que o ódio de um homem.

Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.

O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele.

Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.

Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo.

Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.

Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos.

Aquilo que não puderes controlar, não ordenes.

Não penses mal dos que procedem mal; pensa somente que estão equivocados.

A sabedoria começa na reflexão.

Três coisas devem ser feitas por um juiz: ouvir atentamente, considerar sobriamente e decidir imparcialmente.

Não vivemos para comer, mas comemos para viver.

Creio que tenho prova suficiente de que falo a verdade: a pobreza.

Mas eis a hora de partir: eu para morte, vós para a vida. Quem de nós segue o melhor rumo ninguém o sabe, exceto os deuses.

A vida sem ciência é uma espécie de morte.

O homem faz o mal, porque não sabe o que é o bem.

A maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que se deseja parecer.

Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.

A um homem bom não é possível que ocorra nenhum mal, nem em vida nem em morte.

Quanto mais sei que sei, menos sei que sei.

Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio.

Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará.

O próprio sábio cora das suas palavras, quando elas surpreendem as suas ações.

Se alguém mente sobre você, faça o contrário para que ele se passe por mentiroso.

Transforme as pedras que você tropeça nas pedras de sua escada.

Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade.

Só quem entende a beleza do perdão pode julgar seus semelhantes.

A palavra é o fio de ouro do pensamento.

Seja um homem sério, brinque.

A mentira nunca vive o suficiente para envelhecer.

Melhor sofrer uma injustiça do que cometê-la.

Quem melhor conhece a verdade é mais capaz de mentir.

Só é útil o conhecimento que nos torna melhores.

Todo o meu saber consiste em saber que nada sei.

O amor não é um deus, nem um mortal, e sim um grande demônio.

Inteligente é aquele que sabe que não sabe nada.

O homem para ser completo tem que estudar, trabalhar e lutar.

Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem.

Salmos 14:1
25/04/2021

Desastre Aéreo 11 de Setembro

Coincidências

Desastre Aéreo 11 de Setembro

Desastre Aéreo 11 de Setembro

Há quem diga que os ataques terroristas do dia 11 de setembro de 2001 em Nova York foram fatos premeditados por sociedades secretas ocultistas. Tendo em vista que certos tipos de sociedades ocultistas supervalorizam os números…

1) New York City tem 11 letras.
2) Afeganistão tem 11 letras.
3) “The Pentagon” tem 11 letras.
4) Ramsin Yuseb (Terrorista que atentou contra as torres gêmeas em 1993) tem 11 letras.
5) George W. Bush tem 11 letras.
Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas.

Agora começa o interessante…..

1) Nova Iorque é o estado Nº 11 dos EUA.
2) O primeiro dos vôos que embateu contra as Torres Gêmeas era o Nº11.
3) O vôo Nº11 levava a bordo 92 passageiros, que somando as cifras dá:9+2=11.
4) O vôo Nº77, que também embateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, que somando dá: 6+5 =11.
5) A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que somado dá:1+1+9=11.
6) A data coincide com o número de emergência norte americano o 911.
Que somado dá: 9+1+1=11.

E agora o inquietante…..

1) As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254. 2+5+4=11.
2) O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano. 2+5+4=11.
3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias ate o fim de um ano.
4) O famoso Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de Nova Iorque na Centúria número 11 dos seus versos…
Mas o mais chocante de tudo é que se pensarmos nas torres gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11

Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.

Romanos 3:27-28
05/02/2021

Dinossauros, Onivi’s (Ufo’s) e Extraterrestres

Este estudo foi preparado através da solicitação de uma irmã em Cristo. Na verdade, por se tratar de um assunto tão complexo, polêmico e discutido em todo o mundo, procurei fazer um pequeno esboço a respeito, pois existem evidências tanto da parte científica como da parte bíblica, e quem seria eu para, inicialmente, concordar ou discordar antes de analisar ambos os lados. Meu guia é a Bíblia, que é minha fonte de inspiração e fonte segura. Não seria possível expor aqui tudo quanto gostaria, mas penso ser uma boa base para o início de uma meditação no assunto, embora não vá trazer grande proveito.

A HISTÓRIA:

Os cientistas dizem que os dinossauros surgiram há mais ou menos 230 milhões de anos atrás, numa época chamada Era Mesozóica, a Era dos Répteis e que durou cerca de 248 milhões de anos. Essa Era, por eles, está dividida em 3 períodos, são eles: TriássicoJurássico e Cretáceo.

TRIÁSSICO: (por volta de 248 a 206 milhões de anos atrás)

“No princípio criou Deus os céus e a terra”. (Gênesis 1:1). Existia em nosso planeta um oceano primitivo chamado Phanthalassa. Ele cobria quase um quarto da superfície da Terra. Nesse período todos os continentes estavam unidos por uma única massa de terra chamada Pangea.

Esse supercontinente começou lentamente a se separar. O atualmente conhecido Oceano Atlântico, tinha o formato de um lago estreito, o ar se apresentava mais denso e o solo mais quente. Havia também centenas de vulcões ativos. Lagartos ágeis e coloridos escondiam-se nas florestas.

Apareceram os crocodilos, os lagartos marinhos e os animais voadores. Foi quase no final desse período que surgiram os primeiros dinossauros. Dizer aqui que apenas “surgiram” é um pouco complicado, pois a Bíblia diz: “E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom”. (Gênesis 1:21).

Bichos e plantas não eram o forte do período Triássico. É que no período anterior a ele, ainda na Era Paleozóica, aconteceu uma grande extinção na Terra. E ela tirou do mapa mais de 90% das espécies vivas, ou seja, os dinossauros surgiram em um mundo novinho em folha, com pouquíssimas espécies para concorrer por comida ou espaço. Mas, no finalzinho do Triássico, a Terra já estava recuperada, e além dos dinossauros, passeavam por aqui vários tipos de répteis marinhos, as primeiras tartarugas e os tataravôs dos primeiros mamíferos, uns bichinhos que viviam de noite e eram bem pequenos.

Alguns exemplos dos dinossauros que viviam nesse período, conforme os cientistas:

EORAPTOR (Ordem: Saurísquia Subordem: Terópode), media apenas 1 metro e viveu há 228 milhões de anos atrás. Era um belo caçador e gostava tanto de carne que comia até carniça. Por seus hábitos de caçador, ele ganhou o nome de Eoraptor, que quer dizer “Ladrão da Alvorada”.

PLATEOSSAURO (Ordem: Saurísquia Subordem: Saurópode). Este foi um dos primeiros dinossauros herbívoros (que só se alimentavam de vegetais), media cerca de 8 metros e pesava aproximadamente 700 quilos.

CELÓFISIS (Ordem: Saurísquia Subordem: Terópode). O Celófisis era um dinossauro médio, com cerca de 2,8 metros, muito magrelo e rápido. Suas pernas longas eram uma bela ajuda na hora da caçada, e era tão faminto que, como canibal, se visse um outro Celófisis de bobeira, comia o companheiro!

JURÁSSICO: (por volta de 206 a 144 milhões de anos atrás)

Os mares inundaram grandes partes da terra. O clima tornou-se mais úmido, porém continuou quente. Até mesmo nas regiões onde antes era deserto, começou a chover. À beira das regiões úmidas cresciam florestas tropicais e os continentes separavam-se cada vez mais. Novas espécies de dinossauros se desenvolveram e dominaram a Terra completamente. Iniciava-se assim a lei da sobrevivência, onde essas incríveis criaturas faziam tudo para comer e se proteger dos inimigos.

Os reis eram os grandes lagartos, mas os mamíferos, quietinhos no seu canto, continuavam a se desenvolver e a se diferenciar. No mar, surgiram os assustadores tubarões, as primeiras arraias e os primeiros “futuros pássaros”.

Alguns exemplos dos dinossauros que viviam nesse período, conforme os cientistas:

APATOSSAURO / BRONTOSSAURO (Ordem: Saurísquia Subordem: Saurópode. Eles eram herbívoros, tinha 24 dentes com o formato de uma colher, que não serviam para mastigar alimentos, mediam até 27 metros de comprimento e quase 6 de altura. E chegavam a pesar cerca de 40 toneladas. Era realmente um gigante pescoçudo de 15 vértebras, ele conseguia erguer sua cabeça até quase 5 metros e meio de altura. Essa “esticadinha” servia tanto para escapar de predadores como para devorar folhinhas tenras no topo das mais altas árvores.

Um segredinho da confusão criada por um cientista: Por que esse dinossauro recebeu tem dois nomes? Muita gente conhece o Apatossauro como Brontossauro. É que um pesquisador chamado Othniel C. Marsh descobriu um fóssil em 1887 e deu a ele o nome de Apatossauro. Em 1879 ele descobriu outro fóssil e chamou de Brontossauro. Mas, adivinha só? Os dois fósseis na verdade eram do mesmo dinossauro. Então foi mantido o nome Apatossauro e Brontossauro foi descartado.

ALOSSAURO (Ordem: Saurísquia Subordem: Terópode). Esse era grande, assustador e feio. Ele tinha um monte de calombos na cabeça, além de uma mistura de sobrancelhas com chifres que faziam o Alossauro ficar com uma cara bem malvada mesmo! Ele era o terror do Jurássico na América do Norte, onde viveu, o verdadeiro devorador de dinossauros. Tinha cerca de 12 metros de comprimento e 5 de altura, ele devorava quem passasse na frente.

BRAQUIOSSAURO (Ordem: Saurísquia Subordem: Saurópode). Perto dele, as girafas iriam se sentir nanicas: o Braquiossauro podia atingir uma modesta altura de 16 metros. E em comprimento, um dos grandes media até 26 metros e chegava a pesar cerca de 80 toneladas, e mais pesado que ele era o Ultrassauro com 90 toneladas. Mas, como bom herbívoro, ele não metia medo em ninguém e vivia tranqüilo devorando toneladas de folhas. Tinha certa semelhança com o Apatossauro. De certa forma eram primos, um cresceu na horizontal o outro na vertical.

ESTEGOSSAURO (Ordem: Ornitísquio Subordem: Tireófora). Significa “Lagarto Curvado” Este era difícil de comer. Era cheio de defesas contra criaturas que o achavam apetitoso: Tinha uma fileira de 17 placas ósseas bem duras, a função delas era regular a temperatura de seu corpo expelindo o calor quando estava muito quente, e absorvendo o calor quando sentisse frio, e, no final da cauda ainda contava com 4 ferrões espinhudos que era usado como chicote para perfurar o couro duro dos seus inimigos.

CRETÁCEO: (por volta de 144 a 65 milhões de anos atrás)

Aconteceram violentas movimentações na crosta terrestre. O clima já era bem mais frio e seco. Pântanos e florestas tropicais desapareceram. Surgiram as primeiras flores, as abelhas e as borboletas. Os continentes continuavam se separando e, depois de milhões e milhões de anos, chegaram no lugar que hoje conhecemos. O final desse período encerra também a Era dos Dinossauros. Eles desapareceram completamente da face da Terra. É claro que isso não aconteceu de uma hora para outra, os cientistas dizem não ter conhecimento de seu desaparecimento, mas a verdade é que somente o dilúvio enviado por Deus foi o motivo de sua extinção.

Nesse período surgiram os mamíferos placentários, ou seja, que têm placenta, um órgão onde é mantido o bebezinho dentro do útero da mãe. E, enquanto os dinossauros faziam e aconteciam, os pássaros aproveitavam para se desenvolver: os primeiros fósseis de aves parecidas com pelicanos e flamingos encontrados eram do Cretáceo.

A festa dos pássaros era tão grande que surgiram até aves com dentes! O Hesperornis e o Ichthyornis eram “passarinhos dentuços”, isso mesmo! Mas eles tiveram uma breve passagem sobre a Terra: no final do período Cretáceo os bichinhos já estavam extintos.

Alguns dos dinossauros que viviam nesse período, conforme os cientistas:

IGUANODONTE (Ordem: Ornitísquia Subordem: Ornitópode). No desenho animado “Dinossauro” da Disney, o Iguanodonte (Aladar) foi uma estrela de cinema. Eram herbívoros pacíficos que viviam em grupos. Eles podiam medir até 9,3 metros de comprimento, 5 de altura e pesavam entre 4 e 5 toneladas.

TIRANOSSAURO (T Rex) (Ordem: Saurísquia Subordem: Terópode). A fama do Tiranossauro Rex todos devem conhecer, esse era o rei tirano dos lagartos, uma máquina mortífera que andou sobre a face da terra. Com seus 12 metros de comprimento e suas mais de 6 toneladas. Ele era um carnívoro muitíssimo voraz, tendo na sua boca 60 dentes, com 15 cm de comprimento cada um, que eram como facas de pontas com bordas serrilhadas, o que lhe facilitava rasgar a carne. Era forte e, tinha uma ótima visão e um ótimo olfato. A única parte não assustadora do Tiranossauro eram seus braços bem curtinhos e com dois dedos em cada pata, o que não acontecia com suas patas traseiras, cada uma ocupava o espaço de 1 metro quadrado.

CARNOTAURO (Ordem: Saurísquia. Subordem: Terópode). Como surgiu o nome carnotauro? Carno, porque era um carnívoro, e tauro, por causa dos dois chifres de touro. O “Touro Carnívoro”. Esse dinossauro media mais ou menos 7 metros e meio, pesava cerca de uma tonelada e andava em cima de duas patas.

TRICERÁTOPS (Ordem: Ornitísquia Subordem: Marginocefália). Tinha 9 metros de comprimento, 3 de altura e pesava de 6 a 12 toneladas. Apesar de ser excelente lutador, era muito esquisito. Parecido com um rinoceronte, tinha três chifres… dois grandes e pontudos de 60 cm no alto da cabeça, e um pequeno de 15 cm em cima da boca, que mais parecia um bico de papagaio. E para completar sua esquisitice, ele ainda tinha uma grande placa óssea saindo das costas e protegendo a cabeça, assemelhando-se a uma touquinha de bebê cheia de babados. Esse poderia ser realmente conhecido como o rinoceronte de touquinha com bico de papagaio.

VELOCIRAPTOR (Ordem: Saurísquia Subordem: Terópode). Se levarmos em consideração o que pudemos ver no filme “O Parque dos Dinossauros (Jurassic Park)”, sendo ele o vilão número um, podemos crer que se um dia existiu, na vida real o Velociraptor não deve ter sido nada bonzinho. Apesar de ser um pequeno dinossauro com peso de cerca de 15 quilos e não passava de 1 metro de altura, era de amedrontar: rápido como um raio, ele conseguia atingir até 60 quilômetros por hora, um verdadeiro papa-léguas.

E suas pernas compridas não eram usadas apenas para correr, elas tinham garras muito afiadas, que ele não receava em usar na hora do lanche. Seu cérebro era grande em relação ao corpo e ele era um dos dinossauros mais inteligentes.

Nomes de dinossauros:

Existe hoje, cerca de 900 nomes dados a dinossauros descobertos nas mais variadas data. Acredito que os cientistas estão sempre em busca de descobertas que tragam benefício à humanidade e não perderiam tanto tempo e dinheiro com um assunto como este dos dinossauros, que não fosse realmente verdadeiro. Destes tantos nomes, abaixo, apenas para fazer constar, coloquei uma pequena lista em ordem alfabética:

Aachenosaurus
Smets, 1888
Actiosaurus
Sauvage, 1882
Barosaurus
Marsh, 1890
Byronosaurus Norell, Makovicky & Clark, 2000
Coelurus
Marsh, 1879
Cryptodraco Lydekker, 1889
Dandakosaurus Yadagiri, 1982
Datousaurus Dong & Tang, 1984
Einiosaurus Sampson, 1995
Epanterias Cope, 1878
Fabrosaurus Ginsburg, 1964
Fulgurotherium von Huene, 1932
Galesaurus Owen, 1859*
Glyptodontopelta Ford, 2000
Hadrosaurus Leidy, 1859
Heterodontosaurus Crompton & Charig, 1962
Iliosuchus von Huene, 1932
Ischyrosaurus Hulke, 1874 vide Lydekker, 1888/Cope, 1869
Jaxartosaurus Riabinin, 1937
Jurapteryx Howgate, 1985*
Kangnasaurus Haughton, 1915
Klamelisaurus Zhao, 1993
Laevisuchus von Huene & Matley, 1933
Libycosaurus Bonarelli, 1947*
Macrodontophion Zborzewski, 1834
Micropachycephalosaurus Dong, 1978
Nanotyrannus Bakker, Williams & Currie, 1988
Notohypsilophodon Martínez, 1998
Opisthocoelicaudia Borsuk-Bialynicka, 1977
Orthogoniosaurus Das-Gupta, 1931
Pachyrhinosaurus C. M. Sternberg, 1950
Pellegrinisaurus Salgado, 1996
Qinlingosaurus Xue, Zhang & Bi, 1996
Quaesitosaurus Bannikov & Kurzanov vide Kurzanov & Bannikov, 1983
Rahonavis Forster, Sampson, Chiappe & Krause, 1998
Rioarribasaurus Hunt & Lucas, 1991
Sanpasaurus Young, 1944
Scutellosaurus Colbert, 1981
Talarurus Maleev, 1952
Tetragonosaurus Parks, 1931
Udanoceratops Kurzanov, 1992
Unquillosaurus J. E. Powell, 1979
Variraptor Le Loeuff & Buffetaut, 1998
Venaticosuchus Bonaparte, 1971*
Walgettosuchus von Huene, 1932
Wuerhosaurus Dong, 1973
Xenotarsosaurus Martinez, Gimenez, Rodriguez & Bochatey, 1986
Xuanhanosaurus Dong, 1984
Yandusaurus He, 1979
Yimenosaurus Bai – vide Bai, Yang & Wang, 1990
Zapsalis Cope, 1876
Zizhongosaurus Dong, Zhou & Zhang, 1983

Costumo assistir, sempre que posso, os artigos da conceituada National Geographic, e, procurei também selecionar alguns – entre os milhares – artigos escritos por eles:

Do grupo do T Rex
Em abril de 2001, a conceituada National Geographic, por D.L. Parsell, diz que há uma série de descobertas fósseis em recentes anos, que estão no Museu americano de História Natural em Cidade de Nova Iorque, e, com isso os cientistas têm ampliado o quadro de dinossauros. Aqui, particularmente falam ser do mesmo grupo do Tyrannosaurus rex e que analisando as duas lajes espelhadas de pedra encontrada por fazendeiros que cavam na Província de Liaoning no Nordeste da China, o Museu Geológico Nacional de China calculou que este pequeno teria cerca de 130 milhões.

Um dinossauro chamado Sue
Aparece em Junho do ano de 1999, outra matéria escrita pela National Geographic. Trata-se de um crânio de dinossouro Tyrannosaurus rex. Com o peso estimado de 908 kg ou 2,000 libras.

Ovos de dinossauro
Estão na Internet quase 200 sites ao redor de todo o mundo, sendo a maioria deles na China, os quais apresentam ovos de dinossauro. Eles são de tipos tão variados quanto às espécies que os pôs. A maior quantidade de ovos conhecidos foram achados na Bacia de Xixia na China.

Fósseis de ossos
Um grande osso foi descoberto em 1677 por Robert Plot. Inicialmente esse osso foi classificado como sendo de um elefante gigante, e, somente quase 200 anos depois, ou seja, em 1822 em Sussex na Inglaterra, Anne Mantell um osso que brilhava ao sol e levou-o ao seu marido, que era colecionador de fósseis. Após analisá-lo chegou a conclusão ser um dente, mas a conclusão final veio através do Dr. Gideon Mantell dizendo pertencer a um ser já extinto, da família dos iguanas.

MAS VEJAMOS O QUE DIZ A BÍBLIA?

Contudo, o que expus acima significa dizer que o dinossauro existiu? Claro que não! Precisamos agora analisar na Bíblia que é a autoridade máxima em qualquer assunto, para saber o que Deus deixou escrito a respeito.

Por que se fala tanto em dinossauro ultimamente? Acredito que desde 1993 a contribuição para isto veio com o lançamento do filme de Steven Spielberg – Jurassic Park (O Parque dos Dinossauros). Verdade é que muitos cristãos ainda se perguntam se os dinossauros existiram? E muitas vezes podemos não aceitar este fato por causa da teoria da evolução de Darwin (ainda que tenha se retratado posteriormente). Vamos deixar de lado por um momento, os cientistas e suas teorias e partir do princípio de Deus!

Vamos começar No princípio, criou Deus os céus e a terra”. (Gênesis 1:1). Este versículo explica porque João, inspirado por Deus disse: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. (João 1:3). A criação, não depende de cientistas ou de teorias, mas de um que é maior que todos, o Senhor Onipotente. “Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido”. (Jó 42:2). Foi Ele quem criou o Universo, onde estão incluídas as Galáxias, os Planetas inclusive a Terra e tudo realmente que nela existiu ou existe. “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há…”. (Êxodo 20:11) veja também Salmos 115:15 e 146:6.

A primeira referência a animais que poderiam ser dinossauros está também no princípio: “E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom”. (Gênesis 1:21).

Para que não restasse também dúvidas quanto às diversas traduções de Bíblia que hoje em dia existem, busquei também na língua original (Grego-Hebraico) da Bíblia pelo dicionário Hebreu Strongs (Strong’s Hebrew Dictionary) e a Bíblia King James.

A palavra hebraica para baleias, que aparece mais de 20 vezes na Bíblia é (tanniyn – tan-neen’ ou simplesmente Tan – tan) que significa: monstro terrestre ou marinho gigante, serpente marinha; repugnante animal terrestre, dragão, baleia.

Mas existem outras referências bíblicas mencionando “dragões” de vários tamanhos, como em Isaías 34:13Miquéias 1:8 (tanniyn – tan-neen’) e Malaquias 1:3 (Tannah – tan-naw’).

O LEVIATÃ
No hebraico = Livyathan – liv-yaw-thawn’ que vem de ‘lavah’ – law-vaw’ e significa: um animal primitivo, animal serpenteador, uma serpente (especialmente um crocodilo ou outro grande monstro marinho).

Vejamos então na Bíblia, iniciando por alguns versículos que nos dá a entender tratar-se de animais de grande porte, assustadores, invencíveis e medonhos, talvez dinossauros, como este tipo de dragão, serpente ou monstro marinho chamado Leviatã, e, foi deixado escrito por Jó inspirado pelo próprio Senhor Deus.
“Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda? Podes pôr um anzol no seu nariz, ou com um gancho furar a sua queixada?” (Jó 41:1-2).
“Assim é este mar grande e muito espaçoso, onde há seres sem número, animais pequenos e grandes. Ali andam os navios; e o leviatã que formaste para nele folgar”. (Salmos 104:25-26).
“Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, serpente veloz, e o leviatã, a serpente tortuosa, e matará o dragão, que está no mar” (Isaías 27:1).
“Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto”. (Salmos 74:14).

A Bíblia afirma que o Leviatã como sendo um animal que vivia no mar. Algumas traduções da Bíblia (não no texto original), mas, no rodapé a referência que o leviatã é um crocodilo. Mas, seria impossível dizermos que o crocodilo se assemelha ao ser descrito nas passagens acima e menos ainda em Jó 41. A passagem bíblica de Salmo 104:25-26 chega mesmo a quase comparar o leviatã a um navio, não um barco qualquer, pois diz: “…Ali andam os navios; e o leviatã que formaste para nele folgar”. Jó diz que o homem cairá só em olhar para ele.“Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será o homem derrubado só ao vê-lo?” (Jó 41:9). E mais, o leviatã é apresentado como um temível animal, como poderia um crocodilo ter uma boca como caldeira e soltar fogo por ela? “Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira. O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama”. (Jó 41:19-21). Se foi descrito de uma forma muito completa por Jó e outros, isso significa que o homem conviveu com ele. (Veja a Passagem completa de Jó 41:1-34).

O BEEMOTE
No hebraico = Bhemowth – be-hay-mohth’ (plural de ‘bhemah’ = be-hay-maw’) e significa: raposa marinha, uma besta; especialmente um grande e quadrúpede animal, hipopótamo.

Podemos também ver o Senhor descrevendo em Jó 40:15-24, o Beemote. Tratava-se de um ser herbívoro “Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi”. (Jó 40:15); Tinha muita força nos lombos e poder nos músculos “Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre”. (Jó 40:16); Movia a sua cauda como um cedro * “Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos”. (Jó 40:17). Tinha ossos como tubos de bronze e barras de ferro “Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro”. (Jó 40:18), e era impossível de capturar “Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?” (Jó 40:24). Embora algumas versões da Bíblia o apresentem como o hipopótamo, a descrição não condiz com esse animal. (Veja a Passagem completa em Jó 40 e 41:1-2* Cedro: Cedrela brasiliensis; Surenus fissilis, madeira macia ao corte mas, extremamente resistente e durável.

Ainda que Adão, cumprindo a ordem do Senhor, tenha dado nomes a todos os bichos, animais e aves criados por Deus “Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome” (Gênesis 2:19), certamente Deus não achou importante deixar estes nomes escritos na Bíblia para que os utilizássemos e, acredito eu, que a maioria foram nomes criados pelos cientistas ou homens que viveram na época. O nome dinossauro é um deles, que, na verdade, só foi utilizado a um réptil gigante em 1841 por Richard Owen. E por que não poderia ser Leviatã ou talvez Beemote?

A resposta à pergunta: “Existiram ou não os dinossauros?” Acaba ficando um pouco vaga, sem muita clareza, mas que existem evidências demais sobre o assunto, isso não tenho dúvidas.

E os Discos Voadores, existem?

Quanto a extraterrestres, discos voadores, com todo respeito aos cientistas e àqueles que estudam este assunto; não é minha área e jamais me preocupei em fazer um estudo com mais afinco, mas existem muitos sites, muitos boatos a respeito como aquele que surgiu até mesmo aqui no Brasil que ficou conhecido como o “ET de Varginha”, fotos como a acima, muitos vídeos, mas nada que nos dá segurança em acreditar serem verdades ou não.

Dizem ter visto discos voadores no Arizona-1997; Equador-1995; México-1991; Groon Lake (Área 51)-1995.
Mas, pelo que acredito e, também por não encontrar nada na Palavra de Deus que fale sobre o assunto ou pelo menos que nos possa direcionar para este lado, certamente posso afirmar que não existem! “No princípio criou Deus os céus e a terra”. (Gênesis 1:1). Depois de nomear os seres, Deus criou uma ajudadora para Adão “E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes”. (Gênesis 3:20). E se Eva recebeu este nome por ser a mãe de todos os seres viventes da Terra então, teríamos que aceitar o fato de que Eva também é mãe dos Ets? Deus criou também todos os planetas, mas colocou vida apenas na terra, não há outro planeta que possua condições de vida a seres vivos.

O termo OVNI nada mais é que uma tradução de UFO ( Unknown Flight Object ) que significa: Objeto Voador não Identificado. Ora se ainda não foram identificados como podemos dizer que são extraterrenos? Poderia ser qualquer objeto! Observando a foto acima o que consigo imaginar é que alguém saltou com uma asa delta e um helicóptero o acompanha em seu vôo… Nada mais.

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.

Hebreus 11:1
03/02/2021

Pai & Mãe

Às vezes penso no meu íntimo, como poderia um dia pagar tudo o que vocês fazem por mim, meus queridos pais.

Mâe, Pai e Karen

Como poderia, de alguma forma, compensar todo o esforço que sempre demonstraram, toda a dedicação que nunca deixou de existir para comigo.

Mas por mais contas que se façam, por vários fatores que se meçam e se pesem, sei que a resposta será sempre a mesma: “impossível”.

Vocês ultrapassam sempre os deveres essenciais de pais.
Não olham a meios, nem se poupam de trabalho, quando a questão é o meu bem estar.
O carinho de vocês é extremamente agradável como um cobertor numa noite fria.
E as palavras, os inúmeros conselhos da sua parte, que sempre me guiam, são uma provisão amorosa inigualável.

Não há palavra que melhor se adeque do que um grande e sincero obrigado.
Tudo o que vocês me dão é tanto, que eu nunca saberei o quanto.

Amo muito vocês!
Os melhores pais do mundo.
Por vezes me sinto tão fraca, não sei como agir, e vocês com esse imenso amor, sempre a me ajudar!

Karen Borges sua filha
21/03/2016 – 10:48h

Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

Êxodo: 20:12
6 01/05/2020

Saudades de um Velhinho

Recebi um e-mail do meu irmão Gilberto e
converti-as nestes versos [minha homenagem],
fazendo assim de suas palavras, minhas palavras”.

Escrever… Quero! Não sei bem o que, pra ser sincero!
Da saudade de um velhinho que meu coração reclama,
Saudade daquele que em 01/05/98, Jesus levou, e esta inflama.
Ah saudade! Tão grande quanto a distancia que a nós separa.

Aquele velhinho que tarde do trabalho a chegar.
Horas a fio a viajar, nas mãos um saco de pipocas a carregar,
Amor sincero, todos as noites a oferecer;
De suas boas ações, mal poderia saber que eu um dia iria me recordar,
Quando, com Jesus, ele desta vida fosse descansar.

Sempre pacífico, com sua dor, sua tristeza e suas vontades a esconder.
Quando daqui estava partindo descobri as coisas que ele gostaria de ter,
Mas não teve, pois sua família estava sempre em primeiro lugar.
Sempre de tudo abrindo mão, nunca com seus gostos se preocupar.

Por isso, sinto esta noite imensa vontade de gritar,
De correndo, sem rumo, por aí sair para meu coração aliviar,
Sinto que minha alma está inquieta então fico a raciocinar,
Mal sabia aquele Senhor o quanto para mim poderia representar,
Mal sabia ele, eu acredito, o quanto eu o amava e ainda poderia amar.

Esse senhor magro; cabelo preto e grisalho e com sorriso a dobrar,
Para mim é um vencedor, é um herói. Isso não tem como duvidar!
Esse doce velhinho, meu grande Pai, é dele que estou a falar,
Um grande homem… Que se foi pra nunca mais voltar.

Enquanto a escrever, e ao telefone atender, era minha mãe a me ligar,
E estando nós sobre a vida discorrer e sobre tudo conversar,
Uma frase se adiantou em me dizer, E eu atenção nela fui prestar,
“Corre… Corre… Mas nunca vai chegar. Por que não um pouco parar para viver,
Pois a vida passa rápido como um entardecer, por que não a ela apreciar?”.

Ao meu querido pai!

Se você tem um pai ou mãe, ame-o (a) agora,
talvez você não venha a respeito escrever,
mas amanhã, certamente ele (a) irá embora,
e sem dúvida como me sinto, com você vai suceder.

Borges o Servo! Showy Software

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução. Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensino de tua mãe.

Provérbios 1:7-8