{"id":16697,"date":"2021-03-11T12:55:42","date_gmt":"2021-03-11T15:55:42","guid":{"rendered":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/?p=16697"},"modified":"2023-10-17T10:35:18","modified_gmt":"2023-10-17T13:35:18","slug":"proverbios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/proverbios\/","title":{"rendered":"Prov\u00e9rbios"},"content":{"rendered":"<h1>Prov\u00e9rbios<\/h1>\n<div class='grid-row clearfix'><div class='grid-col grid-col-12'><section class='cws-widget'><section class='cws_widget_content'>\n<h3><span class=\"red\">[\u00a0<a href=\"#1\">1<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#2\">2<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#3\">3<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#4\">4<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#5\">5<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#6\">6<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#7\">7<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#8\">8<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#9\">9<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#10\">10<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#11\">11<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#12\">12<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#13\">13<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#14\">14<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#15\">15<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#16\">16<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#17\">17<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#18\">18<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#19\">19<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#20\">20<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#21\">21<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#22\">22<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#23\">23<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#24\">24<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#25\">25<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#26\">26<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#27\">27<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#28\">28<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#29\">29<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#30\">30<\/a>\u00a0|\u00a0<a href=\"#31\">31<\/a>\u00a0]<\/h3>\n<\/section><\/section><\/div>\n<p align=\"right\"><a href=\"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/biblia-online\/\" class=\"su-button su-button-style-3d\" style=\"color:#FFFFFF;background-color:#00aba5;border-color:#008984;border-radius:5px\" target=\"_self\"><span style=\"color:#FFFFFF;padding:0px 16px;font-size:13px;line-height:26px;border-color:#4dc5c0;border-radius:5px;text-shadow:none\"> Voltar ao \u00cdndice<\/span><\/a>\n<h3><a id=\"1\"><\/a>Prov\u00e9rbios 1<\/h3>\n<ol>\n<li>Prov\u00e9rbios de Salom\u00e3o, filho de Davi, rei de Israel:<\/li>\n<li>Para se conhecer a sabedoria e a instru\u00e7\u00e3o; para se entenderem as palavras de intelig\u00eancia;<\/li>\n<li>para se instruir em s\u00e1bio procedimento, em retid\u00e3o, justi\u00e7a e eq\u00fcidade;<\/li>\n<li>para se dar aos simples prud\u00eancia, e aos jovens conhecimento e bom siso.<\/li>\n<li>Ou\u00e7a tamb\u00e9m, o s\u00e1bio e cres\u00e7a em ci\u00eancia, e o entendido adquira habilidade,<\/li>\n<li>para entender prov\u00e9rbios e par\u00e1bolas, as palavras dos s\u00e1bios, e seus enigmas.<\/li>\n<li>O temor do Senhor \u00e9 o princ\u00edpio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instru\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Filho meu, ouve a instru\u00e7\u00e3o de teu pai, e n\u00e3o deixes o ensino de tua m\u00e3e.<\/li>\n<li>Porque eles ser\u00e3o uma grinalda de gra\u00e7a para a tua cabe\u00e7a, e colares para o teu pesco\u00e7o.<\/li>\n<li>Filho meu, se os pecadores te quiserem seduzir, n\u00e3o consintas.<\/li>\n<li>Se disserem: Vem conosco; embosquemo-nos para derramar sangue; espreitemos sem raz\u00e3o o inocente;<\/li>\n<li>traguemo-los vivos, como o Seol, e inteiros como os que descem \u00e0 cova;<\/li>\n<li>acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;<\/li>\n<li>lan\u00e7ar\u00e1s a tua sorte entre n\u00f3s; teremos todos uma s\u00f3 bolsa;<\/li>\n<li>filho meu, n\u00e3o andes no caminho com eles; guarda da sua vereda o teu p\u00e9,<\/li>\n<li>porque os seus p\u00e9s correm para o mal, e eles se apressam a derramar sangue.<\/li>\n<li>Pois debalde se estende a rede \u00e0 vista de qualquer ave.<\/li>\n<li>Mas estes se p\u00f5em em emboscadas contra o seu pr\u00f3prio sangue, e as suas pr\u00f3prias vidas espreitam.<\/li>\n<li>Tais s\u00e3o as veredas de todo aquele que se entrega \u00e0 cobi\u00e7a; ela tira a vida dos que a possuem.<\/li>\n<li>A suprema sabedoria altissonantemente clama nas ruas; nas pra\u00e7as levanta a sua voz.<\/li>\n<li>Do alto dos muros clama; \u00e0s entradas das portas e na cidade profere as suas palavras:<\/li>\n<li>At\u00e9 quando, \u00f3 est\u00fapidos, amareis a estupidez? e at\u00e9 quando se deleitar\u00e3o no esc\u00e1rnio os escarnecedores, e odiar\u00e3o os insensatos o conhecimento?<\/li>\n<li>Convertei-vos pela minha repreens\u00e3o; eis que derramarei sobre v\u00f3s o meu; esp\u00edrito e vos farei saber as minhas palavras.<\/li>\n<li>Mas, porque clamei, e v\u00f3s recusastes; porque estendi a minha m\u00e3o, e nao houve quem desse aten\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>antes desprezastes todo o meu conselho, e n\u00e3o fizestes caso da minha repreens\u00e3o;<\/li>\n<li>tamb\u00e9m eu me rirei no dia da vossa calamidade; zombarei, quando sobrevier o vosso terror,<\/li>\n<li>quando o terror vos sobrevier como tempestade, e a vossa calamidade passar como redemoinho, e quando vos sobrevierem aperto e ang\u00fastia.<\/li>\n<li>Ent\u00e3o a mim clamar\u00e3o, mas eu n\u00e3o responderei; diligentemente me buscar\u00e3o, mas n\u00e3o me achar\u00e3o.<\/li>\n<li>Porquanto aborreceram o conhecimento, e n\u00e3o preferiram o temor do Senhor;<\/li>\n<li>n\u00e3o quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreens\u00e3o;<\/li>\n<li>portanto comer\u00e3o do fruto do seu caminho e se fartar\u00e3o dos seus pr\u00f3prios conselhos.<\/li>\n<li>Porque o desvio dos n\u00e9scios os matar\u00e1, e a prosperidade dos loucos os destruir\u00e1.<\/li>\n<li>Mas o que me der ouvidos habitar\u00e1 em seguran\u00e7a, e estar\u00e1 tranq\u00fcilo, sem receio do mal.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"2\"><\/a>Prov\u00e9rbios 2<\/h3>\n<ol>\n<li>Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos,<\/li>\n<li>para fazeres atento \u00e0 sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu cora\u00e7\u00e3o ao entendimento;<\/li>\n<li>sim, se clamares por discernimento, e por entendimento al\u00e7ares a tua voz;<\/li>\n<li>se o buscares como a prata e o procurares como a tesouros escondidos;<\/li>\n<li>ent\u00e3o entender\u00e1s o temor do Senhor, e achar\u00e1s o conhecimento de Deus.<\/li>\n<li>Porque o Senhor d\u00e1 a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento;<\/li>\n<li>ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; e escudo para os que caminham em integridade,<\/li>\n<li>guardando-lhes as veredas da justi\u00e7a, e preservando o caminho dos seus santos.<\/li>\n<li>Ent\u00e3o entender\u00e1s a retid\u00e3o, a justi\u00e7a, a eq\u00fcidade, e todas as boas veredas.<\/li>\n<li>Pois a sabedoria entrar\u00e1 no teu cora\u00e7\u00e3o, e o conhecimento ser\u00e1 apraz\u00edvel \u00e0 tua alma;<\/li>\n<li>o bom siso te proteger\u00e1, e o discernimento e guardar\u00e1;<\/li>\n<li>para te livrar do mau caminho, e do homem que diz coisas perversas;<\/li>\n<li>dos que deixam as veredas da retid\u00e3o, para andarem pelos caminhos das trevas;<\/li>\n<li>que se alegram de fazer o mal, e se deleitam nas perversidades dos maus;<\/li>\n<li>dos que s\u00e3o tortuosos nas suas veredas; e in\u00edquos nas suas carreiras;<\/li>\n<li>e para te livrar da mulher estranha, da estrangeira que lisonjeia com suas palavras;<\/li>\n<li>a qual abandona o companheiro da sua mocidade e se esquece do concerto do seu Deus;<\/li>\n<li>pois a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para as sombras.<\/li>\n<li>Nenhum dos que se dirigirem a ela, tornara a sair, nem retomar\u00e1 as veredas da vida.<\/li>\n<li>Assim andar\u00e1s pelo caminho dos bons, e guardar\u00e1s as veredas dos justos.<\/li>\n<li>Porque os retos habitar\u00e3o a terra, e os \u00edntegros permanecer\u00e3o nela.<\/li>\n<li>Mas os \u00edmpios ser\u00e3o exterminados da terra, e dela os aleivosos ser\u00e3o desarraigados.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"3\"><\/a>Prov\u00e9rbios 3<\/h3>\n<ol>\n<li>Filho meu, n\u00e3o te esque\u00e7as da minha instru\u00e7\u00e3o, e o teu cora\u00e7\u00e3o guarde os meus mandamentos;<\/li>\n<li>porque eles te dar\u00e3o longura de dias, e anos de vida e paz.<\/li>\n<li>N\u00e3o se afastem de ti a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pesco\u00e7o, escreve-as na t\u00e1bua do teu cora\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>assim achar\u00e1s favor e bom entendimento \u00e0 vista de Deus e dos homens.<\/li>\n<li>Confia no Senhor de todo o teu cora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o te estribes no teu pr\u00f3prio entendimento.<\/li>\n<li>Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitar\u00e1 as tuas veredas.<\/li>\n<li>N\u00e3o sejas s\u00e1bio a teus pr\u00f3prios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.<\/li>\n<li>Isso ser\u00e1 sa\u00fade para a tua carne; e refrig\u00e9rio para os teus ossos.<\/li>\n<li>Honra ao Senhor com os teus bens, e com as prim\u00edcias de toda a tua renda;<\/li>\n<li>assim se encher\u00e3o de fartura os teus celeiros, e trasbordar\u00e3o de mosto os teus lagares.<\/li>\n<li>Filho meu, n\u00e3o rejeites a disciplina do Senhor, nem te enojes da sua repreens\u00e3o;<\/li>\n<li>porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.<\/li>\n<li>Feliz \u00e9 o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento;<\/li>\n<li>pois melhor \u00e9 o lucro que ela d\u00e1 do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro.<\/li>\n<li>Mais preciosa \u00e9 do que as j\u00f3ias, e nada do que possas desejar \u00e9 compar\u00e1vel a ela.<\/li>\n<li>Longura de dias h\u00e1 na sua m\u00e3o direita; na sua esquerda riquezas e honra.<\/li>\n<li>Os seus caminhos s\u00e3o caminhos de del\u00edcias, e todas as suas veredas s\u00e3o paz.<\/li>\n<li>\u00c9 \u00e1rvore da vida para os que dela lan\u00e7am m\u00e3o, e bem-aventurado \u00e9 todo aquele que a ret\u00e9m.<\/li>\n<li>O Senhor pela sabedoria fundou a terra; pelo entendimento estabeleceu o c\u00e9u.<\/li>\n<li>Pelo seu conhecimento se fendem os abismos, e as nuvens destilam o orvalho.<\/li>\n<li>Filho meu, n\u00e3o se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso;<\/li>\n<li>assim ser\u00e3o elas vida para a tua alma, e adorno para o teu pesco\u00e7o.<\/li>\n<li>Ent\u00e3o andar\u00e1s seguro pelo teu caminho, e n\u00e3o trope\u00e7ar\u00e1 o teu p\u00e9.<\/li>\n<li>Quando te deitares, n\u00e3o temer\u00e1s; sim, tu te deitar\u00e1s e o teu sono ser\u00e1 suave.<\/li>\n<li>N\u00e3o temas o pavor repentino, nem a assola\u00e7\u00e3o dos \u00edmpios quando vier.<\/li>\n<li>Porque o Senhor ser\u00e1 a tua confian\u00e7a, e guardar\u00e1 os teus p\u00e9s de serem presos.<\/li>\n<li>N\u00e3o negues o bem a quem de direito, estando no teu poder faz\u00ea-lo.<\/li>\n<li>N\u00e3o digas ao teu pr\u00f3ximo: Vai, e volta, amanh\u00e3 to darei; tendo-o tu contigo.<\/li>\n<li>N\u00e3o maquines o mal contra o teu pr\u00f3ximo, que habita contigo confiadamente.<\/li>\n<li>N\u00e3o contendas com um homem, sem motivo, n\u00e3o te havendo ele feito o mal.<\/li>\n<li>N\u00e3o tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.<\/li>\n<li>Porque o perverso \u00e9 abomina\u00e7\u00e3o para o Senhor, mas com os retos est\u00e1 o seu segredo.<\/li>\n<li>A maldi\u00e7\u00e3o do Senhor habita na casa do \u00edmpio, mas ele aben\u00e7oa a habita\u00e7\u00e3o dos justos.<\/li>\n<li>Ele escarnece dos escarnecedores, mas d\u00e1 gra\u00e7a aos humildes.<\/li>\n<li>Os s\u00e1bios herdar\u00e3o honra, mas a exalta\u00e7\u00e3o dos loucos se converte em ignom\u00ednia.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"4\"><\/a>Prov\u00e9rbios 4<\/h3>\n<ol>\n<li>Ouvi, filhos, a instru\u00e7\u00e3o do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento.<\/li>\n<li>Pois eu vos dou boa doutrina; n\u00e3o abandoneis o meu ensino.<\/li>\n<li>Quando eu era filho aos p\u00e9s de meu, pai, tenro e \u00fanico em estima diante de minha m\u00e3e,<\/li>\n<li>ele me ensinava, e me dizia: Retenha o teu cora\u00e7\u00e3o as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive.<\/li>\n<li>Adquire a sabedoria, adquire o entendimento; n\u00e3o te esque\u00e7as nem te desvies das palavras da minha boca.<\/li>\n<li>N\u00e3o a abandones, e ela te guardar\u00e1; ama-a, e ela te preservar\u00e1.<\/li>\n<li>A sabedoria \u00e9 a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possuis adquire o entendimento.<\/li>\n<li>Estima-a, e ela te exaltar\u00e1; se a abra\u00e7ares, ela te honrar\u00e1.<\/li>\n<li>Ela dar\u00e1 \u00e0 tua cabe\u00e7a uma grinalda de gra\u00e7a; e uma coroa de gl\u00f3ria te entregar\u00e1.<\/li>\n<li>Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, para que se multipliquem os anos da tua vida.<\/li>\n<li>Eu te ensinei o caminho da sabedoria; guiei-te pelas veredas da retid\u00e3o.<\/li>\n<li>Quando andares, n\u00e3o se embara\u00e7ar\u00e3o os teus passos; e se correres, n\u00e3o trope\u00e7ar\u00e1s.<\/li>\n<li>Apega-te \u00e0 instru\u00e7\u00e3o e n\u00e3o a largues; guarda-a, porque ela \u00e9 a tua vida.<\/li>\n<li>N\u00e3o entres na vereda dos \u00edmpios, nem andes pelo caminho dos maus.<\/li>\n<li>Evita-o, n\u00e3o passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.<\/li>\n<li>Pois n\u00e3o dormem, se n\u00e3o fizerem o mal, e foge deles o sono se n\u00e3o fizerem trope\u00e7ar algu\u00e9m.<\/li>\n<li>Porque comem o p\u00e3o da impiedade, e bebem o vinho da viol\u00eancia.<\/li>\n<li>Mas a vereda dos justos \u00e9 como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais at\u00e9 ser dia perfeito.<\/li>\n<li>O caminho dos \u00edmpios \u00e9 como a escurid\u00e3o: n\u00e3o sabem eles em que trope\u00e7am.<\/li>\n<li>Filho meu, atenta para as minhas palavras; inclina o teu ouvido \u00e0s minhas instro\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>N\u00e3o se apartem elas de diante dos teus olhos; guarda-as dentro do teu cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Porque s\u00e3o vida para os que as encontram, e sa\u00fade para todo o seu corpo.<\/li>\n<li>Guarda com toda a dilig\u00eancia o teu cora\u00e7\u00e3o, porque dele procedem as fontes da vida.<\/li>\n<li>Desvia de ti a malignidade da boca, e alonga de ti a perversidade dos l\u00e1bios.<\/li>\n<li>Dirijam-se os teus olhos para a frente, e olhem as tuas p\u00e1lpebras diretamente diante de ti.<\/li>\n<li>Pondera a vereda de teus p\u00e9s, e ser\u00e3o seguros todos os teus caminhos.<\/li>\n<li>N\u00e3o declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu p\u00e9 do mal.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"5\"><\/a>Prov\u00e9rbios 5<\/h3>\n<ol>\n<li>Filho meu, atende \u00e0 minha sabedoria; incline o teu ouvido \u00e0 minha prud\u00eancia;<\/li>\n<li>para que observes a discri\u00e7\u00e3o, e os teus l\u00e1bios guardem o conhecimento.<\/li>\n<li>Porque os l\u00e1bios da mulher licenciosa destilam mel, e a sua boca e mais macia do que o azeite;<\/li>\n<li>mas o seu fim \u00e9 amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes.<\/li>\n<li>Os seus p\u00e9s descem \u00e0 morte; os seus passos seguem no caminho do Seol.<\/li>\n<li>Ela n\u00e3o pondera a vereda da vida; incertos s\u00e3o os seus caminhos, e ela o ignora.<\/li>\n<li>Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e n\u00e3o vos desvieis das palavras da minha boca.<\/li>\n<li>Afasta para longe dela o teu caminho, e n\u00e3o te aproximes da porta da sua casa;<\/li>\n<li>para que n\u00e3o d\u00eas a outros a tua honra, nem os teus anos a cru\u00e9is;<\/li>\n<li>para que n\u00e3o se fartem os estranhos dos teus bens, e n\u00e3o entrem os teus trabalhos na casa do estrangeiro,<\/li>\n<li>e gemas no teu fim, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo,<\/li>\n<li>e digas: Como detestei a disciplina! e desprezou o meu cora\u00e7\u00e3o a repreens\u00e3o!<\/li>\n<li>e n\u00e3o escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos que me instru\u00edam inclinei o meu ouvido!<\/li>\n<li>Quase cheguei \u00e0 ru\u00edna completa, no meio da congrega\u00e7\u00e3o e da assembl\u00e9ia.<\/li>\n<li>Bebe a \u00e1gua da tua pr\u00f3pria cisterna, e das correntes do teu po\u00e7o.<\/li>\n<li>Derramar-se-iam as tuas fontes para fora, e pelas ruas os ribeiros de \u00e1guas?<\/li>\n<li>Sejam para ti s\u00f3, e n\u00e3o para os estranhos juntamente contigo.<\/li>\n<li>Seja bendito o teu manancial; e regozija-te na mulher da tua mocidade.<\/li>\n<li>Como cor\u00e7a amorosa, e graciosa cabra montesa saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor s\u00ea encantado perpetuamente.<\/li>\n<li>E por que, filho meu, andarias atra\u00eddo pela mulher licenciosa, e abra\u00c7arias o seio da ad\u00faltera?<\/li>\n<li>Porque os caminhos do homem est\u00e3o diante dos olhos do Senhor, o qual observa todas as suas veredas.<\/li>\n<li>Quanto ao \u00edmpio, as suas pr\u00f3prias iniq\u00fcidades o prender\u00e3o, e pelas cordas do seu pecado ser\u00e1 detido.<\/li>\n<li>Ele morre pela falta de disciplina; e pelo excesso da sua loucura anda errado.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"6\"><\/a>Prov\u00e9rbios 6<\/h3>\n<ol>\n<li>Filho meu, se ficaste por fiador do teu pr\u00f3ximo, se te empenhaste por um estranho,<\/li>\n<li>est\u00e1s enredado pelos teus l\u00e1bios; est\u00e1s preso pelas palavras da tua boca.<\/li>\n<li>Faze pois isto agora, filho meu, e livra-te, pois j\u00e1 ca\u00edste nas m\u00e3os do teu pr\u00f3ximo; vai, humilha-te, e importuna o teu pr\u00f3ximo;<\/li>\n<li>n\u00e3o d\u00eas sono aos teus olhos, nem adormecimento \u00e0s tuas p\u00e1lpebras;<\/li>\n<li>livra-te como a gazela da m\u00e3o do ca\u00e7ador, e como a ave da m\u00e3o do passarinheiro.<\/li>\n<li>Vai ter com a formiga, \u00f3 pregui\u00e7oso, considera os seus caminhos, e s\u00ea s\u00e1bio;<\/li>\n<li>a qual, n\u00e3o tendo chefe, nem superintendente, nem governador,<\/li>\n<li>no ver\u00e3o faz a provis\u00e3o do seu mantimento, e ajunta o seu alimento no tempo da ceifa.<\/li>\n<li>o pregui\u00e7oso, at\u00e9 quando ficar\u00e1s deitador? quando te levantar\u00e1s do teu sono?<\/li>\n<li>um pouco para dormir, um pouco para toscanejar, um pouco para cruzar as m\u00e3os em repouso;<\/li>\n<li>assim te sobrevir\u00e1 a tua pobreza como um ladr\u00e3o, e a tua necessidade como um homem armado.<\/li>\n<li>O homem vil, o homem in\u00edquo, anda com a perversidade na boca,<\/li>\n<li>pisca os olhos, faz sinais com os p\u00e9s, e acena com os dedos;<\/li>\n<li>perversidade h\u00e1 no seu cora\u00e7\u00e3o; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas.<\/li>\n<li>Pelo que a sua destrui\u00e7\u00e3o vir\u00e1 repentinamente; subitamente ser\u00e1 quebrantado, sem que haja cura.<\/li>\n<li>H\u00e1 seis coisas que o Senhor detesta; sim, h\u00e1 sete que ele abomina:<\/li>\n<li>olhos altivos, l\u00edngua mentirosa, e m\u00e3os que derramam sangue inocente;<\/li>\n<li>cora\u00e7\u00e3o que maquina projetos in\u00edquos, p\u00e9s que se apressam a correr para o mal;<\/li>\n<li>testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irm\u00e3os.<\/li>\n<li>Filho meu, guarda o mandamento de, teu pai, e n\u00e3o abandones a instru\u00e7\u00e3o de tua m\u00e3e;<\/li>\n<li>ata-os perpetuamente ao teu cora\u00e7\u00e3o, e pendura-os ao teu pesco\u00e7o.<\/li>\n<li>Quando caminhares, isso te guiar\u00e1; quando te deitares, te guardar\u00e1; quando acordares, falar\u00e1 contigo.<\/li>\n<li>Porque o mandamento \u00e9 uma l\u00e2mpada, e a instru\u00e7\u00e3o uma luz; e as repreens\u00f5es da disciplina s\u00e3o o caminho da vida,<\/li>\n<li>para te guardarem da mulher m\u00e1, e das lisonjas da l\u00edngua da ad\u00faltera.<\/li>\n<li>N\u00e3o cobices no teu cora\u00e7\u00e3o a sua formosura, nem te deixes prender pelos seus olhares.<\/li>\n<li>Porque o pre\u00e7o da prostituta \u00e9 apenas um bocado de p\u00e3o, mas a ad\u00faltera anda \u00e0 ca\u00e7a da pr\u00f3pria vida do homem.<\/li>\n<li>Pode algu\u00e9m tomar fogo no seu seio, sem que os seus vestidos se queimem?<\/li>\n<li>Ou andar\u00e1 sobre as brasas sem que se queimem os seus p\u00e9s?<\/li>\n<li>Assim ser\u00e1 o que entrar \u00e0 mulher do seu proximo; n\u00e3o ficar\u00e1 inocente quem a tocar.<\/li>\n<li>N\u00e3o \u00e9 desprezado o ladr\u00e3o, mesmo quando furta para saciar a fome?<\/li>\n<li>E, se for apanhado, pagar\u00e1 sete vezes tanto, dando at\u00e9 todos os bens de sua casa.<\/li>\n<li>O que adultera com uma mulher \u00e9 falto de entendimento; destr\u00f3i-se a si mesmo, quem assim procede.<\/li>\n<li>Receber\u00e1 feridas e ignom\u00ednia, e o seu opr\u00f3brio nunca se apagar\u00e1;<\/li>\n<li>porque o ci\u00fame enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupar\u00e1 no dia da vingan\u00e7a.<\/li>\n<li>N\u00e3o aceitar\u00e1 resgate algum, nem se aplacar\u00e1, ainda que multipliques os presentes.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"7\"><\/a>Prov\u00e9rbios 7<\/h3>\n<ol>\n<li>Filho meu, guarda as minhas palavras, e entesoura contigo os meus mandamentos.<\/li>\n<li>Observa os meus mandamentos e vive; guarda a minha lei, como a menina dos teus olhos.<\/li>\n<li>Ata-os aos teus dedos, escreve-os na t\u00e1bua do teu cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Dize \u00e0 sabedoria: Tu \u00e9s minha irm\u00e3; e chama ao entendimento teu amigo \u00edntimo,<\/li>\n<li>para te guardarem da mulher alheia, da ad\u00faltera, que lisonjeia com as suas palavras.<\/li>\n<li>Porque da janela da minha casa, por minhas grades olhando eu,<\/li>\n<li>vi entre os simples, divisei entre os jovens, um mancebo falto de ju\u00edzo,<\/li>\n<li>que passava pela rua junto \u00e0 esquina da mulher ad\u00faltera e que seguia o caminho da sua casa,<\/li>\n<li>no crep\u00fasculo, \u00e0 tarde do dia, \u00e0 noite fechada e na escurid\u00e3o;<\/li>\n<li>e eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, ornada \u00e0 moda das prostitutas, e astuta de cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Ela \u00e9 turbulenta e obstinada; n\u00e3o param em casa os seus p\u00e9s;<\/li>\n<li>ora est\u00e1 ela pelas ruas, ora pelas pra\u00e7as, espreitando por todos os cantos.<\/li>\n<li>Pegou dele, pois, e o beijou; e com semblante impudico lhe disse:<\/li>\n<li>Sacrif\u00edcios pac\u00edficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.<\/li>\n<li>Por isso sa\u00ed ao teu encontro a buscar-te diligentemente, e te achei.<\/li>\n<li>J\u00e1 cobri a minha cama de cobertas, de colchas de linho do Egito.<\/li>\n<li>J\u00e1 perfumei o meu leito com mirra, alo\u00e9s e cinamomo.<\/li>\n<li>Vem, saciemo-nos de amores at\u00e9 pela manh\u00e3; alegremo-nos com amores.<\/li>\n<li>Porque meu marido n\u00e3o est\u00e1 em casa; foi fazer uma jornada ao longe;<\/li>\n<li>um saquitel de dinheiro levou na m\u00e3o; s\u00f3 l\u00e1 para o dia da lua cheia voltar\u00e1 para casa.<\/li>\n<li>Ela o faz ceder com a multid\u00e3o das suas palavras sedutoras, com as lisonjas dos seus l\u00e1bios o arrasta.<\/li>\n<li>Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, e como o louco ao castigo das pris\u00f5es;<\/li>\n<li>at\u00e9 que uma flecha lhe atravesse o f\u00edgado, como a ave que se apressa para o la\u00e7o, sem saber que est\u00e1 armado contra a sua vida.<\/li>\n<li>Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos \u00e0s palavras da minha boca.<\/li>\n<li>N\u00e3o se desvie para os seus caminhos o teu cora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o andes perdido nas suas veredas.<\/li>\n<li>Porque ela a muitos tem feito cair feridos; e s\u00e3o muit\u00edssimos os que por ela foram mortos.<\/li>\n<li>Caminho de Seol \u00e9 a sua casa, o qual desce \u00e0s c\u00e2maras da morte.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"8\"><\/a>Prov\u00e9rbios 8<\/h3>\n<ol>\n<li>N\u00e3o clama porventura a sabedoria, e n\u00e3o faz o entendimento soar a sua voz?<\/li>\n<li>No cume das alturas, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas ela se coloca.<\/li>\n<li>Junto \u00e0s portas, \u00e0 entrada da cidade, e \u00e0 entrada das portas est\u00e1 clamando:<\/li>\n<li>A v\u00f3s, \u00f3 homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens.<\/li>\n<li>Aprendei, \u00f3 simples, a prud\u00eancia; entendei, \u00f3 loucos, a sabedoria.<\/li>\n<li>Ouvi v\u00f3s, porque profiro coisas excelentes; os meus l\u00e1bios se abrem para a eq\u00fcidade.<\/li>\n<li>Porque a minha boca profere a verdade, os meus l\u00e1bios abominam a impiedade.<\/li>\n<li>Justas s\u00e3o todas as palavras da minha boca; n\u00e3o h\u00e1 nelas nenhuma coisa tortuosa nem perversa.<\/li>\n<li>Todas elas s\u00e3o retas para o que bem as entende, e justas para os que acham o conhecimento.<\/li>\n<li>Aceitai antes a minha corre\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o a prata; e o conhecimento, antes do que o ouro escolhido.<\/li>\n<li>Porque melhor \u00e9 a sabedoria do que as j\u00f3ias; e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela.<\/li>\n<li>Eu, a sabedoria, habito com a prud\u00eancia, e possuo o conhecimento e a discri\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O temor do Senhor \u00e9 odiar o mal; a soberba, e a arrog\u00e2ncia, e o mau caminho, e a boca perversa, eu os odeio.<\/li>\n<li>Meu \u00e9 o conselho, e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha \u00e9 a fortaleza.<\/li>\n<li>Por mim reinam os reis, e os pr\u00edncipes decretam o que justo.<\/li>\n<li>Por mim governam os pr\u00edncipes e os nobres, sim, todos os ju\u00edzes da terra.<\/li>\n<li>Eu amo aos que me amam, e os que diligentemente me buscam me achar\u00e3o.<\/li>\n<li>Riquezas e honra est\u00e3o comigo; sim, riquezas dur\u00e1veis e justi\u00e7a.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o meu fruto do que o ouro, sim, do que o ouro refinado; e a minha renda melhor do que a prata escolhida.<\/li>\n<li>Ando pelo caminho da retid\u00e3o, no meio das veredas da justi\u00e7a,<\/li>\n<li>dotando de bens permanentes os que me amam, e enchendo os seus tesouros.<\/li>\n<li>O Senhor me criou como a primeira das suas obras, o princ\u00edpio dos seus feitos mais antigos.<\/li>\n<li>Desde a eternidade fui constitu\u00edda, desde o princ\u00edpio, antes de existir a terra.<\/li>\n<li>Antes de haver abismos, fui gerada, e antes ainda de haver fontes cheias d&#8217;\u00e1gua.<\/li>\n<li>Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros eu nasci,<\/li>\n<li>quando ele ainda n\u00e3o tinha feito a terra com seus campos, nem sequer o princ\u00edpio do p\u00f3 do mundo.<\/li>\n<li>Quando ele preparava os c\u00e9us, a\u00ed estava eu; quando tra\u00e7ava um c\u00edrculo sobre a face do abismo,<\/li>\n<li>quando estabelecia o firmamento em cima, quando se firmavam as fontes do abismo,<\/li>\n<li>quando ele fixava ao mar o seu termo, para que as \u00e1guas n\u00e3o traspassassem o seu mando, quando tra\u00e7ava os fundamentos da terra,<\/li>\n<li>ent\u00e3o eu estava ao seu lado como arquiteto; e era cada dia as suas del\u00edcias, alegrando-me perante ele em todo o tempo;<\/li>\n<li>folgando no seu mundo habit\u00e1vel, e achando as minhas del\u00edcias com os filhos dos homens.<\/li>\n<li>Agora, pois, filhos, ouvi-me; porque felizes s\u00e3o os que guardam os meus caminhos.<\/li>\n<li>Ouvi a corre\u00e7\u00e3o, e sede s\u00e1bios; e n\u00e3o a rejeiteis.<\/li>\n<li>Feliz \u00e9 o homem que me d\u00e1 ouvidos, velando cada dia \u00e0s minhas entradas, esperando junto \u00e0s ombreiras da minha porta.<\/li>\n<li>Porque o que me achar achar\u00e1 a vida, e alcan\u00e7ar\u00e1 o favor do Senhor.<\/li>\n<li>Mas o que pecar contra mim far\u00e1 mal \u00e0 sua pr\u00f3pria alma; todos os que me odeiam amam a morte.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"9\"><\/a>Prov\u00e9rbios 9<\/h3>\n<ol>\n<li>A sabedoria j\u00e1 edificou a sua casa, j\u00e1 lavrou as suas sete colunas;<\/li>\n<li>j\u00e1 imolou as suas v\u00edtimas, misturou o seu vinho, e preparou a sua mesa.<\/li>\n<li>J\u00e1 enviou as suas criadas a clamar sobre as alturas da cidade, dizendo:<\/li>\n<li>Quem \u00e9 simples, volte-se para c\u00e1. Aos faltos de entendimento diz:<\/li>\n<li>Vinde, comei do meu p\u00e3o, e bebei do vinho que tenho misturado.<\/li>\n<li>Deixai a insensatez, e vivei; e andai pelo caminho do entendimento.<\/li>\n<li>O que repreende ao escarnecedor, traz afronta sobre si; e o que censura ao \u00edmpio, recebe a sua mancha.<\/li>\n<li>N\u00e3o repreendas ao escarnecedor, para que n\u00e3o te odeie; repreende ao s\u00e1bio, e amar-te-\u00e1.<\/li>\n<li>Instrui ao s\u00e1bio, e ele se far\u00e1 mais, s\u00e1bio; ensina ao justo, e ele crescer\u00e1 em entendimento.<\/li>\n<li>O temor do Senhor \u00e9 o princ\u00edpio sabedoria; e o conhecimento do Santo \u00e9 o entendimento.<\/li>\n<li>Porque por mim se multiplicam os teus dias, e anos de vida se te acrescentar\u00e3o.<\/li>\n<li>Se fores s\u00e1bio, para ti mesmo o ser\u00e1s; e, se fores escarnecedor, tu s\u00f3 o suportar\u00e1s.<\/li>\n<li>A mulher tola \u00e9 alvoro\u00e7adora; \u00e9 insensata, e n\u00e3o conhece o pudor.<\/li>\n<li>Senta-se \u00e0 porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade,<\/li>\n<li>chamando aos que passam e seguem direitos o seu caminho:<\/li>\n<li>Quem \u00e9 simples, volte-se para c\u00e1! E aos faltos de entendimento diz:<\/li>\n<li>As \u00e1guas roubadas s\u00e3o doces, e o p\u00e3o comido \u00e0s ocultas \u00e9 agrad\u00e1vel.<\/li>\n<li>Mas ele n\u00e3o sabe que ali est\u00e3o os mortos; que os seus convidados est\u00e3o nas profundezas do Seol.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"10\"><\/a>Prov\u00e9rbios 10<\/h3>\n<ol>\n<li>Prov\u00e9rbios de Salom\u00e3o. Um filho s\u00e1bio alegra a seu pai; mas um filho insensato \u00e9 a tristeza de sua mae.<\/li>\n<li>Os tesouros da impiedade de nada aproveitam; mas a justi\u00e7a livra da morte.<\/li>\n<li>O Senhor n\u00e3o deixa o justo passar fome; mas o desejo dos \u00edmpios ele recha\u00e7a.<\/li>\n<li>O que trabalha com m\u00e3o remissa empobrece; mas a m\u00e3o do diligente enriquece.<\/li>\n<li>O que ajunta no ver\u00e3o \u00e9 filho prudente; mas o que dorme na sega \u00e9 filho que envergonha.<\/li>\n<li>B\u00ean\u00e7\u00e3os caem sobre a cabe\u00e7a do justo; por\u00e9m a boca dos \u00edmpios esconde a viol\u00eancia.<\/li>\n<li>A mem\u00f3ria do justo \u00e9 aben\u00e7oada; mas o nome dos \u00edmpios apodrecer\u00e1.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio de cora\u00e7\u00e3o aceita os mandamentos; mas o insensato palra dor cair\u00e1.<\/li>\n<li>Quem anda em integridade anda seguro; mas o que perverte os seus caminhos ser\u00e1 conhecido.<\/li>\n<li>O que acena com os olhos d\u00e1 dores; e o insensato palrador cair\u00e1.<\/li>\n<li>A boca do justo \u00e9 manancial de vida, por\u00e9m a boca dos \u00edmpios esconde a viol\u00eancia.<\/li>\n<li>O \u00f3dio excita contendas; mas o amor cobre todas as transgress\u00f5es.<\/li>\n<li>Nos l\u00e1bios do entendido se acha a sabedoria; mas a vara \u00e9 para as costas do que \u00e9 falto de entendimento.<\/li>\n<li>Os s\u00e1bios entesouram o conhecimento; por\u00e9m a boca do insensato \u00e9 uma destrui\u00e7\u00e3o iminente.<\/li>\n<li>Os bens do rico s\u00e3o a sua cidade forte; a ru\u00edna dos pobres \u00e9 a sua pobreza.<\/li>\n<li>O trabalho do justo conduz \u00e0 vida; a renda do \u00edmpio, para o pecado.<\/li>\n<li>O que atende \u00e0 instru\u00e7\u00e3o est\u00e1 na vereda da vida; mas o que rejeita a repreens\u00e3o anda errado.<\/li>\n<li>O que encobre o \u00f3dio tem l\u00e1bios falsos; e o que espalha a cal\u00fania \u00e9 um insensato.<\/li>\n<li>Na multid\u00e3o de palavras n\u00e3o falta transgress\u00e3o; mas o que refreia os seus l\u00e1bios \u00e9 prudente.<\/li>\n<li>A l\u00edngua do justo \u00e9 prata escolhida; o cora\u00e7\u00e3o dos \u00edmpios \u00e9 de pouco valor.<\/li>\n<li>Os l\u00e1bios do justo apascentam a muitos; mas os insensatos, por falta de entendimento, morrem.<\/li>\n<li>A b\u00ean\u00e7\u00e3o do Senhor \u00e9 que enriquece; e ele n\u00e3o a faz seguir de dor alguma.<\/li>\n<li>E um divertimento para o insensato o praticar a iniq\u00fcidade; mas a conduta s\u00e1bia \u00e9 o prazer do homem entendido.<\/li>\n<li>O que o \u00edmpio teme, isso vir\u00e1 sobre ele; mas aos justos se lhes conceder\u00e1 o seu desejo.<\/li>\n<li>Como passa a tempestade, assim desaparece o impio; mas o justo tem fundamentos eternos.<\/li>\n<li>Como vinagre para os dentes, como fuma\u00e7a para os olhos, assim \u00e9 o pregui\u00e7oso para aqueles que o mandam.<\/li>\n<li>O temor do Senhor aumenta os dias; mas os anos os impios ser\u00e3o abreviados.<\/li>\n<li>A esperan\u00e7a dos justos \u00e9 alegria; mas a expecta\u00e7\u00e3o dos \u00edmpios perecer\u00e1.<\/li>\n<li>O caminho do Senhor \u00e9 fortaleza para os retos; mas \u00e9 destrui\u00e7\u00e3o para os que praticam a iniq\u00fcidade.<\/li>\n<li>O justo nunca ser\u00e1 abalado; mas os \u00edmpios n\u00e3o habitar\u00e3o a terra.<\/li>\n<li>A boca do justo produz sabedoria; por\u00e9m a l\u00edngua perversa ser\u00e1 desarraigada.<\/li>\n<li>Os l\u00e1bios do justo sabem o que agrada; por\u00e9m a boca dos \u00edmpios fala perversidades.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"11\"><\/a>Prov\u00e9rbios 11<\/h3>\n<ol>\n<li>A balan\u00e7a enganosa \u00e9 abomina\u00e7\u00e3o para o Senhor; mas o peso justo \u00e9 o seu prazer.<\/li>\n<li>Quando vem a soberba, ent\u00e3o vem a desonra; mas com os humildes est\u00e1 a sabedoria.<\/li>\n<li>A integridade dos retos os guia; por\u00e9m a perversidade dos desleais os destr\u00f3i.<\/li>\n<li>De nada aproveitam as riquezas no dia da ira; por\u00e9m a justi\u00e7a livra da morte.<\/li>\n<li>A justi\u00e7a dos perfeitos endireita o seu caminho; mas o \u00edmpio cai pela sua impiedade.<\/li>\n<li>A justi\u00e7a dos retos os livra; mas os trai\u00e7oeiros s\u00e3o apanhados nas, suas pr\u00f3prias cobi\u00e7as.<\/li>\n<li>Morrendo o \u00edmpio, perece a sua esperan\u00e7a; e a expectativa da iniq\u00fcidade.<\/li>\n<li>O justo \u00e9 libertado da ang\u00fastia; e o \u00edmpio fica em seu lugar.<\/li>\n<li>O hip\u00f3crita com a boca arru\u00edna o seu proximo; mas os justos s\u00e3o libertados pelo conhecimento.<\/li>\n<li>Quando os justos prosperam, exulta a cidade; e quando perecem os \u00edmpios, h\u00e1 j\u00fabilo.<\/li>\n<li>Pela b\u00ean\u00e7\u00e3o dos retos se exalta a cidade; mas pela boca dos \u00edmpios \u00e9 derrubada.<\/li>\n<li>Quem despreza o seu pr\u00f3ximo \u00e9 falto de senso; mas o homem de entendimento se cala.<\/li>\n<li>O que anda mexericando revela segredos; mas o fiel de esp\u00edrito encobre o neg\u00f3cio.<\/li>\n<li>Quando n\u00e3o h\u00e1 s\u00e1bia dire\u00e7\u00e3o, o povo cai; mas na multid\u00e3o de conselheiros h\u00e1 seguran\u00e7a.<\/li>\n<li>Decerto sofrer\u00e1 preju\u00edzo aquele que fica por fiador do estranho; mas o que aborrece a fian\u00e7a estar\u00e1 seguro.<\/li>\n<li>A mulher apraz\u00edvel obt\u00e9m honra, e os homens violentos obt\u00eam riquezas.<\/li>\n<li>O homem bondoso faz bem \u00e0 sua, pr\u00f3pria alma; mas o cruel faz mal a si mesmo.<\/li>\n<li>O \u00edmpio recebe um sal\u00e1rio ilus\u00f3rio; mas o que semeia justi\u00e7a recebe galard\u00e3o seguro.<\/li>\n<li>Quem \u00e9 fiel na retid\u00e3o encaminha, para a vida, e aquele que segue o mal encontra a morte.<\/li>\n<li>Abomina\u00e7\u00e3o para o Senhor s\u00e3o os perversos de cora\u00e7\u00e3o; mas os que s\u00e3o perfeitos em seu caminho s\u00e3o o seu deleite.<\/li>\n<li>Decerto o homem mau n\u00e3o ficar\u00e1 sem castigo; por\u00e9m a descend\u00eancia dos justos ser\u00e1 livre.<\/li>\n<li>Como j\u00f3ia de ouro em focinho de porca, assim \u00e9 a mulher formosa que se aparta da discri\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O desejo dos justos \u00e9 somente o bem; por\u00e9m a expectativa dos \u00edmpios \u00e9 a ira.<\/li>\n<li>Um d\u00e1 liberalmente, e se torna mais rico; outro ret\u00e9m mais do que \u00e9 justo, e se empobrece.<\/li>\n<li>A alma generosa prosperar\u00e1, e o que regar tamb\u00e9m ser\u00e1 regado.<\/li>\n<li>Ao que ret\u00e9m o trigo o povo o amaldi\u00e7oa; mas b\u00ean\u00e7\u00e3o haver\u00e1 sobre a cabe\u00e7a do que o vende.<\/li>\n<li>O que busca diligentemente o bem, busca favor; mas ao que procura o mal, este lhe sobrevir\u00e1.<\/li>\n<li>Aquele que confia nas suas riquezas, cair\u00e1; mas os justos reverdecer\u00e3o como a folhagem.<\/li>\n<li>O que perturba a sua casa herdar\u00e1 o vento; e o insensato ser\u00e1 servo do entendido de cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O fruto do justo \u00e9 \u00e1rvore de vida; e o que ganha almas s\u00e1bio \u00e9.<\/li>\n<li>Eis que o justo \u00e9 castigado na terra; quanto mais o \u00edmpio e o pecador!<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"12\"><\/a>Prov\u00e9rbios 12<\/h3>\n<ol>\n<li>O que ama a corre\u00e7\u00e3o ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreens\u00e3o \u00e9 insensato.<\/li>\n<li>O homem de bem alcan\u00e7ar\u00e1 o favor do Senhor; mas ao homem de perversos des\u00edgnios ele condenar\u00e1.<\/li>\n<li>O homem n\u00e3o se estabelece pela impiedade; a raiz dos justos, por\u00e9m, nunca ser\u00e1, removida.<\/li>\n<li>A mulher virtuosa \u00e9 a coroa do seu marido; por\u00e9m a que procede vergonhosamente \u00e9 como apodrecimento nos seus ossos.<\/li>\n<li>Os pensamentos do justo s\u00e3o retos; mas os conselhos do \u00edmpio s\u00e3o falsos.<\/li>\n<li>As palavras dos \u00edmpios s\u00e3o emboscadas para derramarem sangue; a boca dos retos, por\u00e9m, os livrar\u00e1.<\/li>\n<li>Transtornados ser\u00e3o os \u00edmpios, e n\u00e3o ser\u00e3o mais; por\u00e9m a casa dos justos permanecer\u00e1.<\/li>\n<li>Segundo o seu entendimento \u00e9 louvado o homem; mas o perverso decora\u00e7\u00e3o \u00e9 desprezado.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o que \u00e9 estimado em pouco e tem servo, do que quem se honra a si mesmo e tem falta de p\u00e3o.<\/li>\n<li>O justo olha pela vida dos seus animais; por\u00e9m as entranhas dos \u00edmpios s\u00e3o crueis.<\/li>\n<li>O que lavra a sua terra se fartar\u00e1 de p\u00e3o; mas o que segue os ociosos \u00e9 falto de entendimento.<\/li>\n<li>Deseja o \u00edmpio o despojo dos maus; por\u00e9m a raiz dos justos produz o seu pr\u00f3prio fruto.<\/li>\n<li>Pela transgress\u00e3o dos l\u00e1bios se enla\u00e7a o mau; mas o justo escapa da ang\u00fastia.<\/li>\n<li>Do fruto das suas palavras o homem se farta de bem; e das obras das suas m\u00e3os se lhe retribui.<\/li>\n<li>O caminho do insensato \u00e9 reto aos seus olhos; mas o que d\u00e1 ouvidos ao conselho \u00e9 s\u00e1bio.<\/li>\n<li>A ira do insensato logo se revela; mas o prudente encobre a afronta.<\/li>\n<li>Quem fala a verdade manifesta a justi\u00e7a; por\u00e9m a testemunha falsa produz a fraude.<\/li>\n<li>H\u00e1 palrador cujas palavras ferem como espada; por\u00e9m a l\u00edngua dos s\u00e1bios traz sa\u00fade.<\/li>\n<li>O l\u00e1bio veraz permanece para sempre; mas a l\u00edngua mentirosa dura s\u00f3 um momento.<\/li>\n<li>Engano h\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o dos que maquinam o mal; mas h\u00e1 gozo para os que aconselham a paz.<\/li>\n<li>Nenhuma desgra\u00e7a sobrev\u00e9m ao justo; mas os \u00edmpios ficam cheios de males.<\/li>\n<li>Os l\u00e1bios mentirosos s\u00e3o abomin\u00e1veis ao Senhor; mas os que praticam a verdade s\u00e3o o seu deleite.<\/li>\n<li>O homem prudente encobre o conhecimento; mas o cora\u00e7\u00e3o dos tolos proclama a estult\u00edcia.<\/li>\n<li>A m\u00e3o dos diligentes dominar\u00e1; mas o indolente ser\u00e1 tribut\u00e1rio servil.<\/li>\n<li>A ansiedade no cora\u00e7\u00e3o do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra.<\/li>\n<li>O justo \u00e9 um guia para o seu pr\u00f3ximo; mas o caminho dos \u00edmpios os faz errar.<\/li>\n<li>O pregui\u00e7oso n\u00e3o apanha a sua ca\u00e7a; mas o bem precioso do homem \u00e9 para o diligente.<\/li>\n<li>Na vereda da justi\u00e7a est\u00e1 a vida; e no seu caminho n\u00e3o h\u00e1 morte.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"13\"><\/a>Prov\u00e9rbios 13<\/h3>\n<ol>\n<li>O filho s\u00e1bio ouve a instru\u00e7\u00e3o do pai; mas o escarnecedor n\u00e3o escuta a repreens\u00e3o.<\/li>\n<li>Do fruto da boca o homem come o bem; mas o apetite dos prevaricadores alimenta-se da viol\u00eancia.<\/li>\n<li>O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus l\u00e1bios traz sobre si a ru\u00edna.<\/li>\n<li>O pregui\u00e7oso deseja, e coisa nenhuma alcan\u00e7a; mas o desejo do diligente ser\u00e1 satisfeito.<\/li>\n<li>O justo odeia a palavra mentirosa, mas o \u00edmpio se faz odioso e se cobre de vergonha.<\/li>\n<li>A justi\u00e7a guarda ao que \u00e9 reto no seu caminho; mas a perversidade transtorna o pecador.<\/li>\n<li>H\u00e1 quem se fa\u00e7a rico, n\u00e3o tendo coisa alguma; e quem se fa\u00e7a pobre, tendo grande riqueza.<\/li>\n<li>O resgate da vida do homem s\u00e3o as suas riquezas; mas o pobre n\u00e3o tem meio de se resgatar.<\/li>\n<li>A luz dos justos alegra; porem a l\u00e2mpada dos impios se apagar\u00e1.<\/li>\n<li>Da soberba s\u00f3 prov\u00e9m a contenda; mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.<\/li>\n<li>A riqueza adquirida \u00e0s pressas diminuira; mas quem a ajunta pouco a pouco ter\u00e1 aumento.<\/li>\n<li>A esperan\u00e7a adiada entristece o cora\u00e7\u00e3o; mas o desejo cumprido \u00e9 \u00e1rvore devida.<\/li>\n<li>O que despreza a palavra traz sobre si a destrui\u00e7\u00e3o; mas o que teme o mandamento ser\u00e1 galardoado.<\/li>\n<li>O ensino do s\u00e1bio \u00e9 uma fonte devida para desviar dos la\u00e7os da morte.<\/li>\n<li>O bom senso alcan\u00e7a favor; mas o caminho dos prevaricadores \u00e9 aspero:<\/li>\n<li>Em tudo o homem prudente procede com conhecimento; mas o tolo espraia a sua insensatez.<\/li>\n<li>O mensageiro perverso faz cair no mal; mas o embaixador fiel traz sa\u00fade.<\/li>\n<li>Pobreza e afronta vir\u00e3o ao que rejeita a corre\u00e7\u00e3o; mas o que guarda a repreens\u00e3o ser\u00e1 honrado.<\/li>\n<li>O desejo que se cumpre deleita a alma; mas apartar-se do ma e abomina\u00e7\u00e3o para os tolos.<\/li>\n<li>Quem anda com os s\u00e1bios ser\u00e1 s\u00e1bio; mas o companheiro dos tolos sofre afli\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O mal persegue os pecadores; mas os justos s\u00e3o galardoados com o bem.<\/li>\n<li>O homem de bem deixa uma heran\u00e7a aos filhos de seus filhos; a riqueza do pecador, por\u00e9m, \u00e9 reservada para o justo.<\/li>\n<li>Abund\u00e2ncia de mantimento h\u00e1, na lavoura do pobre; mas se perde por falta de ju\u00edzo.<\/li>\n<li>Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.<\/li>\n<li>O justo come e fica satisfeito; mas o apetite dos \u00edmpios nunca se satisfaz.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"14\"><\/a>Prov\u00e9rbios 14<\/h3>\n<ol>\n<li>Toda mulher s\u00e1bia edifica a sua casa; a insensata, por\u00e9m, derruba-a com as suas m\u00e3os.<\/li>\n<li>Quem anda na sua retid\u00e3o teme ao Senhor; mas aquele que \u00e9 perverso nos seus caminhos despreza-o.<\/li>\n<li>Na boca do tolo est\u00e1 a vara da soberba, mas os l\u00e1bios do s\u00e1bio preserv\u00e1-lo-\u00e3o.<\/li>\n<li>Onde n\u00e3o h\u00e1 bois, a manjedoura est\u00e1 vazia; mas pela for\u00e7a do boi h\u00e1 abund\u00e2ncia de colheitas.<\/li>\n<li>A testemunha verdadeira n\u00e3o mentir\u00e1; a testemunha falsa, por\u00e9m, se desboca em mentiras.<\/li>\n<li>O escarnecedor busca sabedoria, e n\u00e3o a encontra; mas para o prudente o conhecimento \u00e9 f\u00e1cil.<\/li>\n<li>Vai-te da presen\u00e7a do homem insensato, pois nele n\u00e3o achar\u00e1s palavras de ci\u00eancia.<\/li>\n<li>A sabedoria do prudente \u00e9 entender o seu caminho; por\u00e9m a estult\u00edcia dos tolos \u00e9 enganar.<\/li>\n<li>A culpa zomba dos insensatos; mas os retos t\u00eam o favor de Deus.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o conhece a sua pr\u00f3pria amargura; e o estranho n\u00e3o participa da sua alegria.<\/li>\n<li>A casa dos \u00edmpios se desfar\u00e1; por\u00e9m a tenda dos retos florescer\u00e1.<\/li>\n<li>H\u00e1 um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz \u00e0 morte.<\/li>\n<li>At\u00e9 no riso ter\u00e1 dor o cora\u00e7\u00e3o; e o fim da alegria \u00e9 tristeza.<\/li>\n<li>Dos seus pr\u00f3prios caminhos se fartar\u00e1 o infiel de cora\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m o homem bom se contentar\u00e1 dos seus.<\/li>\n<li>O simples d\u00e1 cr\u00e9dito a tudo; mas o prudente atenta para os seus passos.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio teme e desvia-se do mal, mas o tolo \u00e9 arrogante e d\u00e1-se por seguro.<\/li>\n<li>Quem facilmente se ira far\u00e1 doidices; mas o homem discreto \u00e9 paciente;<\/li>\n<li>Os simples herdam a estult\u00edcia; mas os prudentes se coroam de conhecimento.<\/li>\n<li>Os maus inclinam-se perante os bons; e os \u00edmpios diante das portas dos justos.<\/li>\n<li>O pobre \u00e9 odiado at\u00e9 pelo seu vizinho; mas os amigos dos ricos s\u00e3o muitos.<\/li>\n<li>O que despreza ao seu vizinho peca; mas feliz \u00e9 aquele que se compadece dos pobres.<\/li>\n<li>Porventura n\u00e3o erram os que maquinam o mal? mas h\u00e1 benefic\u00eancia e fidelidade para os que planejam o bem.<\/li>\n<li>Em todo trabalho h\u00e1 proveito; meras palavras, por\u00e9m, s\u00f3 encaminham para a pen\u00faria.<\/li>\n<li>A coroa dos s\u00e1bios \u00e9 a sua riqueza; por\u00e9m a estult\u00edcia dos tolos n\u00e3o passa de estult\u00edcia.<\/li>\n<li>A testemunha verdadeira livra as almas; mas o que fala mentiras \u00e9 traidor.<\/li>\n<li>No temor do Senhor h\u00e1 firme confian\u00e7a; e os seus filhos ter\u00e3o um lugar de ref\u00fagio.<\/li>\n<li>O temor do Senhor \u00e9 uma fonte de vida, para o homem se desviar dos la\u00e7os da morte.<\/li>\n<li>Na multid\u00e3o do povo est\u00e1 a gl\u00f3ria do rei; mas na falta de povo est\u00e1 a ru\u00edna do pr\u00edncipe.<\/li>\n<li>Quem \u00e9 tardio em irar-se \u00e9 grande em entendimento; mas o que \u00e9 de \u00e2nimo precipitado exalta a loucura.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o tranq\u00fcilo \u00e9 a vida da carne; a inveja, por\u00e9m, \u00e9 a podrid\u00e3o dos ossos.<\/li>\n<li>O que oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas honra-o aquele que se compadece do necessitado.<\/li>\n<li>O \u00edmpio \u00e9 derrubado pela sua mal\u00edcia; mas o justo at\u00e9 na sua morte acha ref\u00fagio.<\/li>\n<li>No cora\u00e7\u00e3o do prudente repousa a sabedoria; mas no cora\u00e7\u00e3o dos tolos n\u00e3o \u00e9 conhecida.<\/li>\n<li>A justi\u00e7a exalta as na\u00e7\u00f5es; mas o pecado \u00e9 o opr\u00f3brio dos povos.<\/li>\n<li>O favor do rei \u00e9 concedido ao servo que procede sabiamente; mas sobre o que procede indignamente cair\u00e1 o seu furor.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"15\"><\/a>Prov\u00e9rbios 15<\/h3>\n<ol>\n<li>A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.<\/li>\n<li>A l\u00edngua dos s\u00e1bios destila o conhecimento; por\u00e9m a boca dos tolos derrama a estult\u00edcia.<\/li>\n<li>Os olhos do Senhor est\u00e3o em todo lugar, vigiando os maus e os bons.<\/li>\n<li>Uma l\u00edngua suave \u00e9 \u00e1rvore de vida; mas a l\u00edngua perversa quebranta o esp\u00edrito.<\/li>\n<li>O insensato despreza a corre\u00e7\u00e3o e seu pai; mas o que atende \u00e0 admoesta\u00e7\u00e3o prudentemente se haver\u00e1.<\/li>\n<li>Na casa do justo h\u00e1 um grande tesouro; mas nos lucros do \u00edmpio h\u00e1 perturba\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Os l\u00e1bios dos s\u00e1bios difundem conhecimento; mas n\u00e3o o faz o cora\u00e7\u00e3o dos tolos.<\/li>\n<li>O sacrif\u00edcio dos \u00edmpios \u00e9 abomin\u00e1vel ao Senhor; mas a ora\u00e7\u00e3o dos retos lhe \u00e9 agrad\u00e1vel.<\/li>\n<li>O caminho do \u00edmpio \u00e9 abomin\u00e1vel ao Senhor; mas ele ama ao que segue a justi\u00e7a.<\/li>\n<li>H\u00e1 disciplina severa para o que abandona a vereda; e o que aborrece a repreens\u00e3o morrer\u00e1.<\/li>\n<li>O Seol e o Abadom est\u00e3o abertos perante o Senhor; quanto mais o cora\u00e7\u00e3o dos filhos dos homens!<\/li>\n<li>O escarnecedor n\u00e3o gosta daquele que o repreende; n\u00e3o ir\u00e1 ter com os s\u00e1bios.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do cora\u00e7\u00e3o o esp\u00edrito se abate.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o do inteligente busca o conhecimento; mas a boca dos tolos se apascenta de estult\u00edcia.<\/li>\n<li>Todos os dias do aflito s\u00e3o maus; mas o cora\u00e7\u00e3o contente tem um banquete cont\u00ednuo.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro, e com ele a inquieta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 um prato de hortali\u00e7a, onde h\u00e1 amor, do que o boi gordo, e com ele o \u00f3dio.<\/li>\n<li>O homem iracundo suscita contendas; mas o long\u00e2nimo apazigua a luta.<\/li>\n<li>O caminho do pregui\u00e7oso \u00e9 como a sebe de espinhos; por\u00e9m a vereda dos justos \u00e9 uma estrada real.<\/li>\n<li>O filho s\u00e1bio alegra a seu pai; mas o homem insensato despreza a sua m\u00e3e.<\/li>\n<li>A estult\u00edcia \u00e9 alegria para o insensato; mas o homem de entendimento anda retamente.<\/li>\n<li>Onde n\u00e3o h\u00e1 conselho, frustram-se os projetos; mas com a multid\u00e3o de conselheiros se estabelecem.<\/li>\n<li>O homem alegra-se em dar uma resposta adequada; e a palavra a seu tempo qu\u00e3o boa \u00e9!<\/li>\n<li>Para o s\u00e1bio o caminho da vida \u00e9 para cima, a fim de que ele se desvie do Seol que \u00e9 em baixo.<\/li>\n<li>O Senhor desarraiga a casa dos soberbos, mas estabelece a heran\u00e7a da vi\u00fava.<\/li>\n<li>Os des\u00edgnios dos maus s\u00e3o abomina\u00e7\u00e3o para o Senhor; mas as palavras dos limpos lhe s\u00e3o apraz\u00edveis.<\/li>\n<li>O que se d\u00e1 \u00e0 cobi\u00e7a perturba a sua pr\u00f3pria casa; mas o que aborrece a peita viver\u00e1.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o do justo medita no que h\u00e1 de responder; mas a boca dos \u00edmpios derrama coisas m\u00e1s.<\/li>\n<li>Longe est\u00e1 o Senhor dos \u00edmpios, mas ouve a ora\u00e7\u00e3o dos justos.<\/li>\n<li>A luz dos olhos alegra o cora\u00e7\u00e3o, e boas-novas engordam os ossos.<\/li>\n<li>O ouvido que escuta a advert\u00eancia da vida ter\u00e1 a sua morada entre os s\u00e1bios.<\/li>\n<li>Quem rejeita a corre\u00e7\u00e3o menospreza a sua alma; mas aquele que escuta a advert\u00eancia adquire entendimento.<\/li>\n<li>O temor do Senhor \u00e9 a instru\u00e7\u00e3o da sabedoria; e adiante da honra vai a humildade.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"16\"><\/a>Prov\u00e9rbios 16<\/h3>\n<ol>\n<li>Ao homem pertencem os planos do cora\u00e7\u00e3o; mas a resposta da l\u00edngua \u00e9 do Senhor.<\/li>\n<li>Todos os caminhos do homem s\u00e3o limpos aos seus olhos; mas o Senhor pesa os esp\u00edritos.<\/li>\n<li>Entrega ao Senhor as tuas obras, e teus des\u00edgnios ser\u00e3o estabelecidos.<\/li>\n<li>O Senhor fez tudo para um fim; sim, at\u00e9 o \u00edmpio para o dia do mal.<\/li>\n<li>Todo homem arrogante \u00e9 abomina\u00e7\u00e3o ao Senhor; certamente n\u00e3o ficar\u00e1 impune.<\/li>\n<li>Pela miseric\u00f3rdia e pela verdade expia-se a iniq\u00fcidade; e pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal.<\/li>\n<li>Quando os caminhos do homem agradam ao Senhor, faz que at\u00e9 os seus inimigos tenham paz com ele.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o pouco com justi\u00e7a, do que grandes rendas com injusti\u00e7a.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o do homem prop\u00f5e o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos.<\/li>\n<li>Nos l\u00e1bios do rei acham-se or\u00e1culos; em ju\u00edzo a sua boca n\u00e3o prevarica.<\/li>\n<li>O peso e a balan\u00e7a justos s\u00e3o do Senhor; obra sua s\u00e3o todos os pesos da bolsa.<\/li>\n<li>Abomina\u00e7\u00e3o \u00e9 para os reis o praticarem a impiedade; porque com justi\u00e7a se estabelece o trono.<\/li>\n<li>L\u00e1bios justos s\u00e3o o prazer dos reis; e eles amam aquele que fala coisas retas.<\/li>\n<li>O furor do rei \u00e9 mensageiro da morte; mas o homem s\u00e1bio o aplacar\u00e1.<\/li>\n<li>Na luz do semblante do rei est\u00e1 a vida; e o seu favor \u00e9 como a nuvem de chuva ser\u00f4dia.<\/li>\n<li>Quanto melhor \u00e9 adquirir a sabedoria do que o ouro! e quanto mais excelente \u00e9 escolher o entendimento do que a prata!<\/li>\n<li>A estrada dos retos desvia-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua vida.<\/li>\n<li>A soberba precede a destrui\u00e7\u00e3o, e a altivez do esp\u00edrito precede a queda.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 ser humilde de esp\u00edrito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos.<\/li>\n<li>O que atenta prudentemente para a palavra prosperar\u00e1; e feliz \u00e9 aquele que confia no Senhor.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio de cora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 chamado prudente; e a do\u00e7ura dos l\u00e1bios aumenta o saber.<\/li>\n<li>O entendimento, para aquele que o possui, \u00e9 uma fonte de vida, por\u00e9m a estult\u00edcia \u00e9 o castigo dos insensatos.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o do s\u00e1bio instrui a sua boca, e aumenta o saber nos seus l\u00e1bios.<\/li>\n<li>Palavras suaves s\u00e3o como favos de mel, do\u00e7ura para a alma e sa\u00fade para o corpo.<\/li>\n<li>H\u00e1 um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz \u00e0 morte.<\/li>\n<li>O apetite do trabalhador trabalha por ele, porque a sua fome o incita a isso.<\/li>\n<li>O homem vil suscita o mal; e nos seus l\u00e1bios h\u00e1 como que um fogo ardente.<\/li>\n<li>O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos \u00edntimos.<\/li>\n<li>O homem violento alicia o seu vizinho, e guia-o por um caminho que n\u00e3o \u00e9 bom.<\/li>\n<li>Quando fecha os olhos f\u00e1-lo para maquinar perversidades; quando morde os l\u00e1bios, efetua o mal.<\/li>\n<li>Coroa de honra s\u00e3o as c\u00e3s, a qual se obt\u00e9m no caminho da justi\u00e7a.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o long\u00e2nimo do que o valente; e o que domina o seu esp\u00edrito do que o que toma uma cidade.<\/li>\n<li>A sorte se lan\u00e7a no rega\u00e7o; mas do Senhor procede toda a disposi\u00e7\u00e3o dela.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"17\"><\/a>Prov\u00e9rbios 17<\/h3>\n<ol>\n<li>Melhor \u00e9 um bocado seco, e com ele a tranq\u00fcilidade, do que a casa cheia de festins, com rixas.<\/li>\n<li>O servo prudente dominar\u00e1 sobre o filho que procede indignamente; e entre os irm\u00e3os receber\u00e1 da heran\u00e7a.<\/li>\n<li>O crisol \u00e9 para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor \u00e9 que prova os cora\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>O malfazejo atenta para o l\u00e1bio in\u00edquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a l\u00edngua maligna.<\/li>\n<li>O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador; o que se alegra da calamidade n\u00e3o ficar\u00e1 impune.<\/li>\n<li>Coroa dos velhos s\u00e3o os filhos dos filhos; e a gl\u00f3ria dos filhos s\u00e3o seus pais.<\/li>\n<li>N\u00e3o conv\u00e9m ao tolo a fala excelente; quanto menos ao pr\u00edncipe o l\u00e1bio mentiroso!<\/li>\n<li>Pedra preciosa \u00e9 a peita aos olhos de quem a oferece; para onde quer que ele se volte, serve-lhe de proveito.<\/li>\n<li>O que perdoa a transgress\u00e3o busca a amizade; mas o que renova a quest\u00e3o, afastam amigos \u00edntimos.<\/li>\n<li>Mais profundamente entra a repreens\u00e3o no prudente, do que cem a\u00e7oites no insensato.<\/li>\n<li>O rebelde n\u00e3o busca sen\u00e3o o mal; portanto um mensageiro cruel ser\u00e1 enviado contra ele.<\/li>\n<li>Encontre-se o homem com a ursa roubada dos filhotes, mas n\u00e3o com o insensato na sua estult\u00edcia.<\/li>\n<li>Quanto \u00e0quele que torna mal por bem, n\u00e3o se apartar\u00e1 o mal da sua casa.<\/li>\n<li>O princ\u00edpio da contenda \u00e9 como o soltar de \u00e1guas represadas; deixa por isso a porfia, antes que haja rixas.<\/li>\n<li>O que justifica o \u00edmpio, e o que condena o justo, s\u00e3o abomin\u00e1veis ao Senhor, tanto um como o outro.<\/li>\n<li>De que serve o pre\u00e7o na m\u00e3o do tolo para comprar a sabedoria, visto que ele n\u00e3o tem entendimento?<\/li>\n<li>O amigo ama em todo o tempo; e para a ang\u00fastia nasce o irm\u00e3o.<\/li>\n<li>O homem falto de entendimento compromete-se, tornando-se fiador na presen\u00e7a do seu vizinho.<\/li>\n<li>O que ama a contenda ama a transgressao; o que faz alta a sua porta busca a ru\u00edna.<\/li>\n<li>O perverso de cora\u00e7\u00e3o nunca achar\u00e1 o bem; e o que tem a l\u00edngua dobre vir\u00e1 a cair no mal.<\/li>\n<li>O que gera um tolo, para sua tristeza o faz; e o pai do insensato n\u00e3o se alegrar\u00e1.<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o alegre serve de bom rem\u00e9dio; mas o esp\u00edrito abatido seca os ossos.<\/li>\n<li>O \u00edmpio recebe do rega\u00e7o a peita, para perverter as veredas da justi\u00e7a.<\/li>\n<li>O alvo do inteligente \u00e9 a sabedoria; mas os olhos do insensato est\u00e3o nas extremidades da terra.<\/li>\n<li>O filho insensato \u00e9 tristeza para seu, pai, e amargura para quem o deu \u00e0 luz.<\/li>\n<li>N\u00e3o \u00e9 bom punir ao justo, nem ferir aos nobres por causa da sua retid\u00e3o.<\/li>\n<li>Refreia as suas palavras aquele que possui o conhecimento; e o homem de entendimento \u00e9 de esp\u00edrito sereno.<\/li>\n<li>At\u00e9 o tolo, estando calado, \u00e9 tido por s\u00e1bio; e o que cerra os seus l\u00e1bios, por entendido.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"18\"><\/a>Prov\u00e9rbios 18<\/h3>\n<ol>\n<li>Aquele que vive isolado busca seu pr\u00f3prio desejo; insurge-se contra a verdadeira sabedoria.<\/li>\n<li>O tolo n\u00e3o toma prazer no entendimento, mas t\u00e3o somente em revelar a sua opini\u00e3o.<\/li>\n<li>Quando vem o \u00edmpio, vem tamb\u00e9m o desprezo; e com a desonra vem o opr\u00f3brio.<\/li>\n<li>Aguas profundas s\u00e3o as palavras da boca do homem; e a fonte da sabedoria \u00e9 um ribeiro que corre.<\/li>\n<li>N\u00e3o \u00e9 bom ter respeito \u00e0 pessoa do impio, nem privar o justo do seu direito.<\/li>\n<li>Os l\u00e1bios do tolo entram em contendas, e a sua boca clama por a\u00e7oites.<\/li>\n<li>A boca do tolo \u00e9 a sua pr\u00f3pria destrui\u00e7\u00e3o, e os seus l\u00e1bios um la\u00e7o para a sua alma.<\/li>\n<li>As palavras do difamador s\u00e3o como bocados doces, que penetram at\u00e9 o \u00edntimo das entranhas.<\/li>\n<li>Aquele que \u00e9 remisso na sua obra \u00e9 irm\u00e3o do que \u00e9 destruidor.<\/li>\n<li>Torre forte \u00e9 o nome do Senhor; para ela corre o justo, e est\u00e1 seguro.<\/li>\n<li>Os bens do rico s\u00e3o a sua cidade forte, e como um muro alto na sua imagina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Antes da ru\u00edna eleva-se o cora\u00e7\u00e3o do homem; e adiante da honra vai a humildade.<\/li>\n<li>Responder antes de ouvir, \u00e9 estult\u00edcia e vergonha.<\/li>\n<li>O esp\u00edrito do homem o sustentar\u00e1 na sua enfermidade; mas ao esp\u00edrito abatido quem o levantar\u00e1?<\/li>\n<li>O cora\u00e7\u00e3o do entendido adquire conhecimento; e o ouvido dos s\u00e1bios busca conhecimento;<\/li>\n<li>O presente do homem alarga-lhe o caminho, e leva-o \u00e0 presen\u00e7a dos grandes.<\/li>\n<li>O que primeiro come\u00e7a o seu pleito parece justo; at\u00e9 que vem o outro e o examina.<\/li>\n<li>A sorte faz cessar os pleitos, e decide entre os poderosos.<\/li>\n<li>um irm\u00e3o ajudado pelo irm\u00e3o \u00e9 como uma cidade fortificada; \u00e9 forte como os ferrolhos dum castelo.<\/li>\n<li>O homem se fartar\u00e1 do fruto da sua boca; dos renovos dos seus l\u00e1bios se fartar\u00e1.<\/li>\n<li>A morte e a vida est\u00e3o no poder da l\u00edngua; e aquele que a ama comer\u00e1 do seu fruto.<\/li>\n<li>Quem encontra uma esposa acha uma coisa boa; e alcan\u00e7a o favor do Senhor.<\/li>\n<li>O pobre fala com rogos; mas o rico responde com durezas.<\/li>\n<li>O homem que tem muitos amigos, tem-nos para a sua ru\u00edna; mas h\u00e1 um amigo que \u00e9 mais chegado do que um irm\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"19\"><\/a>Prov\u00e9rbios 19<\/h3>\n<ol>\n<li>Melhor \u00e9 o pobre que anda na sua integridade, do que aquele que \u00e9 perverso de l\u00e1bios e tolo.<\/li>\n<li>N\u00e3o \u00e9 bom agir sem refletir; e o que se apressa com seus p\u00e9s erra o caminho.<\/li>\n<li>A estult\u00edcia do homem perverte o seu caminho, e o seu cora\u00e7\u00e3o se irrita contra o Senhor.<\/li>\n<li>As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu pr\u00f3prio amigo se separa.<\/li>\n<li>A testemunha falsa n\u00e3o ficar\u00e1 impune; e o que profere mentiras n\u00e3o escapar\u00e1.<\/li>\n<li>Muitos procurar\u00e3o o favor do liberal; e cada um \u00e9 amigo daquele que d\u00e1 presentes.<\/li>\n<li>Todos os irm\u00e3os do pobre o aborrecem; quanto mais se afastam dele os seus amigos! persegue-os com s\u00faplicas, mas eles j\u00e1 se foram.<\/li>\n<li>O que adquire a sabedoria \u00e9 amigo de si mesmo; o que guarda o entendimento prosperar\u00e1.<\/li>\n<li>A testemunha falsa n\u00e3o ficar\u00e1 impune, e o que profere mentiras perecer\u00e1.<\/li>\n<li>Ao tolo n\u00e3o conv\u00e9m o luxo; quanto menos ao servo dominar os pr\u00edncipes!<\/li>\n<li>A discri\u00e7\u00e3o do homem f\u00e1-lo tardio em irar-se; e sua gl\u00f3ria est\u00e1 em esquecer ofensas.<\/li>\n<li>A ira do rei \u00e9 como o bramido o le\u00e3o; mas o seu favor \u00e9 como o orvalho sobre a erva.<\/li>\n<li>O filho insensato \u00e9 a calamidade do pai; e as rixas da mulher s\u00e3o uma goteira cont\u00ednua.<\/li>\n<li>Casa e riquezas s\u00e3o herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor.<\/li>\n<li>A pregui\u00e7a faz cair em profundo sono; e o ocioso padecer\u00e1 fome.<\/li>\n<li>Quem guarda o mandamento guarda a sua alma; mas aquele que n\u00e3o faz caso dos seus caminhos morrer\u00e1.<\/li>\n<li>O que se compadece do pobre empresta ao Senhor, que lhe retribuir\u00e1 o seu benef\u00edcio.<\/li>\n<li>Corrige a teu filho enquanto h\u00e1 esperan\u00e7a; mas n\u00e3o te incites a destru\u00ed-lo.<\/li>\n<li>Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, ter\u00e1s de o fazer de novo.<\/li>\n<li>Ouve o conselho, e recebe a corre\u00e7\u00e3o, para que sejas s\u00e1bio nos teus \u00faltimos dias.<\/li>\n<li>Muitos s\u00e3o os planos no cora\u00e7\u00e3o do homem; mas o des\u00edgnio do Senhor, esse prevalecer\u00e1.<\/li>\n<li>O que faz um homem desej\u00e1vel \u00e9 a sua benignidade; e o pobre \u00e9 melhor do que o mentiroso.<\/li>\n<li>O temor do Senhor encaminha para a vida; aquele que o tem ficar\u00e1 satisfeito, e mal nenhum o visitar\u00e1.<\/li>\n<li>O pregui\u00e7oso esconde a sua m\u00e3o no prato, e nem ao menos quer lev\u00e1-la de novo \u00e0 boca.<\/li>\n<li>Fere ao escarnecedor, e o simples aprender\u00e1 a prud\u00eancia; repreende ao que tem entendimento, e ele crescer\u00e1 na ciencia.<\/li>\n<li>O que aflige a seu pai, e faz fugir a sua m\u00e3e, \u00e9 filho que envergonha e desonra.<\/li>\n<li>Cessa, filho meu, de ouvir a instru\u00e7\u00e3o, e logo te desviar\u00e1s das palavras do conhecimento.<\/li>\n<li>A testemunha vil escarnece da justi\u00e7a; e a boca dos \u00edmpios engole a iniq\u00fcidade.<\/li>\n<li>A condena\u00e7\u00e3o est\u00e1 preparada para os escarnecedores, e os a\u00e7oites para as costas dos tolos.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"20\"><\/a>Prov\u00e9rbios 20<\/h3>\n<ol>\n<li>O vinho \u00e9 escarnecedor, e a bebida forte alvoro\u00e7adora; e todo aquele que neles errar n\u00e3o e s\u00e1bio.<\/li>\n<li>Como o bramido do le\u00e3o \u00e9 o terror do rei; quem o provoca a ira peca contra a sua pr\u00f3pria vida.<\/li>\n<li>Honroso \u00e9 para o homem o desviar-se de quest\u00f5es; mas todo insensato se entremete nelas.<\/li>\n<li>O pregui\u00e7oso n\u00e3o lavra no outono; pelo que mendigar\u00e1 na sega, e nada receber\u00e1.<\/li>\n<li>Como \u00e1guas profundas \u00e9 o prop\u00f3sito no cora\u00e7\u00e3o do homem; mas o homem inteligente o descobrir\u00e1.<\/li>\n<li>Muitos h\u00e1 que proclamam a sua pr\u00f3pria bondade; mas o homem fiel, quem o achar\u00e1?<\/li>\n<li>O justo anda na sua integridade; bem-aventurados ser\u00e3o os seus filhos depois dele.<\/li>\n<li>Assentando-se o rei no trono do ju\u00edzo, com os seus olhos joeira a todo malfeitor.<\/li>\n<li>Quem pode dizer: Purifiquei o meu cora\u00e7\u00e3o, limpo estou de meu pecado?<\/li>\n<li>O peso fraudulento e a medida falsa s\u00e3o abomina\u00e7\u00e3o ao Senhor, tanto uma como outra coisa.<\/li>\n<li>At\u00e9 a crian\u00e7a se d\u00e1 a conhecer pelas suas a\u00e7\u00f5es, se a sua conduta \u00e9 pura e reta.<\/li>\n<li>O ouvido que ouve, e o olho que v\u00ea, o Senhor os fez a ambos.<\/li>\n<li>N\u00e3o ames o sono, para que n\u00e3o empobre\u00e7as; abre os teus olhos, e te fartar\u00e1s de p\u00e3o.<\/li>\n<li>Nada vale, nada vale, diz o comprador; mas, depois de retirar-se, ent\u00e3o se gaba.<\/li>\n<li>H\u00e1 ouro e abund\u00e2ncia de pedras preciosas; mas os l\u00e1bios do conhecimento s\u00e3o j\u00f3ia de grande valor.<\/li>\n<li>Tira a roupa \u00e0quele que fica por fiador do estranho; e toma penhor daquele que se obriga por estrangeiros.<\/li>\n<li>Suave \u00e9 ao homem o p\u00e3o da mentira; mas depois a sua boca se enche de pedrinhas.<\/li>\n<li>Os projetos se confirmam pelos conselhos; assim, pois, com prudencia faze a guerra.<\/li>\n<li>O que anda mexericando revela segredos; pelo que n\u00e3o te metas com quem muito abre os seus l\u00e1bios.<\/li>\n<li>O que amaldi\u00e7oa a seu pai ou a sua m\u00e3e, apagar-se-lhe-\u00e1 a sua l\u00e2mpada nas, mais densas trevas.<\/li>\n<li>A heran\u00e7a que no princ\u00edpio \u00e9 adquirida \u00e0s pressas, n\u00e3o ser\u00e1 aben\u00e7oada no seu fim.<\/li>\n<li>N\u00e3o digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrar\u00e1.<\/li>\n<li>Pesos fraudulentos s\u00e3o abomin\u00e1veis ao Senhor; e balan\u00e7as enganosas n\u00e3o s\u00e3o boas.<\/li>\n<li>Os passos do homem s\u00e3o dirigidos pelo Senhor; como, pois, poder\u00e1 o homem entender o seu caminho?<\/li>\n<li>La\u00e7o \u00e9 para o homem dizer precipitadamente: \u00c9 santo; e, feitos os votos, ent\u00e3o refletir.<\/li>\n<li>O rei s\u00e1bio joeira os \u00edmpios e faz girar sobre eles a roda.<\/li>\n<li>O esp\u00edrito do homem \u00e9 a l\u00e2mpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais \u00edntimo do cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>A benignidade e a verdade guardam o rei; e com a benignidade sust\u00e9m ele o seu trono.<\/li>\n<li>A gl\u00f3ria dos jovens \u00e9 a sua for\u00e7a; e a beleza dos velhos s\u00e3o as c\u00e3s.<\/li>\n<li>Os a\u00e7oites que ferem purificam do mal; e as feridas penetram at\u00e9 o mais \u00edntimo do corpo.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"21\"><\/a>Prov\u00e9rbios 21<\/h3>\n<ol>\n<li>Como corrente de \u00e1guas \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o do rei na m\u00e3o do Senhor; ele o inclina para onde quer.<\/li>\n<li>Todo caminho do homem \u00e9 reto aos seus olhos; mas o Senhor pesa os cora\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>Fazer justi\u00e7a e julgar com retid\u00e3o \u00e9 mais aceit\u00e1vel ao Senhor do que oferecer-lhe sacrif\u00edcio.<\/li>\n<li>Olhar altivo e cora\u00e7\u00e3o orgulhoso, tal l\u00e2mpada dos \u00edmpios \u00e9 pecado.<\/li>\n<li>Os planos do diligente conduzem \u00e0 abund\u00e2ncia; mas todo precipitado apressa-se para a pen\u00faria.<\/li>\n<li>Ajuntar tesouros com l\u00edngua falsa \u00e9 uma vaidade fugitiva; aqueles que os buscam, buscam a morte.<\/li>\n<li>A viol\u00eancia dos \u00edmpios arrebat\u00e1-los-\u00e1, porquanto recusam praticar a justi\u00e7a.<\/li>\n<li>O caminho do homem perverso \u00e9 tortuoso; mas o proceder do puro \u00e9 reto.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 morar num canto do eirado, do que com a mulher rixosa numa casa ampla.<\/li>\n<li>A alma do \u00edmpio deseja o mal; o seu pr\u00f3ximo n\u00e3o agrada aos seus olhos.<\/li>\n<li>Quando o escarnecedor \u00e9 castigado, o simples torna-se s\u00e1bio; e, quando o s\u00e1bio \u00e9 instru\u00eddo, recebe o conhecimento.<\/li>\n<li>O justo observa a casa do \u00edmpio; precipitam-se os \u00edmpios na ru\u00edna.<\/li>\n<li>Quem tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, tamb\u00e9m clamar\u00e1 e n\u00e3o ser\u00e1 ouvido.<\/li>\n<li>O presente que se d\u00e1 em segredo aplaca a ira; e a d\u00e1diva \u00e0s escondidas, a forte indigna\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>A execu\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a \u00e9 motivo de alegria para o justo; mas \u00e9 espanto para os que praticam a iniq\u00fcidade.<\/li>\n<li>O homem que anda desviado do caminho do entendimento repousar\u00e1 na congrega\u00e7\u00e3o dos mortos.<\/li>\n<li>Quem ama os prazeres empobrecer\u00e1; quem ama o vinho e o azeite nunca enriquecera.<\/li>\n<li>Resgate para o justo \u00e9 o \u00edmpio; e em lugar do reto ficar\u00e1 o prevaricador.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda.<\/li>\n<li>H\u00e1 tesouro precioso e azeite na casa do s\u00e1bio; mas o homem insensato os devora.<\/li>\n<li>Aquele que segue a justi\u00e7a e a bondade achar\u00e1 a vida, a justi\u00e7a e a honra.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio escala a cidade dos valentes, e derriba a fortaleza em que ela confia.<\/li>\n<li>O que guarda a sua boca e a sua l\u00edngua, guarda das ang\u00fastias a sua alma.<\/li>\n<li>Quanto ao soberbo e presumido, zombador \u00e9 seu nome; ele procede com insolente orgulho.<\/li>\n<li>O desejo do pregui\u00e7oso o mata; porque as suas m\u00e3os recusam-se a trabalhar.<\/li>\n<li>Todo o dia o \u00edmpio cobi\u00e7a; mas o justo d\u00e1, e n\u00e3o ret\u00e9m.<\/li>\n<li>O sacrif\u00edcio dos \u00edmpios \u00e9 abomina\u00e7ao; quanto mais oferecendo-o com inten\u00e7\u00e3o maligna!<\/li>\n<li>A testemunha mentirosa perecer\u00e1; mas o homem que ouve falar\u00e1 sem ser contestado.<\/li>\n<li>O homem \u00edmpio endurece o seu rosto; mas o reto considera os seus caminhos.<\/li>\n<li>N\u00e3o h\u00e1 sabedoria, nem entendimento, nem conselho contra o Senhor.<\/li>\n<li>O cavalo prepara-se para o dia da batalha; mas do Senhor vem a vit\u00f3ria.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"22\"><\/a>Prov\u00e9rbios 22<\/h3>\n<ol>\n<li>Mais digno de ser escolhido \u00e9 o bom nome do que as muitas riquezas; e o favor \u00e9 melhor do que a prata e o ouro.<\/li>\n<li>O rico e o pobre se encontram; quem os faz a ambos \u00e9 o Senhor.<\/li>\n<li>O prudente v\u00ea o perigo e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.<\/li>\n<li>O galard\u00e3o da humildade e do temor do Senhor \u00e9 riquezas, e honra e vida.<\/li>\n<li>Espinhos e la\u00e7os h\u00e1 no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe deles.<\/li>\n<li>Instrui o menino no caminho em que deve andar, e at\u00e9 quando envelhecer n\u00e3o se desviar\u00e1 dele.<\/li>\n<li>O rico domina sobre os pobres; e o que toma emprestado \u00e9 servo do que empresta.<\/li>\n<li>O que semear a perversidade segar\u00e1 males; e a vara da sua indigna\u00e7\u00e3o falhar\u00e1.<\/li>\n<li>Quem v\u00ea com olhos bondosos ser\u00e1 aben\u00e7oado; porque d\u00e1 do seu p\u00e3o ao pobre.<\/li>\n<li>Lan\u00e7a fora ao escarnecedor, e a contenda se ir\u00e1; cessarao a rixa e a inj\u00faria.<\/li>\n<li>O que ama a pureza do cora\u00e7\u00e3o, e que tem gra\u00e7a nos seus l\u00e1bios, ter\u00e1 por seu amigo o rei.<\/li>\n<li>Os olhos do Senhor preservam o que tem conhecimento; mas ele transtorna as palavras do prevaricador.<\/li>\n<li>Diz o pregui\u00e7oso: um le\u00e3o est\u00e1 l\u00e1 fora; serei morto no meio das ruas.<\/li>\n<li>Cova profunda \u00e9 a boca da ad\u00faltera; aquele contra quem o Senhor est\u00e1 irado cair\u00e1 nela.<\/li>\n<li>A estult\u00edcia est\u00e1 ligada ao cora\u00e7\u00e3o do menino; mas a vara da corre\u00e7\u00e3o a afugentar\u00e1 dele.<\/li>\n<li>O que para aumentar o seu lucro oprime o pobre, e d\u00e1 ao rico, certamente chegar\u00e1 \u00e0: penuria.<\/li>\n<li>Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos s\u00e1bios, e aplica o teu cora\u00e7\u00e3o ao meu conhecimento.<\/li>\n<li>Porque ser\u00e1 coisa suave, se os guardares no teu peito, se estiverem todos eles prontos nos teus l\u00e1bios.<\/li>\n<li>Para que a tua confian\u00e7a esteja no senhor, a ti tos fiz saber hoje, sim, a ti mesmo.<\/li>\n<li>Porventura n\u00e3o te escrevi excelentes coisas acerca dos conselhos e do conhecimento,<\/li>\n<li>para te fazer saber a certeza das palavras de verdade, para que possas responder com palavras de verdade aos que te enviarem?<\/li>\n<li>N\u00e3o roubes ao pobre, porque \u00e9 pobre; nem oprimas ao aflito na porta;<\/li>\n<li>porque o Senhor defender\u00e1 a sua causa em ju\u00edzo, e aos que os roubam lhes tirar\u00e1 a vida.<\/li>\n<li>N\u00e3o fa\u00e7as amizade com o iracundo; nem andes com o homem col\u00e9rico;<\/li>\n<li>para que n\u00e3o aprendas as suas veredas, e tomes um la\u00e7o para a tua alma.<\/li>\n<li>N\u00e3o estejas entre os que se comprometem, que ficam por fiadores de d\u00edvidas.<\/li>\n<li>Se n\u00e3o tens com que pagar, por que tirariam a tua cama de debaixo de ti?<\/li>\n<li>N\u00e3o removas os limites antigos que teus pais fixaram.<\/li>\n<li>V\u00eas um homem h\u00e1bil na sua obrar? esse perante reis assistir\u00e1; e n\u00e3o assistir\u00e1 perante homens obscuros.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"23\"><\/a>Prov\u00e9rbios 23<\/h3>\n<ol>\n<li>Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que est\u00e1 diante de ti;<\/li>\n<li>e p\u00f5e uma faca \u00e0 tua garganta, se fores homem de grande apetite.<\/li>\n<li>N\u00e3o cobices os seus manjares gostosos, porque \u00e9 comida enganadora.<\/li>\n<li>N\u00e3o te fatigues para seres rico; d\u00e1 de m\u00e3o \u00e0 tua pr\u00f3pria sabedoria:<\/li>\n<li>Fitando tu os olhos nas riquezas, elas se v\u00e3o; pois fazem para si asas, como a \u00e1guia, voam para o c\u00e9u.<\/li>\n<li>N\u00e3o comas o p\u00e3o do avarento, nem cobices os seus manjares gostosos.<\/li>\n<li>Porque, como ele pensa consigo mesmo, assim \u00e9; ele te diz: Come e bebe; mas o seu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 contigo.<\/li>\n<li>Vomitar\u00e1s o bocado que comeste, e perder\u00e1s as tuas suaves palavras.<\/li>\n<li>N\u00e3o fales aos ouvidos do tolo; porque desprezar\u00e1 a sabedoria das tuas palavras.<\/li>\n<li>N\u00e3o removas os limites antigos; nem entres nos campos dos \u00f3rf\u00e3os,<\/li>\n<li>porque o seu redentor \u00e9 forte; ele lhes pleitear\u00e1 a causa contra ti.<\/li>\n<li>Aplica o teu cora\u00e7\u00e3o \u00e0 instru\u00e7\u00e3o, e os teus ouvidos \u00e0s palavras do conhecimento.<\/li>\n<li>N\u00e3o retires da crian\u00e7a a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrer\u00e1.<\/li>\n<li>Tu a fustigar\u00e1s com a vara e livrar\u00e1s a sua alma do Seol.<\/li>\n<li>Filho meu, se o teu cora\u00e7\u00e3o for s\u00e1bio, alegrar-se-\u00e1 o meu cora\u00e7\u00e3o, sim, \u00f3, meu pr\u00f3prio;<\/li>\n<li>e exultar\u00e1 o meu cora\u00e7\u00e3o, quando os teus l\u00e1bios falarem coisas retas.<\/li>\n<li>N\u00e3o tenhas inveja dos pecadores; antes conserva-te no temor do Senhor todo o dia.<\/li>\n<li>Porque deveras ter\u00e1s uma recompensa; n\u00e3o ser\u00e1 malograda a tua esperan\u00e7a.<\/li>\n<li>Ouve tu, filho meu, e s\u00ea s\u00e1bio; e dirige no caminho o teu cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>N\u00e3o estejas entre os beberr\u00f5es de vinho, nem entre os comil\u00f5es de carne.<\/li>\n<li>Porque o beberr\u00e3o e o comil\u00e3o caem em pobreza; e a sonol\u00eancia cobrir\u00e1 de trapos o homem.<\/li>\n<li>Ouve a teu pai, que te gerou; e n\u00e3o desprezes a tua m\u00e3e, quando ela envelhecer.<\/li>\n<li>Compra a verdade, e n\u00e3o a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina, e o entendimento.<\/li>\n<li>Grandemente se regozijar\u00e1 o pai do justo; e quem gerar um filho s\u00e1bio, nele se alegrar\u00e1.<\/li>\n<li>Alegrem-se teu pai e tua m\u00e3e, e regozije-se aquela que te deu \u00e0 luz.<\/li>\n<li>Filho meu, d\u00e1-me o teu cora\u00e7\u00e3o; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos.<\/li>\n<li>Porque cova profunda \u00e9 a prostituta; e po\u00e7o estreito \u00e9 a aventureira.<\/li>\n<li>Tamb\u00e9m ela, como o salteador, se p\u00f5e a espreitar; e multiplica entre os homens os prevaricadores.<\/li>\n<li>Para quem s\u00e3o os ais? para quem os pesares? para quem as pelejas, para quem as queixas? para quem as feridas sem causa? e para quem os olhos vermelhos?<\/li>\n<li>Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada.<\/li>\n<li>N\u00e3o olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.<\/li>\n<li>No seu fim morder\u00e1 como a cobra, e como o basilisco picar\u00e1.<\/li>\n<li>Os teus olhos ver\u00e3o coisas estranhas, e tu falar\u00e1s perversidades.<\/li>\n<li>o ser\u00e1s como o que se deita no meio do mar, e como o que dorme no topo do mastro.<\/li>\n<li>E dir\u00e0s: Espancaram-me, e n\u00e3o me doeu; bateram-me, e n\u00e3o o senti; quando virei a despertar? ainda tornarei a busc\u00e1-lo outra vez.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"24\"><\/a>Prov\u00e9rbios 24<\/h3>\n<ol>\n<li>N\u00e3o tenhas inveja dos homens malignos; nem desejes estar com eles;<\/li>\n<li>porque o seu cora\u00e7\u00e3o medita a viol\u00eancia; e os seus l\u00e1bios falam maliciosamente.<\/li>\n<li>Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece;<\/li>\n<li>e pelo conhecimento se encher\u00e3o as c\u00e2maras de todas as riquezas preciosas e deleit\u00e1veis.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio \u00e9 mais poderoso do que o forte; e o inteligente do que o que possui a for\u00e7a.<\/li>\n<li>Porque com conselhos prudentes tu podes fazer a guerra; e h\u00e1 vit\u00f3ria na multid\u00e3o dos conselheiros.<\/li>\n<li>A sabedoria \u00e9 alta demais para o insensato; ele n\u00e3o abre a sua boca na porta.<\/li>\n<li>Aquele que cuida em fazer o mal, mestre de maus intentos o chamar\u00e3o.<\/li>\n<li>O des\u00edgnio do insensato \u00e9 pecado; e abomin\u00e1vel aos homens \u00e9 o escarnecedor.<\/li>\n<li>Se enfraqueces no dia da ang\u00fastia, a tua for\u00e7a \u00e9 pequena.<\/li>\n<li>Livra os que est\u00e3o sendo levados \u00e0 morte, det\u00e9m os que v\u00e3o trope\u00e7ando para a matan\u00e7a.<\/li>\n<li>Se disseres: Eis que n\u00e3o o sabemos; porventura aquele que pesa os cora\u00e7\u00f5es n\u00e3o o percebe? e aquele que guarda a tua vida n\u00e3o o sabe? e n\u00e3o retribuir\u00e1 a cada um conforme a sua obra?<\/li>\n<li>Come mel, filho meu, porque \u00e9 bom, e do favo de mel, que \u00e9 doce ao teu paladar.<\/li>\n<li>Sabe que \u00e9 assim a sabedoria para a tua alma: se a achares, haver\u00e1 para ti recompensa, e n\u00e3o ser\u00e1 malograda a tua esperan\u00e7a.<\/li>\n<li>N\u00e3o te ponhas de emboscada, \u00f3 \u00edmpio, contra a habita\u00e7\u00e3o do justo; nem assoles a sua pousada.<\/li>\n<li>Porque sete vezes cai o justo, e se levanta; mas os \u00edmpios s\u00e3o derribados pela calamidade.<\/li>\n<li>Quando cair o teu inimigo, n\u00e3o te alegres, e quando trope\u00e7ar, n\u00e3o se regozije o teu cora\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>para que o Senhor n\u00e3o o veja, e isso seja mau aos seus olhos, e desvie dele, a sua ira.<\/li>\n<li>N\u00e3o te aflijas por causa dos malfeitores; nem tenhas inveja dos \u00edmpios;<\/li>\n<li>porque o maligno n\u00e3o tem futuro; e a l\u00e2mpada dos \u00edmpios se apagar\u00e1.<\/li>\n<li>Filho meu, teme ao Senhor, e ao rei; e n\u00e3o te entremetas com os que gostam de mudan\u00e7as.<\/li>\n<li>Porque de repente se levantar\u00e1 a sua calamidade; e a ru\u00edna deles, quem a conhecer\u00e1?<\/li>\n<li>Tamb\u00e9m estes s\u00e3o prov\u00e9rbios dos s\u00e1bios: Fazer acep\u00e7\u00e3o de pessoas no ju\u00edzo n\u00e3o \u00e9 bom.<\/li>\n<li>Aquele que disser ao \u00edmpio: Justo \u00e9s; os povos o amaldi\u00e7oar\u00e3o, as na\u00e7\u00f5es o detestar\u00e3o;<\/li>\n<li>mas para os que julgam retamente haver\u00e1 del\u00edcias, e sobre eles vir\u00e1 copiosa b\u00ean\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O que responde com palavras retas beija os l\u00e1bios.<\/li>\n<li>Prepara os teus trabalhos de fora, apronta bem o teu campo; e depois edifica a tua casa.<\/li>\n<li>N\u00e3o sejas testemunha sem causa contra o teu pr\u00f3ximo; e n\u00e3o enganes com os teus l\u00e1bios.<\/li>\n<li>N\u00e3o digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra.<\/li>\n<li>Passei junto ao campo do pregui\u00e7oso, e junto \u00e0 vinha do homem falto de entendimento;<\/li>\n<li>e eis que tudo estava cheio de cardos, e a sua superf\u00edcie coberta de urtigas, e o seu muro de pedra estava derrubado.<\/li>\n<li>O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instru\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Um pouco para dormir, um pouco para toscanejar, um pouco para cruzar os bra\u00e7os em repouso;<\/li>\n<li>assim sobrevir\u00e1 a tua pobreza como um salteador, e a tua necessidade como um homem armado.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"25\"><\/a>Prov\u00e9rbios 25<\/h3>\n<ol>\n<li>Tamb\u00e9m estes s\u00e3o prov\u00e9rbios de Salom\u00e3o, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Jud\u00e1.<\/li>\n<li>A gl\u00f3ria de Deus \u00e9 encobrir as coisas; mas a gl\u00f3ria dos reis \u00e9 esquadrinh\u00e1-las.<\/li>\n<li>Como o c\u00e9u na sua altura, e como a terra na sua profundidade, assim o cora\u00e7\u00e3o dos reis \u00e9 inescrut\u00e1vel.<\/li>\n<li>Tira da prata a esc\u00f3ria, e sair\u00e1 um vaso para o fundidor.<\/li>\n<li>Tira o \u00edmpio da presen\u00e7a do rei, e o seu trono se firmar\u00e1 na justi\u00e7a.<\/li>\n<li>N\u00e3o reclames para ti honra na presen\u00e7a do rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;<\/li>\n<li>porque melhor \u00e9 que te digam: Sobe, para aqui; do que seres humilhado perante o pr\u00edncipe.<\/li>\n<li>O que os teus olhos viram, n\u00e3o te apresses a revelar, para depois, ao fim, n\u00e3o saberes o que h\u00e1s de fazer, podendo-te confundir o teu pr\u00f3ximo.<\/li>\n<li>Pleiteia a tua causa com o teu pr\u00f3ximo mesmo; e n\u00e3o reveles o segredo de outrem;<\/li>\n<li>para que n\u00e3o te desonre aquele que o ouvir, n\u00e3o se apartando de ti a inf\u00e2mia.<\/li>\n<li>Como ma\u00e7\u00e3s de ouro em salvas de prata, assim \u00e9 a palavra dita a seu tempo.<\/li>\n<li>Como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro puro, assim \u00e9 o s\u00e1bio repreensor para o ouvido obediente.<\/li>\n<li>Como o frescor de neve no tempo da sega, assim \u00e9 o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera o esp\u00edrito dos seus senhores.<\/li>\n<li>como nuvens e ventos que n\u00e3o trazem chuva, assim \u00e9 o homem que se gaba de d\u00e1divas que n\u00e3o fez.<\/li>\n<li>Pela longanimidade se persuade o pr\u00edncipe, e a l\u00edngua branda quebranta os ossos.<\/li>\n<li>Se achaste mel, come somente o que te basta, para que porventura n\u00e3o te fartes dele, e o venhas a vomitar.<\/li>\n<li>P\u00f5e raramente o teu p\u00e9 na casa do teu pr\u00f3ximo, para que n\u00e3o se enfade de ti, e te aborre\u00e7a.<\/li>\n<li>Malho, e espada, e flecha aguda \u00e9 o homem que levanta falso testemunho contra o seu pr\u00f3ximo.<\/li>\n<li>Como dente quebrado, e p\u00e9 deslocado, \u00e9 a confian\u00e7a no homem desleal, no dia da ang\u00fastia.<\/li>\n<li>O que entoa can\u00e7\u00f5es ao cora\u00e7\u00e3o aflito \u00e9 como aquele que despe uma pe\u00e7a de roupa num dia de frio, e como vinagre sobre a chaga.<\/li>\n<li>Se o teu inimigo tiver fome, d\u00e1-lhe p\u00e3o para comer, e se tiver sede, d\u00e1-lhe \u00e1gua para beber;<\/li>\n<li>porque assim lhe amontoar\u00e1s brasas sobre a cabe\u00e7a, e o Senhor te recompensar\u00e1.<\/li>\n<li>O vento norte traz chuva, e a l\u00edngua caluniadora, o rosto irado.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 morar num canto do eirado, do que com a mulher rixosa numa casa ampla.<\/li>\n<li>Como \u00e1gua fresca para o homem sedento, tais s\u00e3o as boas-novas de terra remota.<\/li>\n<li>Como fonte turva, e manancial polu\u00eddo, assim \u00e9 o justo que cede lugar diante do \u00edmpio.<\/li>\n<li>comer muito mel n\u00e3o \u00e9 bom; n\u00e3o multipliques, pois, as palavras de lisonja.<\/li>\n<li>Como a cidade derribada, que n\u00e3o tem muros, assim \u00e9 o homem que n\u00e3o pode conter o seu esp\u00edrito.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"26\"><\/a>Prov\u00e9rbios 26<\/h3>\n<ol>\n<li>Como a neve no ver\u00e3o, e como a chuva no tempo da ceifa, assim n\u00e3o conv\u00e9m ao tolo a honra.<\/li>\n<li>Como o p\u00e1ssaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a maldi\u00e7\u00e3o sem causa n\u00e3o encontra pouso.<\/li>\n<li>O a\u00e7oite \u00e9 para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.<\/li>\n<li>N\u00e3o respondas ao tolo segundo a sua estult\u00edcia, para que tamb\u00e9m n\u00e3o te fa\u00e7as semelhante a ele.<\/li>\n<li>Responde ao tolo segundo a sua estult\u00edcia, para que ele n\u00e3o seja s\u00e1bio aos seus pr\u00f3prios olhos.<\/li>\n<li>Os p\u00e9s decepa, e o dano bebe, quem manda mensagens pela m\u00e3o dum tolo.<\/li>\n<li>As pernas do coxo pendem frouxas; assim \u00e9 o prov\u00e9rbio na boca dos tolos.<\/li>\n<li>Como o que ata a pedra na funda, assim \u00e9 aquele que d\u00e1 honra ao tolo.<\/li>\n<li>Como o espinho que entra na m\u00e3o do \u00e9brio, assim \u00e9 o prov\u00e9rbio na m\u00e3o dos tolos.<\/li>\n<li>Como o flecheiro que fere a todos, assim \u00e9 aquele que assalaria ao transeunte tolo, ou ao \u00e9brio.<\/li>\n<li>Como o c\u00e3o que torna ao seu v\u00f4mito, assim \u00e9 o tolo que reitera a sua estult\u00edcia.<\/li>\n<li>V\u00eas um homem que \u00e9 s\u00e1bio a seus pr\u00f3prios olhos? Maior esperan\u00e7a h\u00e1 para o tolo do que para ele.<\/li>\n<li>Diz o pregui\u00e7oso: Um le\u00e3o est\u00e1 no caminho; um le\u00e3o est\u00e1 nas ruas.<\/li>\n<li>Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o faz o pregui\u00e7oso na sua cama.<\/li>\n<li>O pregui\u00e7oso esconde a sua m\u00e3o no prato, e nem ao menos quer lev\u00e1-la de novo \u00e0 boca.<\/li>\n<li>Mais s\u00e1bio \u00e9 o pregui\u00e7oso a seus olhos do que sete homens que sabem responder bem.<\/li>\n<li>O que, passando, se mete em quest\u00e3o alheia \u00e9 como aquele que toma um c\u00e3o pelas orelhas.<\/li>\n<li>Como o louco que atira ti\u00e7\u00f5es, flechas, e morte,<\/li>\n<li>assim \u00e9 o homem que engana o seu pr\u00f3ximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.<\/li>\n<li>Faltando lenha, apaga-se o fogo; e n\u00e3o havendo difamador, cessa a contenda.<\/li>\n<li>Como o carv\u00e3o para as brasas, e a lenha para o fogo, assim \u00e9 o homem contencioso para acender rixas.<\/li>\n<li>As palavras do difamador s\u00e3o como bocados deliciosos, que descem ao \u00edntimo do ventre.<\/li>\n<li>Como o vaso de barro coberto de esc\u00f3ria de prata, assim s\u00e3o os l\u00e1bios ardentes e o cora\u00e7\u00e3o maligno.<\/li>\n<li>Aquele que odeia dissimula com os seus l\u00e1bios; mas no seu interior entesoura o engano.<\/li>\n<li>Quando te suplicar com voz suave, n\u00e3o o creias; porque sete abomina\u00e7\u00f5es h\u00e1 no teu cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Ainda que o seu \u00f3dio se encubra com dissimula\u00e7\u00e3o, na congrega\u00e7\u00e3o ser\u00e1 revelada a sua mal\u00edcia.<\/li>\n<li>O que faz uma cova cair\u00e1 nela; e a pedra voltar\u00e1 sobre aquele que a revolve.<\/li>\n<li>A l\u00edngua falsa odeia aqueles a quem ela tenha ferido; e a boca lisonjeira opera a ru\u00edna.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"27\"><\/a>Prov\u00e9rbios 27<\/h3>\n<ol>\n<li>N\u00e3o te glories do dia de amanh\u00e3; porque n\u00e3o sabes o que produzir\u00e1 o dia.<\/li>\n<li>Seja outro o que te louve, e n\u00e3o a tua boca; o estranho, e n\u00e3o os teus l\u00e1bios.<\/li>\n<li>Pesada \u00e9 a pedra, e a areia tamb\u00e9m; mas a ira do insensato \u00e9 mais pesada do que elas ambas.<\/li>\n<li>Cruel \u00e9 o furor, e impetuosa \u00e9 a ira; mas quem pode resistir \u00e0 inveja?<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 a repreens\u00e3o aberta do que o amor encoberto.<\/li>\n<li>Fi\u00e9is s\u00e3o as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo s\u00e3o enganosos.<\/li>\n<li>O que est\u00e1 farto despreza o favo de mel; mas para o faminto todo amargo \u00e9 doce.<\/li>\n<li>Qual a ave que vagueia longe do seu ninho, tal \u00e9 o homem que anda vagueando longe do seu lugar.<\/li>\n<li>O \u00f3leo e o perfume alegram o cora\u00e7\u00e3o; assim \u00e9 o doce conselho do homem para o seu amigo.<\/li>\n<li>N\u00e3o abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irm\u00e3o no dia de tua adversidade. Mais vale um vizinho que est\u00e1 perto do que um irm\u00e3o que est\u00e1 longe.<\/li>\n<li>S\u00ea s\u00e1bio, filho meu, e alegra o meu cora\u00e7\u00e3o, para que eu tenha o que responder \u00e0quele que me vituperar.<\/li>\n<li>O prudente v\u00ea o mal e se esconde; mas os insensatos passam adiante e sofrem a pena.<\/li>\n<li>Tira a roupa \u00e0quele que fica por fiador do estranho, e toma penhor daquele que se obriga por uma estrangeira.<\/li>\n<li>O que bendiz ao seu amigo em alta voz, levantando-se de madrugada, isso lhe ser\u00e1 contado como maldi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>A goteira cont\u00ednua num dia chuvoso e a mulher rixosa s\u00e3o semelhantes;<\/li>\n<li>ret\u00ea-la \u00e9 reter o vento, ou segurar o \u00f3leo com a destra.<\/li>\n<li>Afia-se o ferro com o ferro; assim o homem afia o rosto do seu amigo.<\/li>\n<li>O que cuida da figueira comer\u00e1 do fruto dela; e o que vela pelo seu senhor ser\u00e1 honrado.<\/li>\n<li>Como na \u00e1gua o rosto corresponde ao rosto, assim o cora\u00e7\u00e3o do homem ao homem.<\/li>\n<li>O Seol e o Abadom nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem.<\/li>\n<li>O crisol \u00e9 para a prata, e o forno para o ouro, e o homem \u00e9 provado pelos louvores que recebe.<\/li>\n<li>Ainda que pisasses o insensato no gral entre gr\u00e3os pilados, contudo n\u00e3o se apartaria dele a sua estult\u00edcia.<\/li>\n<li>Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos;<\/li>\n<li>porque as riquezas n\u00e3o duram para sempre; e duraria a coroa de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li>Quando o feno \u00e9 removido, e aparece a erva verde, e recolhem-se as ervas dos montes,<\/li>\n<li>os cordeiros te prover\u00e3o de vestes, e os bodes, do pre\u00e7o do campo.<\/li>\n<li>E haver\u00e1 bastante leite de cabras para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"28\"><\/a>Prov\u00e9rbios 28<\/h3>\n<ol>\n<li>Fogem os \u00edmpios, sem que ningu\u00e9m os persiga; mas os justos s\u00e3o ousados como o le\u00e3o.<\/li>\n<li>Por causa da transgress\u00e3o duma terra s\u00e3o muitos os seus pr\u00edncipes; mas por virtude de homens prudentes e entendidos, ela subsistir\u00e1 por longo tempo.<\/li>\n<li>O homem pobre que oprime os pobres, \u00e9 como chuva impetuosa, que n\u00e3o deixa trigo nenhum.<\/li>\n<li>Os que abandonam a lei louvam os \u00edmpios; mas os que guardam a lei pelejam contra eles.<\/li>\n<li>Os homens maus n\u00e3o entendem a justi\u00e7a; mas os que buscam ao Senhor a entendem plenamente.<\/li>\n<li>Melhor \u00e9 o pobre que anda na sua integridade, do que o rico perverso nos seus caminhos.<\/li>\n<li>O que guarda a lei \u00e9 filho s\u00e1bio; mas o companheiro dos comil\u00f5es envergonha a seu pai.<\/li>\n<li>O que aumenta a sua riqueza com juros e usura, ajunta-a para o que se compadece do pobre.<\/li>\n<li>O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, at\u00e9 a sua ora\u00e7\u00e3o \u00e9 abomin\u00e1vel.<\/li>\n<li>O que faz com que os retos se desviem para um mau caminho, ele mesmo cair\u00e1 na cova que abriu; mas os inocentes herdar\u00e3o o bem.<\/li>\n<li>O homem rico \u00e9 s\u00e1bio aos seus pr\u00f3prios olhos; mas o pobre que tem entendimento o esquadrinha.<\/li>\n<li>Quando os justos triunfam h\u00e1 grande, gl\u00f3ria; mas quando os \u00edmpios sobem, escondem-se os homens.<\/li>\n<li>O que encobre as suas transgress\u00f5es nunca prosperar\u00e1; mas o que as confessa e deixa, alcan\u00e7ar\u00e1 miseric\u00f3rdia.<\/li>\n<li>Feliz \u00e9 o homem que teme ao Senhor continuamente; mas o que endurece o seu cora\u00e7\u00e3o vir\u00e1 a cair no mal.<\/li>\n<li>Como le\u00e3o bramidor, e urso faminto, assim \u00e9 o \u00edmpio que domina sobre um povo pobre.<\/li>\n<li>O pr\u00edncipe falto de entendimento \u00e9 tamb\u00e9m opressor cruel; mas o que aborrece a avareza prolongar\u00e1 os seus dias.<\/li>\n<li>O homem culpado do sangue de qualquer pessoa ser\u00e1 fugitivo at\u00e9 a morte; ningu\u00e9m o ajude.<\/li>\n<li>O que anda retamente salvar-se-\u00e1; mas o perverso em seus caminhos cair\u00e1 de repente.<\/li>\n<li>O que lavra a sua terra se fartar\u00e1 de p\u00e3o; mas o que segue os ociosos se encher\u00e1 de pobreza.<\/li>\n<li>O homem fiel gozar\u00e1 de abundantes b\u00ean\u00e7\u00e3os; mas o que se apressa a enriquecer n\u00e3o ficar\u00e1 impune.<\/li>\n<li>Fazer acep\u00e7\u00e3o de pessoas n\u00e3o \u00e9 bom; mas at\u00e9 por um bocado de p\u00e3o prevaricar\u00e1 o homem.<\/li>\n<li>Aquele que \u00e9 cobi\u00e7oso corre atr\u00e1s das riquezas; e n\u00e3o sabe que h\u00e1 de vir sobre ele a pen\u00faria.<\/li>\n<li>O que repreende a um homem achar\u00e1 depois mais favor do que aquele que lisonjeia com a l\u00edngua.<\/li>\n<li>O que rouba a seu pai, ou a sua m\u00e3e, e diz: Isso n\u00e3o \u00e9 transgress\u00e3o; esse \u00e9 companheiro do destruidor.<\/li>\n<li>O cobi\u00e7oso levanta contendas; mas o que confia no senhor prosperar\u00e1.<\/li>\n<li>O que confia no seu pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o \u00e9 insensato; mas o que anda sabiamente ser\u00e1 livre.<\/li>\n<li>O que d\u00e1 ao pobre n\u00e3o ter\u00e1 falta; mas o que esconde os seus olhos ter\u00e1 muitas maldi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>Quando os \u00edmpios sobem, escondem-se os homens; mas quando eles perecem, multiplicam-se os justos.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"29\"><\/a>Prov\u00e9rbios 29<\/h3>\n<ol>\n<li>Aquele que, sendo muitas vezes repreendido, endurece a cerviz, ser\u00e1 quebrantado de repente sem que haja cura.<\/li>\n<li>Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o \u00edmpio domina, o povo geme.<\/li>\n<li>O que ama a sabedoria alegra a seu pai; mas o companheiro de prostitutas desperdi\u00e7a a sua riqueza.<\/li>\n<li>O rei pela justi\u00e7a estabelece a terra; mas o que exige presentes a transtorna.<\/li>\n<li>O homem que lisonjeia a seu pr\u00f3ximo arma-lhe uma rede aos passos.<\/li>\n<li>Na transgress\u00e3o do homem mau h\u00e1 la\u00e7o; mas o justo canta e se regozija.<\/li>\n<li>O justo toma conhecimento da causa dos pobres; mas o \u00edmpio n\u00e3o tem entendimento para a conhecer.<\/li>\n<li>Os escarnecedores abrasam a cidade; mas os s\u00e1bios desviam a ira.<\/li>\n<li>O s\u00e1bio que pleiteia com o insensato, quer este se agaste quer se ria, n\u00e3o ter\u00e1 descanso.<\/li>\n<li>Os homens sanguin\u00e1rios odeiam o \u00edntegro; mas os retos procuram o seu bem.<\/li>\n<li>O tolo derrama toda a sua ira; mas o s\u00e1bio a reprime e aplaca.<\/li>\n<li>O governador que d\u00e1 aten\u00e7\u00e3o \u00e0s palavras mentirosas achar\u00e1 que todos os seus servos s\u00e3o \u00edmpios.<\/li>\n<li>O pobre e o opressor se encontram; o Senhor alumia os olhos de ambos.<\/li>\n<li>Se o rei julgar os pobres com eq\u00fcidade, o seu trono ser\u00e1 estabelecido para sempre.<\/li>\n<li>A vara e a repreens\u00e3o d\u00e3o sabedoria; mas a crian\u00e7a entregue a si mesma envergonha a sua m\u00e3e.<\/li>\n<li>Quando os \u00edmpios se multiplicam, multiplicam-se as transgress\u00f5es; mas os justos ver\u00e3o a queda deles.<\/li>\n<li>Corrige a teu filho, e ele te dar\u00e1 descanso; sim, deleitar\u00e1 o teu cora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Onde n\u00e3o h\u00e1 profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei esse \u00e9 bem-aventurado.<\/li>\n<li>O servo n\u00e3o se emendar\u00e1 com palavras; porque, ainda que entenda, n\u00e3o atender\u00e1.<\/li>\n<li>V\u00eas um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperan\u00e7a h\u00e1 para o tolo do que para ele.<\/li>\n<li>Aquele que cria delicadamente o seu servo desde a meninice, no fim t\u00ea-lo-\u00e1 por herdeiro.<\/li>\n<li>O homem iracundo levanta contendas, e o furioso multiplica as transgress\u00f5es.<\/li>\n<li>A soberba do homem o abater\u00e1; mas o humilde de esp\u00edrito obter\u00e1 honra.<\/li>\n<li>O que \u00e9 s\u00f3cio do ladr\u00e3o odeia a sua pr\u00f3pria alma; sendo ajuramentado, nada denuncia.<\/li>\n<li>O receio do homem lhe arma la\u00e7os; mas o que confia no Senhor est\u00e1 seguro.<\/li>\n<li>Muitos buscam o favor do pr\u00edncipe; mas \u00e9 do Senhor que o homem recebe a justi\u00e7a.<\/li>\n<li>O \u00edmpio \u00e9 abomina\u00e7\u00e3o para os justos; e o que \u00e9 reto no seu caminho \u00e9 abomina\u00e7\u00e3o para o \u00edmpio.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"30\"><\/a>Prov\u00e9rbios 30<\/h3>\n<ol>\n<li>Palavras de Agur, filho de Jaqu\u00e9 de Mass\u00e1. Diz o homem a Itiel, e a Ucal:<\/li>\n<li>Na verdade que eu sou mais est\u00fapido do que ningu\u00e9m; n\u00e3o tenho o entendimento do homem;<\/li>\n<li>n\u00e3o aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo.<\/li>\n<li>Quem subiu ao c\u00e9u e desceu? quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as \u00e1guas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual \u00e9 o seu nome, e qual \u00e9 o nome de seu filho? Certamente o sabes!<\/li>\n<li>Toda palavra de Deus \u00e9 pura; ele \u00e9 um escudo para os que nele confiam.<\/li>\n<li>Nada acrescentes \u00e0s suas palavras, para que ele n\u00e3o te repreenda e tu sejas achado mentiroso.<\/li>\n<li>Duas coisas te pe\u00e7o; n\u00e3o mas negues, antes que morra:<\/li>\n<li>Alonga de mim a falsidade e a mentira; n\u00e3o me d\u00eas nem a pobreza nem a riqueza: d\u00e1-me s\u00f3 o p\u00e3o que me \u00e9 necess\u00e1rio;<\/li>\n<li>para que eu de farto n\u00e3o te negue, e diga: Quem \u00e9 o Senhor? ou, empobrecendo, n\u00e3o venha a furtar, e profane o nome de Deus.<\/li>\n<li>N\u00e3o calunies o servo diante de seu senhor, para que ele n\u00e3o te amaldi\u00e7oe e fiques tu culpado.<\/li>\n<li>H\u00e1 gente que amaldi\u00e7oa a seu pai, e que n\u00e3o bendiz a sua m\u00e3e.<\/li>\n<li>H\u00e1 gente que \u00e9 pura aos seus olhos, e contudo nunca foi lavada da sua imund\u00edcia.<\/li>\n<li>H\u00e1 gente cujos olhos s\u00e3o altivos, e cujas p\u00e1lpebras s\u00e3o levantadas para cima.<\/li>\n<li>H\u00e1 gente cujos dentes s\u00e3o como espadas; e cujos queixais sao como facas, para devorarem da terra os aflitos, e os necessitados dentre os homens.<\/li>\n<li>A sanguessuga tem duas filhas, a saber: D\u00e1, D\u00e1. H\u00e1 tr\u00eas coisas que nunca se fartam; sim, quatro que nunca dizem: Basta;<\/li>\n<li>o Seol, a madre est\u00e9ril, a terra que n\u00e3o se farta d&#8217;\u00e1gua, e o fogo que nunca diz: Basta.<\/li>\n<li>Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obedi\u00eancia \u00e0 m\u00e3e, ser\u00e3o arrancados pelos corvos do vale e devorados pelos filhos da \u00e1guia.<\/li>\n<li>H\u00e1 tr\u00eas coisas que s\u00e3o maravilhosas demais para mim, sim, h\u00e1 quatro que n\u00e3o conhe\u00e7o:<\/li>\n<li>o caminho da \u00e1guia no ar, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma virgem.<\/li>\n<li>Tal \u00e9 o caminho da mulher ad\u00faltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: n\u00e3o pratiquei iniq\u00fcidade.<\/li>\n<li>Por tr\u00eas coisas estremece a terra, sim, h\u00e1 quatro que n\u00e3o pode suportar:<\/li>\n<li>o escravo quando reina; o tolo quando se farta de comer;<\/li>\n<li>a mulher desdenhada quando se casa; e a serva quando fica herdeira da sua senhora.<\/li>\n<li>Quatro coisas h\u00e1 na terra que s\u00e3o pequenas, entretanto s\u00e3o extremamente s\u00e1bias;<\/li>\n<li>as formigas s\u00e3o um povo sem for\u00e7a, todavia no ver\u00e3o preparam a sua comida;<\/li>\n<li>os querogrilos s\u00e3o um povo d\u00e9bil, contudo fazem a sua casa nas rochas;<\/li>\n<li>os gafanhotos n\u00e3o t\u00eam rei, contudo marcham todos enfileirados;<\/li>\n<li>a lagartixa apanha-se com as m\u00e3os, contudo anda nos pal\u00e1cios dos reis.<\/li>\n<li>H\u00e1 tr\u00eas que andam com eleg\u00e2ncia, sim, quatro que se movem airosamente:<\/li>\n<li>o le\u00e3o, que \u00e9 o mais forte entre os animais, e que n\u00e3o se desvia diante de ningu\u00e9m;<\/li>\n<li>o galo emproado, o bode, e o rei \u00e0 frente do seu povo.<\/li>\n<li>Se procedeste loucamente em te elevares, ou se maquinaste o mal, p\u00f5e a m\u00e3o sobre a boca.<\/li>\n<li>Como o espremer do leite produz queijo verde, e o espremer do nariz produz sangue, assim o espremer da ira produz contenda.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a id=\"31\"><\/a>Prov\u00e9rbios 31<\/h3>\n<ol>\n<li>As palavras do rei Lemuel, rei de Mass\u00e1, que lhe ensinou sua m\u00e3e.<\/li>\n<li>Que te direi, filho meu? e que te direi, \u00f3 filho do meu ventre? e que te direi, \u00f3 filho dos meus votos?<\/li>\n<li>N\u00e3o d\u00eas \u00e0s mulheres a tua for\u00e7a, nem os teus caminhos \u00e0s que destroem os reis.<\/li>\n<li>N\u00e3o \u00e9 dos reis, \u00f3 Lemuel, n\u00e3o \u00e9 dos reis beber vinho, nem dos pr\u00edncipes desejar bebida forte;<\/li>\n<li>para que n\u00e3o bebam, e se esque\u00e7am da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito.<\/li>\n<li>Dai bebida forte ao que est\u00e1 para perecer, e o vinho ao que est\u00e1 em amargura de esp\u00edrito.<\/li>\n<li>Bebam e se esque\u00e7am da sua pobreza, e da sua mis\u00e9ria n\u00e3o se lembrem mais.<\/li>\n<li>Abre a tua boca a favor do mudo, a favor do direito de todos os desamparados.<\/li>\n<li>Abre a tua boca; julga retamente, e faze justi\u00e7a aos pobres e aos necessitados.<\/li>\n<li>\u00c1lefe. Mulher virtuosa, quem a pode achar? Pois o seu valor muito excede ao de j\u00f3ias preciosas.<\/li>\n<li>Bete. O cora\u00e7\u00e3o do seu marido confia nela, e n\u00e3o lhe haver\u00e1 falta de lucro.<\/li>\n<li>Gu\u00edmel. Ela lhe faz bem, e n\u00e3o mal, todos os dias da sua vida.<\/li>\n<li>D\u00e1lete. Ela busca l\u00e3 e linho, e trabalha de boa vontade com as m\u00e3os.<\/li>\n<li>H\u00ea. \u00c9 como os navios do negociante; de longe traz o seu p\u00e3o.<\/li>\n<li>Vave. E quando ainda est\u00e1 escuro, ela se levanta, e d\u00e1 mantimento \u00e0 sua casa, e a tarefa \u00e0s suas servas.<\/li>\n<li>Zaine. Considera um campo, e compra-o; planta uma vinha com o fruto de suas maos.<\/li>\n<li>Hete. Cinge os seus lombos de for\u00e7a, e fortalece os seus bra\u00e7os.<\/li>\n<li>Tete. Prova e v\u00ea que \u00e9 boa a sua mercadoria; e a sua l\u00e2mpada n\u00e3o se apaga de noite.<\/li>\n<li>Iode. Estende as m\u00e3os ao fuso, e as suas m\u00e3os pegam na roca.<\/li>\n<li>Cafe. Abre a m\u00e3o para o pobre; sim, ao necessitado estende as suas m\u00e3os.<\/li>\n<li>L\u00e2mede. N\u00e3o tem medo da neve pela sua fam\u00edlia; pois todos os da sua casa est\u00e3o vestidos de escarlate.<\/li>\n<li>Meme. Faz para si cobertas; de linho fino e de p\u00farpura \u00e9 o seu vestido.<\/li>\n<li>Nune. Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta entre os anci\u00e3os da terra.<\/li>\n<li>S\u00e2merue. Faz vestidos de linho, e vende-os, e entrega cintas aos mercadores.<\/li>\n<li>Aine. A for\u00e7a e a dignidade s\u00e3o os seus vestidos; e ri-se do tempo vindouro.<\/li>\n<li>P\u00ea. Abre a sua boca com sabedoria, e o ensino da benevol\u00eancia est\u00e1 na sua l\u00edngua.<\/li>\n<li>Tsad\u00ea. Olha pelo governo de sua casa, e n\u00e3o come o p\u00e3o da pregui\u00e7a.<\/li>\n<li>C\u00f4fe. Levantam-se seus filhos, e lhe chamam bem-aventurada, como tamb\u00e9m seu marido, que a louva, dizendo:<\/li>\n<li>Reche. Muitas mulheres t\u00eam procedido virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas.<\/li>\n<li>Chine. Enganosa \u00e9 a gra\u00e7a, e v\u00e3 \u00e9 a formosura; mas a mulher que teme ao Senhor, essa ser\u00e1 louvada.<\/li>\n<li>Tau. Dai-lhe do fruto das suas m\u00e3os, e louvem-na nas portas as suas obras.<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"center\"><a href=\"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/salmos\/\" class=\"su-button su-button-style-3d\" style=\"color:#FFFFFF;background-color:#00aba5;border-color:#008984;border-radius:5px\" target=\"_self\"><span style=\"color:#FFFFFF;padding:0px 16px;font-size:13px;line-height:26px;border-color:#4dc5c0;border-radius:5px;text-shadow:none\"> Salmos<\/span><\/a> <a href=\"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/eclesiastes\/\" class=\"su-button su-button-style-3d\" style=\"color:#FFFFFF;background-color:#00aba5;border-color:#008984;border-radius:5px\" target=\"_self\"><span style=\"color:#FFFFFF;padding:0px 16px;font-size:13px;line-height:26px;border-color:#4dc5c0;border-radius:5px;text-shadow:none\"> Eclesiastes<\/span><\/a>\n<div class='grid-row clearfix'><\/div><div class='grid-col grid-col-12'><section class='cws-widget'><section class='cws_widget_content'> \t<div class=\"testimonial \">\n\t\t<div class='clearfix'>\n\t\t\t<img src='https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-content\/uploads\/bfi_thumb\/Jesus-130-93-3cmh6ny6pugic3cykq7hts.jpg' alt \/>\t\t\t\t<p>\n<p align=\"justify\">Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos, para fazeres atento \u00e0 sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu cora\u00e7\u00e3o ao entendimento; sim, se clamares por discernimento, e por entendimento al\u00e7ares a tua voz; se o buscares como a prata e o procurares como a tesouros escondidos; ent\u00e3o entender\u00e1s o temor do Senhor, e achar\u00e1s o conhecimento de Deus.<\/p>\n<\/p>\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"author\">Prov\u00e9rbios 2:1-5<\/div>\t<\/div>\n\t <\/section><\/section><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prov\u00e9rbios<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[994,1182,3],"tags":[996,374,113,112,1047,1048],"class_list":["post-16697","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-biblia-online","category-biblia-sagrada","category-news","tag-biblia-online","tag-biblia-sagrada","tag-deus","tag-jesus","tag-proverbios","tag-proverbs"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16697","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16697"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16697\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16697"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16697"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dannybia.com\/dannys\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16697"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}